Carlos Luz

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Carlos Coimbra da Luz (Três Corações, 4 de agosto de 1894 — Rio de Janeiro, 9 de fevereiro de 1961) foi um político brasileiro; presidente interino da República por três dias, de 8 a 11 de novembro de 1955.


Sobre[editar]

  • Nereu Ramos no Palacio da Guerra, antes da posse: "Venho comunicar a v. exa. que estou em condições de assumir a presidencia da Republica, mas antes devo saber se posso contar com ao apoio decidido das Forças Armadas" - disse o sr. Nereu Ramos ao general Henrique Teixeira Lott.
- "V. exa. terá esse apoio que não será somente o da força mas tambem o do direito" - respondeu o general Lott.
Logo após a indicação do seu nome pelo Congresso para ocupar a chefia do Executivo, o sr. Nereu Ramos, na companhia do sr. Flores da Cunha, presidente em exercicio da Camara dos Deputados, foi ao Ministerio da Guerra avistar-se com o general Lott, chefe das forças revolucionarias, que, na madrugada de ontem, obrigaram o sr. Carlos Luz, presidente interino da republica, a refugiar-se a bordo do cruzador Tamandaré.
- Banco de Dados da Folha - Acervo de Jornais
  • O presidente Café Filho internou-se no Hospital dos Servidores do Estado, com um enfarte no miocárdio e foi substituído pelo Presidente da Câmara, o Deputado Carlos Luz. Na noite de 10 de novembro de 1955, o General Lott compareceu a uma audiência com o Presidente interino no Palácio do Catete, que o fez esperar muito tempo na ante-sala. Ao recebê-lo, houve uma áspera troca de palavras entre os dois, que culminou com a demissão do general Lott e com a nomeação do general Fiúza de Castro, da reserva, para substituí-lo.
- Nelson Valente, em SUPER Textos
  • No exercício da Presidência da República, Comandante Supremo das Forças Armadas, ante rebelião, que hoje surpreende o País, deliberei defeder a autoridade e a lei por todos os meios legítimos ao meu alcance. A situação de conflito ora criada com a formação de novo governo, sob sua Presidência, faz com que comunique aos meus leais Ministros, auxiliares e amigos, que cessem qualquer esforço de resistência. Assumo todas as responsabilidades que a lei e a dignidade do meu cargo exigem, menos a de derramar sangue de brasileiros e permitir que sejam lançadas umas contra as outras as forças armadas da minha Pátria. Por esta razão estou determinado o regresso do Cruzador "Tamandaré" à sua base, de onde saiu por minha ordem, trazendo o comandante da Esquadra, Almirante Penna Botto e o Comandante do navio, Capitão-de-Mar-e-Guerra Sylvio Heck. Saudações, Carlos Luz
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