Nilo Procópio Peçanha

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Nilo Peçanha
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Nilo Procópio Peçanha (Campos, Rio de Janeiro, 2 de outubro de 1867 – Rio de Janeiro, 31 de março de 1924) foi um político brasileiro. Assumiu a presidência da república após o falecimento de Afonso Pena, em 14 de junho de 1909, e governou até 15 de novembro de 1910.


- O vice-presidente Nilo Peçanha ao assumir a presidência, para completar o mandato de Afonso Pena, falecido a 14 de junho de 1909
  • "Pessoas próximas ao presidente da República afirmam que o desgosto de não ter conseguido fazer seu sucessor e ainda ser obrigado a concordar com a candidatura de Hermes da Fonseca, seu ministro da Guerra, lhe encurtaram a vida."
- fonte: "Jornal do Século" http://jbonline.terra.com.br/jseculo/1909.html

Sobre[editar]

  • "O Presidente Nilo Peçanha, em seu discurso, afirmou que o Brasil do século XIX havia saído das academias e que o do século XX sairia das oficinas."
- Luiz Cláudio G. Gomes, "O Legado Deixado por Mario Ghizi", in: Cadernos temáticos / Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. – N. 9, (fev. 2006). – Brasília : Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, 2004 (Acesso em: 11 jul. 2006)
  • "O nosso estilo de jogar futebol me parece contrastar com o dos europeus por um conjunto de qualidades de surpresa, de manha, de astúcia, de ligeireza e, ao mesmo tempo, de brilho e de espontaneidade individual em que se exprime o mesmo mulatismo de que Nilo Peçanha foi até hoje a melhor afirmação na arte política."
- FREYRE, Gilberto. Foot-ball mulato, in Diário de Pernambuco, 17-6-1938 apud MARANHÂO, Tiago. Apolíneos e dionisíacos — o papel do futebol no pensamento de Gilberto Freyre a respeito do «povo brasileiro», in Análise Social, vol. XLI (179), 2006, pp 441 (visitado em 9 de agosto de 2008)