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Discussão:Luis Fernando Verissimo

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Luís Fernando Só existe a morte dos outros, a nossa não. Tenho essa frase escrita no meu fusca (entre outras, como "fora Lula", "que se vayan todos", "mantenha distância, eu não mato cachorro", "pobreza deus castiga" etc.) já há mais de dez anos. Certamente você não a viu, porque raramente vou a POA, mas deve ter chegado concluído iso por outros caminhos: morre-se quando se entende que morte não existe. É um insight sempre acompanhado de chuva persistente: quando e morre chove... Veja só o José Arcádio jogado num trem como morto pelo García Marquez. Choveu três anos... Abarço Roberto R. Baldino

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Pelo amor de Deus! Até aqui numa dita "enciclopédia" atribuem um texto obviamente falso ao Luis Fernando Veríssimo!!! Claro que aquele texto do final (como roubar um coração) não é dele! Basta conhecer um pouquinho seu estilo pra ver que trata-se de enumeração brega de clichês baratos que nunca teria sido escrita por ele! Espero que alguém retire esse mico! MEGarcia

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