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Oscar Niemeyer

Origem: Wikiquote, a coletânea de citações livre.
Oscar Niemeyer
Oscar Niemeyer
Nascimento Oscar Ribeiro de Almeida Niemeyer Soares Filho
15 de dezembro de 1907
Rio de Janeiro
Morte 5 de dezembro de 2012 (104 anos)
Rio de Janeiro
Sepultamento Cemitério de São João Batista
Cidadania Brasil
Cônjuge Annita Baldo, Vera Lúcia Cabreira
Filho(a)(s) Anna Maria Niemeyer
Alma mater
  • Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro
Ocupação arquiteto, designer, professor universitário, escritor, político, urbanista
Prêmios
  • Comandante da Legião de Honra (2007)
  • Cavaleiro Comandante da Ordem de São Gregório Magno
  • Medalha de Ouro do RIBA (1998)
  • Prémio Princesa das Astúrias para as Artes (1989)
  • Praemium Imperiale (2004)
  • Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico
  • Comendador da Ordem do Infante Dom Henrique
  • Ordem da Amizade dos Povos
  • Ordem da Amizade
  • Prémio Pritzker (Brasil, 1988)
  • Prêmio Lenin da Paz (1963)
  • Ordem do Mérito Cultural (Brasil) (2007)
  • Comendador das Artes e das Letras
  • honorary citizen of New York (1939)
  • Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada
  • Doctor honoris causa pela Universidade de Brasília
  • Cavaleiro da Legião de Honra
  • Condecoração Austríaca de Ciência e Arte
  • Ordem de Rio Branco
  • Ordem Militar de Sant'Iago da Espada
  • Ordem do Infante Dom Henrique
  • Oficial da Legião de Honra
  • Ordre des Arts et des Lettres
  • Ordem de São Gregório Magno
  • Ordem de José Martí
  • Ordem al Mérito Docente y Cultural Gabriela Mistral
Empregador(a) Universidade Federal do Rio de Janeiro
Obras destacadas Catedral Metropolitana de Brasília, Sede do Jornal l’Humanité, Torre de TV Digital de Brasília, Auditório Ibirapuera, Museu de Arte Contemporânea de Niterói, Palácio do Congresso Nacional, Palácio do Planalto, Palácio da Alvorada, Palácio do Supremo Tribunal Federal, Sede do Partido Comunista Francês, Conjunto Arquitetónico da Pampulha
Religião ateísmo
Causa da morte paragem cardíaca
Página oficial
http://www.niemeyer.org.br
Assinatura

Oscar Niemeyer (1907 - 2012) foi um arquiteto brasileiro.


Verificadas[editar]

  • "De um traço nasce a arquitetura. E quando ele é bonito e cria surpresa, ela pode atingir, sendo bem conduzida, o nível superior de uma obra de arte."
- "Conversa de arquiteto" - página 9, Oscar Niemeyer - Revan, 1993 - 54 páginas
  • "Quando uma forma cria beleza tem na beleza sua própria justificativa."
- "Meu sósia e eu", Oscar Niemeyer - Editora Revan, 1992, ISBN 8571060401, 9788571060401 - 121 páginas
  • "A gente tem é que sonhar, senão as coisas não acontecem".
- revista Caros Amigos, conforme citado em "Teoría & debate: revista trimestral do Partido dos Trabalhadores", Volume 19, Edições 64-68, Partido dos Trabalhadores (Brazil) - 2005
  • "Enquanto houver miséria e opressão, ser comunista é a nossa decisão"
- citado em "PCB, 80 anos de luta" - página 167, Hiran Roedel - Fundação Dinarco Reis, 2002 - 183 páginas
  • "Vocês vão ver os palácios de Brasília, deles podem gostar ou não, mas nunca dizer terem visto antes coisa parecida."
- Minha arquitetura - página 62, Oscar Niemeyer - Editora Revan, 2002 - 92 páginas
  • "A vida nos leva pra onde ela quer. Cada um vem, escreve sua historinha e vai embora. Não vejo segredo em levar a vida".[1]
  • "Centenário é o cacete"
- (a respeito de 100º aniversário para a revista Domingo, do Jornal do Brasil) [2]
  • "Quando eu faço o projeto, a gente pensa que a decoração é uma coisa qualquer, que não tem grande importância para a arquitetura, mas ela é suficiente para destruir a arquitetura. Os que fazem decoração não compreenderam até hoje que o importante na decoração são os espaços vazios, os espaços entre um grupo e outro. Então, enchem de móveis e fica uma merda."[3]
  • "Não há nada mais importante que a mulher, o resto é bobagem. É ou não é?"
- sobre as mulheres
- Fonte: Revista IstoÉ Gente. Edição 373
  • “Esse negócio de centenário eu acho ridículo. O importante é a vida, o passado e principalmente o presente. A arquitetura é secundário”.[4]
  • "Alcançar essa idade é uma merda, mas é bom." [5]
  • "O mais importante não é a arquitetura, mas a vida, os amigos e este mundo injusto que devemos modificar".
- entrevista à Revista IstoÉ, edição 132, 11/02/2002
  • "Nem meus amigos, que me ajudaram muito, como o JK, entendiam. As pessoas viam os projetos e diziam: 'Que bonito!' Mas não estavam entendendo nada."
- Falando sobre seu projeto de construção de Brasília; citado em Revista Veja, Especial 2000
  • "Cem anos é uma bobagem, depois dos 70 a gente começa a se despedir dos amigos. O que vale é a vida inteira, cada minuto também, e acho que passei bem por ela".
- citado em Uol Notícias, 12/12/2007
  • "Meu trabalho não tem importância, nem a arquitetura tem importância pra mim. Para mim o importante é a vida".
- entrevista a Isabel Murray; Portal BBC Brasil, 20 de abril, 2001
  • "Meu trabalho não tem importância, nem a arquitetura tem importância pra mim. Para mim o importante é a vida, a gente se abraçar, conhecer as pessoas, haver solidariedade, pensar num mundo melhor, o resto é conversa fiada."
- entrevista a Isabel Murray; Portal BBC Brasil, 20 de abril, 2001
  • "Eu não dou a menor importância a dinheiro. Nem à própria vida. A vida é um sopro, um minuto. A gente, nasce, morre. O ser humano é um ser completamente abandonado..."
- entrevista a Isabel Murray; Portal BBC Brasil, 20 de abril, 2001
  • "O trabalho me distrai. Na minha idade a gente não pode ficar desocupado, que só pensa besteira."
- (aos 93 anos); entrevista a Isabel Murray; Portal BBC Brasil, 20 de abril, 2001
  • "Não entendo quem tem medo dos vãos livres. O espaço faz parte da arquitetura".
- Sem rodeios: conto, Oscar Niemeyer - Editora Revan, 2006, ISBN 8571063397, 9788571063396 - 53 páginas
  • "O governo Lula pela primeira vez deixou o povo brasileiro sorrir um pouco".
- Em 2010, ao declarar voto em Dilma Rousseff[6]
  • "Estou surpreso. Sou apenas um arquiteto."
- Oscar Niemeyer, arquiteto, ao receber o prêmio de Intelectual do Ano de 2004, concedido pelo Fórum do Rio de Janeiro; citado em Revista ISTOÉ Gente, edição 280, 20/12/2004
  • "A gente quer se informar melhor sobre tudo, aprender outras coisas. O importante é a pessoa ser curiosa. Não é um interesse de um intelectual, é um interesse de um sujeito normal que sente a vida, que é solidário, que acha que o mundo pode ser melhor, que um dia o homem possa ter prazer em ajudar o outro, é isso que é a generosidade num certo sentido. E o ser – humano, é verdade, a perspectiva dele é muito pouco."
- Em entrevista para Paulo Henrique Amorim. [7]

Referências[editar]