Thomas More

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São Thomas More, por vezes latinizado em Thomas Morus ou aportuguesado em Tomás Moro ( Londres, 7 de fevereiro de 1478 - Londres, 6 de julho de 1535) foi por um breve período o Lord Chancellor (alto cargo governativo) da Inglaterra do Rei Henrique VIII e teve uma reputação europeia de um autor humanista.


Obras[editar]

Utopia (1516)[editar]

  • "A qualquer um, nada agrada tanto quanto as suas próprias opiniões."
- Utopia, Página 11, Sir Thomas More (Saint) - Prefácio: João Almino; Tradução: Anah de Melo Franco - IPRI, 2004 - 167 páginas.
- "Et certe sic est natura comparatum, ut sua cuique inuenta blandiantur."
- De Optimo Reipublicae Statu, Deque nova insula Utopia. Página 34, Thomas More - Froben, 1518 - 190 páginas.
  • "São muito numerosos os nobres que vivem ociosamente como verdadeiros zangões; eles vivem do suor dos outros e esfolam e sugam o sangue dos vassalos que vivem em suas terras."
- Utopia, Página 14, Sir Thomas More (Saint) - Prefácio: João Almino; Tradução: Anah de Melo Franco - IPRI, 2004 - 167 páginas.
- "Tantus est ergo nobilium numerus, qui non ipsi modo degant ociosi tanquam fuci laboribus aliorum, quos puta suorum praediorum colonos augendis reditibus ad uiuum usque radunt."
- De Optimo Reipublicae Statu, Deque nova insula Utopia. Página 36, Thomas More - Froben, 1518 - 190 páginas.
  • "Deus retirou ao homem o direito sobre a vida dos outros, e mesmo sobre a sua, e os homens poderiam acordar entre si, circunstâncias autorizando que se matassem reciprocamente? Isentos de lei divina, quando deus não lhe previu nenhuma excepção, os contratantes enviariam para a morte aqueles que a ela tivessem sido condenados por um julgamento humano?"
- Utopia, Página 13, Thomas More - Atlântico Press, 2013 - 95 páginas.
- "Deus non alienae modo, uerum etiam suae cuique mortis ius ademerit, si hominum inter se consensus de mutua cede, certis placitis consentientium, adeo debet ualere, ut illius praecepti uinculis eximat suos satellites, qui sine ullo exemplo dei, eos interemerint, quos humana sanctio iussit occidi;"
- De Optimo Reipublicae Statu, Deque nova insula Utopia. Página 44, Thomas More - Froben, 1518 - 190 páginas.
  • "Estou plenamente convencido de que, a menos que a propriedade privada seja completamente abolida, não é possível haver distribuição justa de bens e nem a humanidade pode ser governada adequadamente.
- Utopia, Página 43, Sir Thomas More (Saint) - Prefácio: João Almino; Tradução: Anah de Melo Franco - IPRI, 2004 - 167 páginas.
- "Adeo mihi certe persuadeo, res aequabili ac iusta aliqua ratione distribui, aut feliciter agi cum rebus mortalium, nisi sublata prorsus proprietate, non posse."
- De Optimo Reipublicae Statu, Deque nova insula Utopia. Página 66, Thomas More - Froben, 1518 - 190 páginas.

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  • Pela sentença o réu era condenado "a ser suspenso pelo pescoço" e cair em terra ainda vivo. Depois seria esquartejado e decapitado. Em atenção à importância do condenado o rei, "por clemência", reduziu a pena a "simples decapitação". Ao tomar conhecimento disto, Tomás comentou: "Não permita Deus que o rei tenha semelhantes clemências com os meus amigos." No momento da execução suplicou aos presentes que orassem pelo monarca e disse que "morria como bom servidor do rei, mas de Deus primeiro."

Sobre[editar]

  • De Morus teria dito Erasmo: "É um homem que vive com esmero a verdadeira piedade, sem a menor ponta de superstição. Tem horas fixas em que dirige a Deus suas orações, não com frases feitas, mas nascidas do mais profundo do coração. Quando conversa com os amigos sobre a vida futura, vê-se que fala com sinceridade e com as melhores esperanças. E assim é More também na Corte. Isto, para os que pensam que só há cristãos nos mosteiros."
- (João Paulo II, (31.10.2000) ao proclamá-lo patrono dos governantes).
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