Benito Mussolini

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Benito Mussolini ao lado de Adolf Hitler
Benito Mussolini
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Benito Amilcare Andrea Mussolini (29 de julho de 188328 de abril de 1945) foi um ditador italiano, líder do Partido Nacional Fascista.


  • "Não é difícil governar a Itália. É inútil."
(Governare gli italiani non è difficile, ma inutile.)
- Citado em Giulio Andreotti, Governare con la crisi, Rizzoli, 1991.
  • “Farei de minha vida uma Obra Prima!”
- Revista Times de 2 de Agosto de 1943.
  • "A poltrona e as pantufas são as ruínas do homem."
(La poltrona e le pantofole son le rovine dell'uomo.)
- Citado em "Mussolini, l'uomo e l'opera‎" - v.2 Página 110, de Giorgio Pini, Duilio Susmel - Publicado por La Fenice, 1955.
  • "A liberdade é um cadáver putrefato."
(La libertà è un cadavere putrefatto.)
- Citado em "Ali contro Mussolini: i raid aerei antifascisti degli anni Trenta"‎ - Página 230, de Franco Fucci - Publicado por Mursia, 1978 - 263 páginas.
  • "Se eu avançar sigam-me, se eu retroceder matem-me, se eu morrer, vinguem-me."
(Se avanzo seguitemi, se indietreggio uccidetemi, se muoio vendicatemi.)
- Scritti e discorsi di Benito Mussolini, Volume 5 - página 312, Benito Mussolini, Editora U. Hoepli.
  • "Vencer ou morrer."
- Em cartão enviado aos jogadores da seleção italiana na Copa do Mundo FIFA de 1934. A Itália foi a campeã e nenhum atleta morreu.
- Fonte: MAURÍCIO, Ivan. 90 minutos de sabedoria: a filosofia do futebol em frases inesquecíveis. Rio de Janeiro: Editora Garamond, 2002. 131 p. ISBN 85-86435-71-6.
  • “A luta contra o absurdo religioso é mais do que uma necessidade hoje em dia.”
- God Does Not Exist — 1904.
  • “Quando afirmamos que 'Deus não existe', pretendemos negar, com esta declaração, o Deus pessoal da teologia, aquele Deus que do nada criou o universo, do caos a matéria, aquele Deus dos atributos absurdos que é uma afronta a razão humana.”
- God Does Not Exist — 1904.
  • “Com cada nova descoberta da química, da física, da biologia, das ciências antropológicas, da aplicação prática de princípios sólidos, o dogma colapsa. É uma parte daquele velho edifício da religião que desmorona e cai em ruínas.”
- God Does Not Exist — 1904.
  • “Como é possível que a ideia de um criador seja reconciliada com a existência de órgãos atrofiados e raquíticos, com anomalias e monstruosidades, com a existência de dor, perpétua e universal, com os conflitos e as desigualdades entre seres humanos?”
- God Does Not Exist — 1904.
  • “A ciência está agora em vias de destruir o dogma religioso. O dogma da criação divina é reconhecido como absurdo.”
- God Does Not Exist — 1904.
  • “A Bíblia e a chamada moral cristã são dois cadáveres.”
- God Does Not Exist — 1904.
  • “A moralidade religiosa exibe nas suas origens os estigmas do autoritarismo precisamente porque pretende ser a revelação da autoridade divina.”
- God Does Not Exist — 1904.
  • “A religião é uma doença psicológica do cérebro.”
- God Does Not Exist — 1904.
  • “A história de muitos santos, beatificados pela igreja, é repugnante. Mostra nada mais do que uma profunda aberração do espírito humano em busca de quimeras extraterrestres.”
- God Does Not Exist — 1904.
  • “Se nos dias de hoje a Idade Média está confinada nas sombras densas dos conventos, deve-se ao triunfo do ceticismo; e se a doença epidêmica da religião não mais se manifesta com a terrível intensidade de outrora, deve-se a diminuição do poder político da Igreja.”
- God Does Not Exist — 1904.
  • “A faculdade que torna o homem diferente dos animais inferiores é o poder da sua racionalidade. Mas os crentes devotos renunciam a razão, se recusam a compreender as coisas que os rodeiam, os inúmeros fenômenos naturais, porque a fé religiosa que têm já é o bastante. O cérebro perde o hábito de pensar; e ébrio de religião lança a humanidade de volta ao animalismo.”
- God Does Not Exist — 1904.
  • “Todas as Nações procuram libertar-se o mais que possível da servidão econômica estrangeira.”
- Em discurso de 23 de março de 1926.
  • “A guerra econômica — a guerra invisível, inaugurada por Genebra contra a Itália — terminaria por dobrar um povo, mesmo se ele fosse composto de heróis.”
- Em discurso de 23 de março de 1926.
  • “O Regime Fascista não pretende estatizar ou, pior, funcionalizar a economia da Nação; basta controlá-la e discipliná-la por meio das Corporações.”
- Em discurso de 23 de março de 1926.
  • “Deve ser enfrentado o problema dos trabalhadores agrícolas, adventícios ou braceiros, segundo as linhas traçadas pelo Fascismo.”
- Em discurso de 23 de março de 1926.
  • “A pequena e a média indústria continuarão a depender da iniciativa e da responsabilidade individual, harmonizada no sentido nacional e social, pela autodisciplina corporativa.”
- Em discurso de 23 de março de 1926.
  • “A grande indústria que trabalha direta ou indiretamente para a defesa da Nação e que constituiu seus capitais por meio de subscrições de ações (...) assumirão um caráter especial na órbita do Estado. (...) o Estado já possui, por intermédio do Instituto de Reconstrução Industrial, um grande número, e frequentemente a maior parte, das ações dos principais grupos de indústrias que interessam a Defesa Nacional.”
- Em discurso de 23 de março de 1926.
  • “Em determinados ramos, [a intervenção do Estado] poderá tratar-se de uma gestão direta, em outros de uma gestão indireta e em outros, ainda, de um controle eficaz. Pode-se também pensar em empresas mistas, nas quais o Estado e os particulares formam o capital e organizam a administração comum. É perfeitamente lógico que, no Estado Fascista, esses grupos de indústrias cessem, mesmo de direito, de ter a fisionomia de empresas de caráter privado que, de fato, perderam inteiramente desde 1930-1931.”
- Em discurso de 23 de março de 1926.
  • “O Regime Fascista não admite que indivíduos e sociedades se aproveitem de um acontecimento que impõe à Nação os mais graves sacrifícios. O triste fenômeno dos enriquecidos com a guerra não se verificará mais na Itália.”
- Em discurso de 23 de março de 1926.
  • “A economia corporativa é multiforme e harmônica. O Fascismo nunca pensou em reduzi-la ao máximo denominador comum do Estado. Nunca sonhou em transformar em monopólio do Estado toda a economia da Nação, que as Corporações disciplinam e que o Estado limita no setor que interesse sua defesa (...). Nesta economia (...) os trabalhadores tornam-se, com iguais direitos e iguais deveres, colaboradores da empresa, com o mesmo título dos fornecedores de capital e dos diretores técnicos. Na era fascista, o trabalho nas suas infinitas manifestações constitui o metro único com o qual se mede a utilidade social dos indivíduos e dos grupos.”
- Em discurso de 23 de março de 1926.
  • “[A Economia] deve poder garantir a tranquilidade, o bem estar, a elevação moral e material das numerosas massas que compõe a Nação. Deverão ser diminuídas, e isto será feito com sistema fascista, as distâncias entre as diversas categorias de produtores, os quais reconhecerão as hierarquias do mais alto dever e da mais dura responsabilidade. Realizar-se-à na economia fascista esta mais alta justiça social que constitui (...) a aspiração suprema das multidões, na luta áspera e quotidiana contra as mais elementares necessidades da vida.”
- Em discurso de 23 de março de 1926.
  • “O sacrifício enfrentado pelo povo italiano, na África, é um imenso serviço prestado à civilização e à paz do mundo, e também a essas velhas potências coloniais que cometeram o incrível erro histórico de obstacular a nossa ação.”
- Em discurso de 23 de março de 1926.
  • “Hoje podemos afirmar que o modo de produção capitalista foi superado e, com ele, a teoria do liberalismo econômico que o explicou e o elogiou.”
- Em discurso de 14 de novembro de 1933.
  • “É necessário que, num dado momento, o operário, o trabalhador da terra, possa dizer a si mesmo e aos seus: hoje, graças às instituições que a Revolução Fascista criou, estamos realmente bem.”
- Em discurso de 14 de novembro de 1933.
  • “Devemos querer que os operários italianos, que nos interessam por serem operários italianos e fascistas, notem que não criamos instituições somente para dar forma às nossas teorias doutrinárias, mas criamos instituições que devem dar, num certo momento, resultados positivos, concretos, práticos e tangíveis.”
- Em discurso de 14 de novembro de 1933.
  • “O nosso Estado é um Estado orgânico, humano, intimamente ligado à realidade da vida.”
- Em discurso de 14 de novembro de 1933.
  • “A Câmara [dos Deputados] pressupõe um mundo que já demolimos; pressupõe a existência de diferentes partidos políticos e o ataque propositado ao espírito de trabalho. Desde o dia em que suprimimos esta pluralidade de partidos, a Câmara dos Deputados perdeu o motivo principal da sua existência.”
- Em discurso de 14 de novembro de 1933.
  • “Quando, a 13 de janeiro de 1923, se criou o Grande Conselho Fascista, os homens superficiais talvez pensaram: criou-se uma instituição. Não, nesse dia foi enterrado o liberalismo político.”
- Em discurso de 14 de novembro de 1933.
  • “Quando com a Milícia, força armada do Partido e da Revolução, e com a instituição do Grande Conselho, órgão supremo da Revolução, suprimimos o liberalismo teórico e prático, foi então que entramos definitivamente no caminho da Revolução. Hoje foi enterrado o liberalismo econômico.”
- Em discurso de 14 de novembro de 1933.
  • “O corporativismo supera o socialismo e supera o liberalismo; cria uma nova síntese.”
- Em discurso de 14 de novembro de 1933.
  • “Uma revolução para ser grande, para dar um cunho profundo à vida histórica de um povo, deve ser social.”
- Em discurso de 14 de novembro de 1933.
  • “Dada a crise geral do capitalismo, não há dúvida que, por toda a parte, se impõe soluções de tipo corporativo.”
- Em discurso de 14 de novembro de 1933.
  • “Não existe o fato econômico de interesse exclusivamente particular e individual. Desde o dia em que o homem se resignou ou se adaptou a viver com seus semelhantes, nenhum dos seus atos se inicia, se desenvolve, se conclui nele, sem que tenha repercussões que vão para lá da sua pessoa.”
- Em discurso de 12 de janeiro de 1934.
  • “A intervenção do Estado não é mais temida, é solicitada. O Estado deve intervir? Não há dúvida.”
- Em discurso de 12 de janeiro de 1934.
  • “Se a economia liberal é a economia dos indivíduos em estado de liberdade mais ou menos absoluta, a economia corporativa fascista é a economia dos indivíduos e também dos grupos associados e do Estado.”
- Em discurso de 12 de janeiro de 1934.
  • “Os princípios corporativos estabelecem a ordem na economia. Se há um fenômeno que deve ser ordenado e destinado a certos e determinados fins, este é, sem dúvida, o fenômeno econômico, que interessa a todos os cidadãos.”
- Em discurso de 12 de janeiro de 1934.
  • “Não somente a economia industrial deve ser disciplinada, mas também a economia agrícola, a economia comercial, a bancária e a do artesianismo.”
- Em discurso de 12 de janeiro de 1934.
  • “A massa anônima na sua qualidade de consumidora, não formando parte de organizações especiais, deve ser tutelada pelo órgão que representa a coletividade dos cidadãos.”
- Em discurso de 12 de janeiro de 1934.
  • “Não precipitamos os acontecimentos: estamos seguros de nós, porque, como a Revolução Fascista, temos ainda o século inteiro diante de nós.”
- Em discurso de 12 de janeiro de 1934.
  • “Não se trata [a economia fascista] da economia que se baseia no lucro individual, mas da economia que se preocupa do interesse coletivo.”
- Em discurso de 16 de outubro de 1934.
  • “A solução corporativa é a solução da auto-disciplina da produção, confiada aos produtores. Quando digo produtores, não incluo somente os industriais ou empregadores, mas refiro-me também aos operários.”
- Em discurso de 16 de outubro de 1934.
  • “O Fascismo estabelece a verdadeira e profunda igualdade de todos os indivíduos, em face do trabalho e da Nação.”
- Em discurso de 16 de outubro de 1934.
  • “O objetivo do Regime, no domínio econômico, é a realização de uma justiça social, mais elevada e equitativa, para o povo italiano.”
- Em discurso de 16 de outubro de 1934.
  • “Que significa esta justiça social mais elevada? Significa trabalho assegurado, salário equitativo, casa decente, e possibilidade de desenvolver-se e de alcançar o melhoramento progressivo e contínuo. Mas não basta: significa também que os operários, os trabalhadores, devem conhecer mais profundamente o processo da produção, e tomar parte ativa na sua organização.”
- Em discurso de 16 de outubro de 1934.
  • “Se o século passado foi o século do poder do capital, o atual é o século do poder e da glória do trabalho.”
- Em discurso de 16 de outubro de 1934.
  • “A ciência moderna conseguiu multiplicar as possibilidades da riqueza; esta ciência, controlada pela vontade do Estado, deve resolver o outro problema, que é o da distribuição da riqueza, de modo que não se verifique mais o fato ilógico, paradoxal e ao mesmo tempo cruel, da miséria no meio da abundância. Para esta grande criação, é necessário a união de todas as energias e de todas as vontades.”
- Em discurso de 16 de outubro de 1934.
  • “Não se pode admitir a inevitável miséria material, só podemos aceitar a triste fatalidade da miséria fisiológica. Não pode, pois, durar o absurdo das carestias artificialmente provocadas. Elas demonstram a clamorosa insuficiência do sistema.”
- Em discurso de 10 de novembro de 1934.
  • “Tendo-se reconhecido que a crise é do sistema – e isto é confirmado pelo que se tem observado – é necessário caminhar decididamente para a criação de um novo sistema: o nosso: a economia disciplinada, fortalecida, harmonizada, em vista principalmente de uma utilidade coletiva dos próprios produtores: empreendedores, técnicos, operários, através das Corporações criadas pelo Estado, o qual representa o todo, isto é, a outra face do fenômeno: o mundo do consumo.”
- Em discurso de 10 de novembro de 1934.
  • “Seria prematuro dizer quais desenvolvimentos poderá ter a organização corporativa na Itália e algures, sob o ponto de vista da criação e da distribuição dos bens; o nosso é um ponto de partida e não de chegada.”
- Em discurso de 10 de novembro de 1934.
  • “O corporativismo fascista representa o lado "social" da Revolução, ele emprega categoricamente todos os homens do Regime – em toda a parte e onde quer que eles estejam enquadrados – para garantir o seu desenvolvimento e a sua fecunda duração.”
- Em discurso de 10 de novembro de 1934.
  • “Muitas esperanças nesta época de confusão universal, de miséria aguda e de forte tensão política, acompanham, não só na Itália como no estrangeiro, o surgir das Corporações.”
- Em discurso de 10 de novembro de 1934.
  • “As qualidades da economia estatal e para-estatal fascista são definidas pela nossa doutrina e pelas nossas realizações, cada uma se desenvolvendo de forma gradual e harmônica como é a característica do Regime, cujo objetivo imutável é a elevação moral e material das massas trabalhadoras continuamente em progresso, cada vez mais intimamente ligadas à vida da Nação.”
- Na Assembleia Nacional das Corporações — 15 de maio de 1937.
  • “As vinte e duas corporações, ou seja, os órgão aos quais o Estado confia a auto-disciplina das classes produtoras, funcionaram com um ritmo intenso e fecundo; e muitas das suas deliberações tornaram-se leis do Estado.”
- Na Assembleia Nacional das Corporações — 15 de maio de 1937.
  • “Nestes últimos meses foram confiadas às corporações funções de importância capital, quais exatamente: o exame das novas instalações industriais, a determinação dos preços, dos salários e dos ordenados. Cada uma destas funções é de competência das corporações.”
- Na Assembleia Nacional das Corporações — 15 de maio de 1937.
  • “O fascismo está inteiramente de acordo com o Sr. Maynard Keynes, apesar de sua proeminente posição como um liberal. Na verdade, o excelente livreto do Sr. Keynes, O Fim do Laissez-Faire (1926), talvez sirva, em grande medida, como uma introdução útil à economia fascista. Nele não há muito ao que se opor e muito há a aplaudir.”
- Fonte: BARNES, James Strachey. Universal Aspects of Fascism, Williams and Norgate, London: UK, 1929, pp. 113-114.
  • “Socialismo significa a elevação e a purificação da consciência individual, e sua implantação será o resultado de uma larga série de esforços. Todos, na verdade, do profissional ao operário, podem por uma pedra neste edifício, realizando um ato socialista todos os dias e preparando, assim, a derrocada da sociedade existente.”
- Fonte: Opera Omnia II, p. 5.
  • “Os cidadãos no Estado fascista não são mais indivíduos egoístas que têm o direito antissocial de rebelar-se contra qualquer lei da Coletividade.”
- Fonte: Minha Autobiografia — 1928.

Atribuídas[editar]

  • "Provavelmente mentiroso; e maluco, com certeza."
- Benito Mussolini, respondendo a uma das provocações feitas pelo führer: "Num mundo inseguro existem apenas duas coisas em que se pode confiar: na insegurança da Itália e na de Mussolini".
- Fonte: Revista Veja, Edição 2000.
  • "Enterramos o cadáver pútrido da liberdade"
(We have buried the putrid corpse of liberty.)
- Citado em "Bolshevism, fascism and the liberal-democratic state" - página 4, Maurice Parmelee, J. Wiley & sons, inc., 1934, 430 páginas.
  • "Silêncio é a unica resposta que deves dar aos tolos. Porque onde a ignorância fala a inteligência não dá palpites!"
- Citado em "The Book of Italian Wisdom" - página 87, Antonio Santi, Citadel Press, 2003.
  • "Diga sim "silêncio."
- Revista Veja, 2007. Página 1978, escrita por Dorival Lopes

Sobre[editar]

  • "Num mundo inseguro existem apenas duas coisas em que se pode confiar: na insegurança da Itália e na de Mussolini."
- Adolf Hitler, líder nazista alemão, criticando o ditador italiano Benito Mussolini.
- Fonte: Revista Veja, Especial Século 20, Edição 1629, 22 de dezembro de 1999.
  • “Mussolini não era só mais um socialista; ele era o Lênin da Itália — o líder da facção revolucionária radical. E Mussolini não era só um "jornalista"; ele era o editor do Avanti!, o jornal oficial do Partido Socialista.”
- Bryan Caplan, economista norte-americano, em The Pageant of World History vs. Wikipedia: The Case of Mussolini — 20 de junho de 2012.
  • “Para os socialistas, obviamente, a apostasia de Mussolini não prova nada além da sua suprema maldade. Para todos os outros, contudo, a história das origens de Mussolini coloca toda a sua carreira sob uma nova luz. Quem vê as coisas de fora, observa o que quem se encontra do lado de dentro se nega a admitir: a fruta apóstata raramente cai longe da árvore ortodoxa.”
- Bryan Caplan, economista norte-americano, em The Pageant of World History vs. Wikipedia: The Case of Mussolini — 20 de junho de 2012.
  • “Sim, Mussolini percebeu que o socialismo e o nacionalismo combinados tinham mais apelo às massas do que o socialismo isoladamente. Sim, Mussolini percebeu que o socialismo seria mais forte se o aliasse com a Igreja ao invés de destruí-la. Sim, Mussolini percebeu que a completa e massiva expropriação da propriedade privada destruiria a economia. E sim, Mussolini percebeu que a palavra "socialismo" alienaria milhões de italianos que, de outra forma, se mostrariam receptivos à sua mensagem. Mas isto não faz de Mussolini um socialista radical que traiu tudo aquilo em que acreditava, mas sim um socialista radical que se livrou de alguns dogmas socialistas periféricos que o separavam do poder absoluto. Se tivesse mantido a etiqueta socialista e evitado a aliança com Hitler, talvez Mussolini fosse hoje um ícone da esquerda tão grande como Che Guevara.”
- Bryan Caplan, economista norte-americano, em The Pageant of World History vs. Wikipedia: The Case of Mussolini — 20 de junho de 2012.
  • “Benito Mussolini, em inúmeras ocasiões, identificou suas políticas econômicas com 'capitalismo de Estado' — a mesma terminologia usada por Vladimir Lênin para introduzir a sua Nova Política Econômica.”
- L.K. Samuels em A economia socialista do fascismo italiano — 6 de julho de 2015.
  • “Na sua essência, o fascismo de Mussolini foi simplesmente uma imitação da 'terceira via' de Lênin, que combinava mecanismos típicos de mercado com socialismo — semelhante ao 'socialismo de mercado' da China Vermelha.”
- L.K. Samuels em A economia socialista do fascismo italiano — 6 de julho de 2015.
  • “Mussolini achava muito das teorias econômicas de John Maynard Keynes consistentes com o fascismo.”
- L.K. Samuels em A economia socialista do fascismo italiano — 6 de julho de 2015.
  • “As teorias fascistas italianas do corporativismo surgiram do sindicalismo nacional e do sindicalismo revolucionário que frequentemente conciliavam as atividades dos sindicatos, guildas de ofício e sociedades profissionais. Mussolini reconhecia as raízes e influências socialistas do fascismo. Entre os que influenciaram o fascismo, conforme reconhecido por Mussolini, estão o marxista Georges Sorel e o pioneiro do sindicalismo revolucionário Hubert Lagardelle, ambos franceses. Aliás, Mussolini era adepto do sindicalismo: decretou obrigatória a organização de todos os trabalhadores italianos em sindicatos. É verdade que Mussolini proibiu greves, mas Lênin fez a mesmíssima coisa na União Soviética.”
- L.K. Samuels em A economia socialista do fascismo italiano — 6 de julho de 2015.
  • “Mussolini dobrou o número de burocratas italianos sob uma gigantesca burocracia de comitês. Em 1934, a cada cinco italianos um trabalhava para o governo.”
- L.K. Samuels em A economia socialista do fascismo italiano — 6 de julho de 2015.