TV Cultura

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A TV Cultura foi inaugurada dia 15 de junho de 1969, em São Paulo, Brasil, sendo uma emissora de carater público com financiamento estatal e privado, mantida pela Fundação Padre Anchieta. Sua programaçao educativa é baseada na ética, sendo premiada internacionalmente, inclusive pela UNESCO.


  • “A programação que está no ar se assemelha muito a que foi esboçado no governo Maluf de 1969 a 1971, quando se aventou até a possibilidade da contratação pela TV Cultura da Hebe Camargo e do Chacrinha.”, de acordo com Laurindo Leal Filho, da USP.
-Fonte: Site da Agência Carta Maior, de 22/06/2006
  • “Quando assumi, em junho de 2004, a Cultura estava em grave crise financeira e administrativa. Hoje é uma situação absolutamente equilibrada, coloquei a casa em ordem”, diz Mendonça. Em entrevista à CartaMaior, o ex-deputado estadual pelo PSDB-SP apresentou a “agenda positiva” do mandato e rebateu as críticas de que teria acelerado um processo de “privatização” da TV Cultura.
-Fonte: Site da Agência Carta Maior, de 22/06/2006
  • “A Cultura é, em tese, independente do Estado, mas necessita dele financeiramente. Apesar de ser uma fundação de direito privado, nasceu com uma concepção de ser mantida pelos cofres públicos, não voltada aos interesses do mercado, que são contrários aos interesses públicos” diz.
-Fonte: Site da Agência Carta Maior, de 22/06/2006
  • “Descobrimos que a Cultura tem uma marca muito forte com as crianças. Ativamos isso violentamente na nossa gestão”, orgulha-se Mendonça
-Fonte: Site da Agência Carta Maior, de 22/06/2006
  • “A TV Cultura está aberta à publicidade. Não fazemos propaganda de bebida alcoólica, de apelo erótico, violenta e nossos personagens não podem ser utilizados. Todos os produtos antes de irem ao ar são avaliados pelo Comitê de Propaganda e Marketing, que finca as diretrizes”.
-Marcos Mendonça, presidente da Fundação Padre Anchieta, mantenedora da TV Cultura; Fonte: Site da Agência Carta Maior, de 22/06/2006
  • “A TV Cultura faz propaganda do Danoninho, e diz que o produto pode substituir um prato de arroz e feijão. Isso é totalmente condenado por qualquer pediatra. Como pode ser isento assim?”, indaga Nilton
-Fonte: Site da Agência Carta Maior, de 22/06/2006
  • “Não recebemos nenhum tostão do Governo Federal em anúncios. Em outros países, há realmente verbas substanciais, porque acreditam no papel da televisão pública como formadora do cidadão. Nos sentimos discriminados”, protesta Mendonça
-Fonte: Site da Agência Carta Maior, de 22/06/2006
  • “A diversidade cultural é tratada insuficientemente em toda a programação da Cultura".
- Sérgio Mamberti, secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do Minc
-Fonte: Site da Agência Carta Maior, de 22/06/2006
  • “A Cultura transmite o Castelo Rá-Tim-Bum até hoje, mas nunca mais investiu. É uma pena que se corte um programa deste nível. Tivemos 10% de audiência no Ibope. Tanto a burguesia, assim como uma aldeia indígena que conheci, elogiavam o programa”.
-Fonte: Site da Agência Carta Maior, de 22/06/2006
  • “Nunca teve claro no Brasil uma literatura popular de alcance nacional, só a televisão consegue isso. Para muita gente a literatura é chata, para outros qualquer assunto que for tratar na televisão vai ficar banal. O “Entrelinhas” não é só educativo, é muito mais amplo, tem outras preocupações”, diz Ivan Marques, idealizador e diretor do programa.
-Fonte: Site da Agência Carta Maior, de 22/06/2006


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