Luis Fernando Verissimo

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Luis Fernando Verissimo (nasceu dia 26 de setembro de 1936, em Porto Alegre - RS, Brasil) é um romancista e cronista brasileiro. Um dos autores brasileiros mais populares no Brasil no final da década de 1990 e começo do século XXI. Graças a essa popularidade o escritor é alvo de diversos textos que lhe são atribuídos falsamente.



  • "Ninguém é uma coisa só, nós todos somos muitos."
- do conto Obsessão. Em: Os últimos quartetos de Beethoven e outros contos. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013. 162 p.
  • "Só o futebol permite que você sinta aos 60 anos exatamente o que sentia aos 6. Todas as outras paixões infantis ou ficam sérias ou desaparecem, mas não há uma maneira adulta de ser apaixonado por futebol. Adulto seria largar a paixão e deixar para trás essas criancices: a devoção a um clube e às suas cores como se fosse a nossa outra nação, o desconsolo ou a fúria assassina quando o time perde, a exultação guerreira com a vitória. Você pode racionalizar a paixão, fazer teses sobre a bola, observações sociológicas sobre a massa ou poesia sobre o passe, mas é sempre fingimento. É só camuflagem. Dentro do mais teórico e distante analista e do mais engravatado cartola aproveitador existe um guri pulando na arquibancada."
- No livro Time dos Sonhos - Paixão, poesia e futebol. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011. 144 p.
  • "A minha musa inspiradora é o meu prazo de entrega".
- Fonte: Revista IstoÉ Edição 1642
- Fonte: Revista ISTO É, Edição 1737
  • "Só quando ele fermentou um pouco mais..."
- Ao responder a uma criança que lhe perguntou se gosta de suco de uva - citado na Revista Isto É Gente n.310
  • "Por alguma razão, nada me parece tão lúbrico e devasso quanto anões besuntados numa orgia. Mas não falo por experiência."
- Em entrevista à revista Oi
  • "Homem é como fruta. Você tem que pegá-los maduros, quando não estão mais verdes e ainda não começaram a apodrecer. Mas é um instante fugidio."
- No livro Orgias.
  • "Constancia Nureto, advogada: "Tem homem que pensa que 'educação sexual' quer dizer bater antes de entrar".
- No livro Orgias.
  • "O fato de viver numa casa em que havia livros e o livro era uma coisa importante. Determinou o meu gosto pela leitura e, eventualmente, meu trabalho. A escola teve pouco a ver com isso. Eu era um péssimo aluno e aproveitei muito pouco da escola. Era ótimo em geometria e nunca mais precisei da geometria na vida".
- em entrevista a Luiz Costa Pereira Jr., colunista do site UOL, concedida em outubro de 2005.
  • "Comecei a escrever profissionalmente aos 30 anos, quando fui trabalhar na imprensa, depois de tentar outras coisas que não deram certo. Na época, não se precisava ter diploma para começar no jornalismo. Comecei como copidesque e, eventualmente, passei a ter um espaço assinado e me tornei cronista. Antes, além de umas traduções do inglês, nunca tinha escrito nada, e não tinha idéia de ser escritor. Se o fato de ter um pai escritor me inibiu? Conscientemente, não. Inconscientemente, talvez. Às vezes, fico tentado a inventar algum grande drama edipiano entre meu pai e eu para satisfazer a expectativa das pessoas, mas nunca houve isso".
- em entrevista a Luiz Costa Pereira Jr., colunista do site UOL, concedida em outubro de 2005.
  • "A principal matéria-prima para a crônica são as relações humanas. O modo como as pessoas se amam, se enganam, se aproximam ou se afastam num ambiente social definido. Ou qualquer outra coisa".
- em entrevista a Luiz Costa Pereira Jr., colunista do site UOL, concedida em outubro de 2005.
  • "Eu era contra a crase até aprender a usá-la. Hoje, eu a defendo, para não concluir que perdi meu tempo".
- em entrevista a Luiz Costa Pereira Jr., colunista do site UOL, concedida em outubro de 2005.
  • "Nada separa as classes como a língua. Fora a renda, claro".
- em entrevista a Luiz Costa Pereira Jr., colunista do site UOL, concedida em outubro de 2005.
  • "No Brasil o fundo do poço é apenas uma etapa."
- citado em Exame‎ - Página 113, 1993
  • "Os americanos salvaram o mundo ... E ficaram com ele."
- Sobre a intervenção americana na 2ª Guerra Mundial.
  • "A multiplicidade humana é isso. A tragédia é essa. Dois nunca são só dois, são dezessete de cada lado. E quando você pensa que conhece todos, aparece o décimo oitavo."
- em “Os últimos quartetos de Beethoven e outros contos”. Rio de Janeiro: Objetiva, 2013

Atribuídas[editar]

  • "A única pessoa realmente livre é aquela que não tem medo do ridículo."
- Luis Fernando Verissimo como citado in: De Clone a Clown: - Página 50, Vitor Briga - Vida Economica Editorial, 2012, ISBN 9727885179, 9789727885176, 224 páginas