Fernando Henrique Cardoso

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Fernando Henrique Cardoso
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Fernando Henrique Cardoso (Rio de Janeiro, 18 de junho de 1931 - ), é um sociólogo e ex-presidente do Brasil entre 1995 e 2002.


  • “De todos os impostos, o mais cruel é a inflação. Primeiro, porque pesa mais para os mais pobres. Segundo, porque é um imposto disfarçado: não assume o nome 'imposto', não precisa de aprovação do Congresso e esconde o grande responsável por ela, qual sejam, governos que descuidam do orçamento e gastam mais do que devem e podem.”
- Sobre a volta da inflação devido a gastança do governo de Dilma Rousseff — 6 de novembro de 2015
- Fonte: Página Oficial de Fernando Henrique Cardoso no Facebook
  • "Se esquerda significa ser contra a ordem social existente, e direita a favor, a social-democracia é sem dúvida uma corrente de esquerda."
- "O que é a Social Democracia e o que propõe para o Brasil", 1990 [1]
  • "Em setores como energia e comunicação, estamos próximos do estrangulamento, e o colapso só não ocorreu devido ao menor ritmo de crescimento econômico da última década."
- plano de Governo, lançado em 94; citado por Folha de São Paulo, coluna "Painel", de 16/05/2001; Sinopse Agência Brasil
  • "Nunca houve nenhuma chance de neoliberalismo aqui. Este é um país muito pobre e o Estado sempre terá um papel importante na atenuação de diferenças sociais."
- em entrevista publicada no Financial Times, em abril de 2002
  • "O valor médio dos benefícios da Previdência Social cresceu e tem que ser mantido. Para isto é preciso fazer a reforma, para que aqueles que se locupletam da Previdência não se locupletem mais, não se aposentem com menos de 50 anos, não sejam vagabundos num país de pobres e miseráveis".
- "O Globo, 12/05/1998, p. 1 e 8; Sinopse Agência Brasil
  • "Vida de rico é muito chata."
- Jornal do Brasil, 31/08/1998, p. 1-3; Sinopse Agência Brasil
  • "Eu também comemoro a melhoria na distribuição de renda. A política dele (Lula) é a minha."
- Revista Veja, n. 1934
  • "Isso é outra coisa que precisa acabar no Brasil, essa mentalidade atrasada de que o presidente vai passear. Tenha paciência".
- Revista IstoÉ Edição 1635
- Na Ásia, sobre a sua viagem;
  • "Se a pessoa não consegue produzir, coitada, vai ser professor. Então é aquela angústia para saber se o pesquisador vai ter um nome na praça ou se vai dar aula a vida inteira e repetir o que os outros fazem".
- Referindo-se a pesquisadores em greve das universidades, ao liberar seus salário sem retorno às aulas, e ao pedir celeridade ao projeto de bonificação da docência.
- Jornal do Brasil, 28/11/2001, p. 1 e 4 Sinopse Agência Brasil
  • "A ética do PT é roubar".
- a respeito da crise de corrupção no PT
- Folha de São Paulo, 07/02/2006; Sinopse Agência Brasil
- Em resposta a Luiz Inácio Lula da Silva sobre seus anos de escolaridade.
- ISTO É. Frases 2007. Edição n° 1991. 26 de dezembro de 2007 p. 105.
  • "O povo deve estar se perguntando: vocês são peixe ou carne de vaca? Temos de dizer claramente quem somos."
- Em crítica a aproximação do Partido da Social Democracia Brasileira com Lula.
- ISTO É. Frases 2007. Edição n° 1991. 26 de dezembro de 2007 p. 106.
  • "O mundo nunca é maravilhoso para todos, mas há uma similitude efetiva entre um grande período da expansão do capitalismo comercial, da eclosão do Renascimento e das Descobertas -- naquela altura, em que o homem era a medida de todas as coisas, embora não fosse, na verdade, mas como referência passou a ser e é o que está acontecendo hoje em dia."
- No discurso de abertura da Conferência Internacional para Integração e Desenvolvimento, em São Paulo.
- Revista Veja
  • "Não somos tigres, não damos saltos felinos. Somos uma baleia que se move devagar, mas com firmeza."
- Descartando a hipótese de que a crise na economia dos Tigres Asiáticos possa estender-se ao Brasil.
- Fonte: Revista Veja
  • "Deus fez o mundo em sete dias. Para refazer o Brasil, um pobre mortal, como eu, precisaria de sete anos."
- Em 1996, dissertando sobre as reformas iniciadas em seu governo
- Fonte: Jornal Cruzeiro do Sul (acervo)
  • "Num prazo de 120 dias não haverá mais buracos."
- Anunciando programa de recuperação das rodovias federais.
- Revista Veja
  • "Levamos muitos anos sendo o país do futuro. Chegou o futuro, o futuro é hoje, o futuro é agora."
- Revista Veja
  • "É preciso uma pitada de candomblé para poder governar e entender esse imenso Brasil."
- Em encontro com empresários no qual revelou que quando e se deixar a Presidência vai escrever um livro de cunho sócio-antropológico sobre o país.
- Revista Veja
  • "Eu sou cartesiano, mas tenho uma pitada de candomblé."
- Revista Veja
  • "Vou terminar usando as palavras que ouvi de Handel, que são as palavras mais belas que se pode ouvir. E cito Handel: Aleluia."
- No encerramento do 2º Congresso Mundial das Assembléias de Deus.
- Revista Veja
  • "Acho que deveríamos incluir todas as drogas [além da maconha]. Todas fazem mal. Mas a política de guerra às drogas não está funcionando"
  • "Imaginar um mundo sem droga é um objetivo difícil de ser alcançado, é como imaginar um mundo sem sexo"
-Sobre a descrimininalização das drogas.
-Fontes: Estadão, Verde Mares
  • "Essa obsessão de parar de trabalhar em uma certa idade vai criar problemas na Previdência."
- Sobre a aposentadoria (1999).
- citado em "Do bestial ao genial: frases da política" - Página 22, de Paulo Buchsbaum e André Buchsbaum - Editora Ediouro Publicações, 2006, ISBN 850002075X, 9788500020759
  • "Lula é muito bom surfista, mas não forma onda. Eu tive que formar onda em muitas ocasiões e muitas vezes me embrulhei na onda"
- Ao ser perguntado por Marília Gabriela se ele sentia "inveja" da popularidade de Lula.
- De Frente com Gabi", SBT, 01/08/2010
  • "Se punhalada houve, foi pela frente."
- Fernando Henrique Cardoso, presidente da República, sobre a decisão do tucano Tasso Jereissati, ex-governador cearense, de apoiar o candidato Ciro Gomes; citado em Revista Veja, Edição 1 766 - 28 de agosto de 2002.
  • "Posso assistir de camarote."
- Fernando Henrique Cardoso, presidente da República, sobre a briga por sua sucessão; citado em Revista Veja, Edição 1 741 - 6 de março de 2002.
  • "Nós, os brasileiros, gostamos de ser misturados."
- Fonte: Revista Veja, Edição 1 680 - 20 de dezembro de 2000.
  • "Nosso governo é de gente que está se matando pelo Brasil."
- Fernando Henrique Cardoso, presidente da República e chefe dos tucanos camicases
- Fonte: Revista Veja, Edição 1 678 - 6 de dezembro de 2000.
  • "O pessoal não deixa o Lula falar com os jornalistas com medo que diga besteira. Mas é bobagem, o Lula é inteligente."
- Fonte: Revista ISTOÉ Gente, edição 246 (26/04/2004)
  • "São farsantes, falsários e pessoas que o Brasil custou a expulsar da vida pública."
- Fernando Henrique Cardoso, presidente da República, sobre os responsáveis pelo dossiê que lhe atribuiu a sociedade de uma empresa nas Ilhas Cayman
- Fonte: Revista Veja de 23/12/98
  • "Pensei que você ia me dizer que vinha visitar o filho da Xuxa. Aliás, eu não tive nada com isso."
- Fernando Henrique Cardoso, presidente da República, para o colega argentino Carlos Menem, que ligou para saudá-lo pela privatização da Telebrás
- "Nem eu!"
- Carlos Menem, presidente argentino, respondendo a FHC
- Fonte: Revista Veja de 23/12/98
  • "Ninguém recomenda nada ao presidente da República. O presidente está preocupado em governar o Brasil, e não com futricas."
- Fernando Henrique Cardoso, presidente da República, respondendo ao presidente do Senado, Antonio Carlos Magalhães, que recomendara uma reforma ministerial pós-eleitoral
  • "Se ele não quer me ouvir, que ouça o recado das urnas. Há três anos, eu venho lhe enviando cartas sobre corrupção no governo."
- ACM, em resposta ao presidente
- Fonte: Revista Veja, Edição 1 670 - 11/10/2000
  • "Eu quero deixar claro para o país todo. Eu adoro pão de queijo. Eu não passo sem pão de queijo."
- Fernando Henrique Cardoso, presidente da República, provocando alguém
- Fonte: Revista Veja, Edição 1 668 - 27/9/2000
  • "E que as minhas últimas palavras sejam de reconhecimento ao esforço feito pela Ford, perdão, pela General Motors..."
- FHC, presidente da República, em Gravataí, na inauguração de uma fábrica da GM
- Fonte: Revista Veja, Edição 1 659 - 26/7/2000
  • "Sempre há o risco de um demagogo. Não quero personalizar, mas tem pessoas aí que estão mudando de partido com a pretensão de ser presidente. E são capazes de falar. O problema num País como o nosso é que a capacidade de expressão conta mais que o resto, a capacidade de empenho, de ser ator. Na política contemporânea, político tem que ser um pouco ator. Tem muitos atores que usam o script necessário e depois vão fazer bobagem."
- Fonte: Estadão. Para FHC, processo de impeachment encaminhado por Cunha ficou difícil. Publicação: 19 de janeiro de 2016

Atribuídas[editar]

  • "Também tenho um pé na cozinha".
- citado por Millor Fernandes; JB, 30/07/2001
  • "Voto você não recusa".
- sobre o apoio de Anthony Garotinho a candidatura de Geraldo Alckmin na eleição presidencial de 2006.
- citado em jornal O Globo, 04/10/2006
  • "A droga tem de ser discutida de uma maneira mais ampla. Enquanto não se entender que boa parte da questão da droga tem a ver com a proibição, por exemplo, da maconha, e tem a ver com a falta de tratamento; enquanto não se induzirem as pessoas a entender que a droga é também uma questão de saúde, e não apenas de repressão; enquanto não se diminuir o consumo, você vai ter gente se arriscando e fazendo tráfico."
- Fernando Henrique Cardoso (ex-presidente do Brasil); Fonte: iG. Ações precisam ir além da repressão ao tráfico, diz FHC. 25 de novembro de 2010.

Sobre[editar]

  • "Temos sociólogos bons e medíocres. Os primeiros acabam como professores, os outros como presidentes da república".
- Betinho, em clara alusão a Fernando Henrique Cardoso.
- Do bestial ao genial: frases da política - Página 48, Paulo Buchsbaum, André Buchsbaum - Ediouro Publicações, 2006, ISBN 850002075X, 9788500020759 - 294 páginas
  • "Um indivíduo desses, depois de sete anos de governo, falar em exportar ou morrer? Já virou cadáver".
- Itamar Franco, então governador de Minas Gerais, ironizando as declarações de FHC de incentivo às exportações.
- Revista IstoÉ Edição 1667
  • "O nome de Fernando Henrique surgiu por exclusão."
- Itamar Franco, sobre a nomeação de FHC para o Ministério da Fazenda.
- Jornal do Brasil, Entrevista: Itamar Franco e o poder da simplicidade, 5/06/2010.
  • "Eu vi. Mandei verificar. Ele assinou, sem poder assinar. Ele sabia que sem o autógrafo, sem ele na cédula do real, ele não ganharia."
- Itamar Franco, sobre a assinatura de FHC nas notas do Real.
- Jornal do Brasil, FH assinou o real fora do governo, 10/03/2008.
  • "Em menos de quatro anos, Fernando Henrique fez praticamente o mesmo que Margaret Thatcher, na Grã-Bretanha, levou aproximadamente doze anos para fazer."
- The Economist, revista inglesa
- Fonte: Revista Veja de 23/12/98
  • "Sempre imagino Fernando Henrique de manhã fazendo a barba, se olhando e beijando o próprio rosto no espelho do banheiro."
- Roberto Requião, senador peemedebista
- Fonte: Revista Veja de 23/12/98