Leonardo Boff

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Leonardo Boff
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Leonardo Boff, pseudônimo de Genésio Darci Boff (nasceu em Concórdia, Santa Catarina, aos 14 de dezembro de 1938), teólogo e filósofo brasileiro. .


  • “O teólogo da libertação não é um intelectual de gabinete, é antes um `intelectual orgânico`, um `teólogo militante`, que se situa dentro da caminhada do povo de Deus e articulado com os responsáveis da pastoral. Ele conserva certamente um pé num centro de reflexão e outro na vida da comunidade.”
- Leonardo e Clóvis Boff. Como fazer teologia da libertação, p. 37-38.
  • “Lula, mais do que os crimes a que responde, feriu de golpe a esquerda no Brasil.”
- Fonte: Diário Conquistense — 24 de abril de 2017.
  • "Quando alguém teme a verdade passa a controlar e a reprimir."
- "O caminhar da Igreja com os oprimidos: do vale de lágrimas à terra prometida" - Página 197; de Leonardo Boff; Publicado por CODECRI, 1980 - 252 páginas
  • "Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender como alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão do mundo."
- "A águia e a galinha: uma metáfora da condição humana" - Página 9; de Leonardo Boff - Publicado por Editora Vozes, 1998 ISBN 8532618456, 9788532618450 - 206 páginas
  • "Nenhum ser humano é uma ilha... por isso não perguntem por quem os sinos dobram. Eles dobram por cada um, por cada uma, por toda a humanidade. Se grandes são as trevas que se abatem sobre nossos espíritos, maiores ainda são as nossas ânsias por luz. (...) As tragédias dão-nos a dimensão da inumanidade de que somos capazes. Mas também deixam vir à tona o verdadeiramente humano que habita em nós, para além das diferenças de raça, de ideologia e de religião. E esse humano em nós faz com que juntos choremos, juntos nos enxuguemos as lágrimas, juntos oremos, juntos busquemos a justiça, juntos construamos a paz e juntos renunciemos à vingança."
- in: Manifesto pela concórdia e pela paz
- a expressão "Nenhum ser humano é uma ilha" é baseada em Thomas Merton; do livro "Homem algum é uma ilha"; de Thomas Merton; Do original em inglês : "No Man is an Island".
  • “Se grandes são as trevas que se abatem sobre nossos espíritos, maiores ainda são as nossas ânsias por luz”.
- in: Manifesto pela concórdia e pela paz
  • "A chave do místico é procurar ver o que está por trás de cada coisa, o que a constitui e sustenta. Não ficar preso ao superficial, - mas fazer de tudo um símbolo, um sinal, um sacramento, uma imagem".
- "Mística e espiritualidade" - Página 104; de Leonardo Boff e Frei Betto; Publicado por Editora Garamond; ISBN 8576170523, 9788576170525
  • Para quem tem a "experiência de Deus, o mundo é uma grande mensagem".
- "Mística e espiritualidade" - Página 104; de Leonardo Boff e Frei Betto; Publicado por Editora Garamond; ISBN 8576170523, 9788576170525
  • "A crise representa purificação e oportunidade de crescimento. Não precisamos recorrer à palavra chinesa de crise para saber dessa significação. Basta recordar o sânscrito, matriz de nossa língua. Em sânscrito, crise vem de kir ou kri que significa purificar e limpar. De kri, vêm crisol, elemento químico com o qual limpamos ouro das gangas, e acrisolar, que quer dizer depurar. Então, a crise representa um processo crítico, de depuração do cerne: só o verdadeiro e substancial fica, o acidental e agregado desaparece. A partir do cerne se constrói uma outra ordem."
- artigo "Crise: tragédia ou drama?", publicado em 23/01/2004, na Alai (Agencia Latinoamericana de Informacion
  • "(...) Em grego, krisis, crise, significa a decisão tomada por um juiz ou um médico. O juiz pesa e sopesa os prós e os contras e o médico conjuga os vários sintomas; então, ambos tomam a decisão pelo tipo de sentença ou pelo tipo de doença. Esse processo decisório é chamado crise. O Evangelho de São João usa 30 vezes a palavra crise no sentido de decisão. Jesus comparece como a crise do mundo, pois obriga as pessoas a se decidirem."
- artigo "Crise: tragédia ou drama?", publicado em 23/01/2004, na Alai (Agencia Latinoamericana de Informacion
  • "Esse povo de Porto Alegre se faz guardião da humanidade mínima. Afirma a possibilidade real de vivermos juntos como humanos e nos mostra como devemos passar de uma consciência de nação e de classe a uma consciência de espécie".
- no texto "Qual globalização?", no Fórum Social Mundial de 2002.
  • "Marx nunca foi pai nem padrinho da Teologia da Libertação que ajudei a formular.".
- no texto "Contra a Imbecilidade do Atual Anticomunismo", em seu blog pessoal.
  • "Hoje nos encontramos numa fase nova na humanidade. Todos estamos regressando à Casa Comum, à Terra: os povos, as sociedades, as culturas e as religiões. Todos trocamos experiências e valores. Todos nos enriquecemos e nos completamos mutuamente. (...)"
-Casamento entre o céu e a terra. Salamandra, Rio de Janeiro, 2001. pg 09.
  • "(...) Vamos rir, chorar e aprender. Aprender especialmente como casar Céu e Terra, vale dizer, como combinar o cotidiano com o surpreendente, a imanência opaca dos dias com a transcendência radiosa do espírito, a vida na plena liberdade com a morte simbolizada como um unir-se com os ancestrais, a felicidade discreta nesse mundo com a grande promessa na eternidade. E, ao final, teremos descoberto mil razões para viver mais e melhor, todos juntos, como uma grande família, na mesma Aldeia Comum, generosa e bela, o planeta Terra."
-Casamento entre o céu e a terra. Salamandra, Rio de Janeiro, 2001. pg 09.

Atribuídas[editar]

  • "Captar Deus é tê-Lo em todas as dimensões da vida, não apenas em situações privilegiadas, como quando se comunga ou se reza. Ter a experiência de Deus sempre - andando na rua, respirando o ar poluído, alegrando-se, tomando cerveja, procurando entender um texto que se esteja estudando. Deus vem misturado com tudo isto; e qualquer situação é suficientemente boa para capta-Lo e dizer: "Ele anda connosco".
- citado por Paulo Coelho, em "Maktub", Da Mística.

Mal atribuídas[editar]

  • "Os mortos são apenas invisíveis, mas não ausentes."
- expressão semelhante à de Victor Hugo: "os mortos são invisíveis, mas eles não estão ausentes." (Les morts sont invisible, mais pas absent.); em discurso de sepultamento de noiva de seu segundo filho