Mar

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Mar é uma larga expansão de água salgada conectada com um oceano. O termo também é usado para grandes lagos salinos que não tem saída natural, como o "Mar Cáspio" e o "Mar da Galiléia". O termo é usado num sentido menos geográfico para designar uma parte do oceano, como mar tropical ou água do mar se referindo às águas oceânicas.


- Amyr Klink em entrevista à Revista Playboy, em abril de 1993
  • "A natureza feminina é como o mar: cede à pressão mais fraca e suporta as cargas mais pesadas."
- Die weibliche Natur ist wie das Meer: sie gibt dem leisesten, schwächsten Druck nach und trägt doch die schwersten Lasten
- Rasmus Nielsen citado em "Il libro dei mille savi: massime, pensieri, aforismi, paradossi, di tutti i tempi e di tutti i paesi, accompagnati dal testo originale e dalla citazione delle fonti"‎ - Página 263, de Fernando Palazzi, Silvio Spaventa Filippi - Publicado por U. Hoepli, 1945 - 1095 páginas
- in den heiligen Ehestand trete, dass auch er sich hinauswage auf jenes hohe Meer, für welches noch kein Kompass erfunden worden
- Sämmtliche Werke - vol. 11, página 411, de Heinrich Heine, publicado por Hoffmann und Campe, 1868
- Provérbios curdos
- Léon Blum
  • "Só jogue no rio (ou no mar)o que o peixe pode comer".
- Ziraldo
  • "O escritor é o peixe de mar profundo".
- Carlos Heitor Cony
  • "Bach não um riacho, mas um mar."
- Bach sollte nicht Bach, sondern Meer heißen
- trocadilho com o sobrenome Bach, que significa riacho em alemão.
- citado em Beethoven's Leben - página 656, Ludwig Nohl, Editora Ambr. Abel, 1827, 975 páginas
  • “Quando o mar está calmo todo o mundo pode ser timoneiro.”
- Públio Siro
  • Aqui eu te amo e em vão te oculta o horizonte.
Estou a amar-te ainda entre estas frias coisas.
As vezes vão meus beijos nesses barcos solenes,
que correm pelo mar rumo a onde não chegam.
- Pablo Neruda no poema "Aqui eu te amo"
  • Logo que deitas na areia
O mar se espreguiça e vem
Qual amante ciumento
Matar saudades de alguém."
- Alcione Sortica in: Areia, livro Cacos do Tempo, 2005
- Les vertus se perdent dans l’intérêt comme les fleuves se perdent dans la mer
- Réflexions: Ou, Sentences Et Maximes Morales de La Rochefoucauld‎ - item CLXXI, Página 49, de François La Rochefoucauld, Louis-Aimé Martin - Publicado por Lefèvre, 1822 - 221 páginas
  • "Eu não sei como eu posso parecer ao mundo, mas para mim, eu pareço ser apenas como uma criança brincando na beira do mar, divertindo-me e encontrando um seixo mais liso ou uma concha mais bonita do que o ordinário, enquanto o grande oceano da verdade permanece todo indescoberto diante de mim."
- I do not know what I may appear to the world, but to myself I seem to have been only like a boy playing on the sea-shore, and diverting myself in now and then finding a smoother pebble or a prettier shell than ordinary, whilst the great ocean of truth lay all undiscovered before me.
- Isaac Newton citado em "Memoirs of the Life, Writings, and Discoveries of Sir Isaac Newton" (1855) por Sir David Brewster (Volume II. Ch. 27).
  • "Beneficiar vilões é deitar água no mar."
- Miguel de Cervantes
  • "A riqueza influencia-nos como a água do mar. Quanto mais bebemos, mais sede temos".
- Der Reichthum gleicht dem Seewasser: je mehr man davon trinkt, desto durstiger wird man.
- Parerga und Paralipomena: kleine philosophische Schriften, Volume 1‎ - Página 366, Arthur Schopenhauer, Julius Frauenstädt - Hayn, 1862 - 530 páginas
  • "O mar é uma extensão sem fim onde os maiores barcos parecem pequenos pontos; nada além do céu por cima e por baixo apenas água; quando o mar está calmo, o coração do marinheiro fica destroçado; quando está tempestuoso, os seus sentidos titubeiam. Confiai pouco nele, temei-o muito. No mar, o homem é um insecto numa lasca de madeira, ora por ele engolido, ora aterrado de morte."
- Amr Ibn al-As, general árabe do Século VII
  • A mari usque ad mare
    • Tradução: "Do mar para o mar," lema do Canadá.
- Provérbios latinos
  • "Você não quer nadar no pântano. Venha agora, venha e vamos tomar banho no mar!"
- Du mochtest im Sumpfe nicht schwimmen. Komm nun, komm, und laß uns baden in offener See !
- Hyperion: Empedokles‎ - Página 129, Friedrich Hölderlin - E. Lichtenstein, 1921 - 398 páginas
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