Tsunessaburo Makiguti
Aparência
| Tsunessaburo Makiguti | |
|---|---|
| Nascimento | 6 de junho de 1871 Kashiwazaki |
| Morte | 18 de novembro de 1944 (73 anos) Tóquio |
| Cidadania | Japão |
| Ocupação | filósofo, educador |
Tsunessaburo Makigutifoi um filósofo humanista.
Verificadas
[editar]- "O objetivo da educação deve coincidir com a finalidade maior da vida daqueles que estão sendo educados."[1]
- "É função da educação orientar a vida inconsciente para a consciência, a vida sem valor para o valor, a vida irracional para a razão."[2]
- "Começamos reconhecendo que o ser humano não pode criar matéria. Pode, no entanto, criar valores. A criação de valores é, na realidade, a essência da natureza humana. Quando elogiamos pessoas por sua "força de caráter", estamos, na verdade, reconhecendo sua capacidade superior de criar valores."[3] [4]
- "A transferência de conhecimento não é, e nunca poderá ser, o objetivo da educação. O objetivo da educação é orientar o processo de aprendizagem, colocando a responsabilidade nas mãos do próprio estudante."[5]
- "O estudo não deve ser visto como preparação para a vida; ao contrário, ele deve acontecer enquanto se vive, e o viver acontece em meio ao estudo. Estudo e vida real precisam ser considerados mais que paralelos; pois devem trocar informações entre si e as interpretar de acordo com cada contexto, o estudo na vida e a vida no estudo, por toda a existência do indivíduo.Neste sentido, o que passa a ser ponto principal das mudanças propostas não é o melhor orçamento econônmico dos programas escolares, mas a introdução da alegria e o gosto pelo trabalho. [6]
- "A verdadeira felicidade só é alcançada compartilhando-se as tentativas e sucessos dos outros membros da comunidade.É fundamental, portanto, que qualquer conceito genuíno de felicidade contenha a promessa de comprometimento total com a vida da sociedade."[7]
- "Para chegarmos a uma definição correta de felicidade, é essencial um exame da relação entre felicidade e riqueza. Nada tem tanto poder de destruir a felicidade individual e o bem-estar social quanto a riqueza e os usos que dela se faz, sendo um dos aspectos da vida em que o pensamento é mais confuso e tem resultados muito desastrosos. Alfred Nobel colocou isso bem ao afirmar que é possível herdar riqueza, mas é impossível herdar felicidade. É uma lição importante para esta época de competição implacável e materialismo obsessivo. É preciso repensar o que realmente tem valor. Com isto, ricos e pobres, patrões e empregados vivenciariam uma descoberta muito importante, principalmente se interrompessem por um momento o ódio e a violência. Se pudéssemos colocar essas verdades em uma linguagem simples e acessível, creio que as pessoas começariam a pensar em melhorar a sociedade, procurando os meios para esse fim e, eventualmente, traria mais felicidade a todos."[8]
- "Segundo um velho ensinamento japonês, a boa sorte não cai do céu, nem brota da terra, ou nos visita de repente, vinda de longe. Ela tem origem nas ações da virtude e, portanto, é apenas outro nome para o estado espiritual em que a pessoa se encontrava. As bênçãos verdadeiras recaem sobre os humildes, nos que trabalham para o bem-esta da família e seguem as Cinco Relações. De modo inverso, a má sorte também não acontece por acaso. As desventuras que nos aniquilam e roubam nossa vida surgem da inversão da ordem natural do mundo, através do egoísmo e da desconsideração, das deslealdades, impiedades, brigas conjugais, rivalidade entre irmãos e do abandono das obrigações familiares. A desgraça recai sobre aqueles que levam uma vida execrável. Aceitando ou não esse raciocínio em sua totalidade, devemos admitir que ele contém alguma verdade. A experiência de vida mais completa é obtida quando felicidade e virtude coincidem."[9]
- "O objetivo da educação moderna, portanto, é orientar as crianças no período primitivo em que se encontram, em direção a vida racional e científica. Isso não significa que a vida racional e científica contradiz a religião. Acredita-se, às vezes, que a religião e ciência são incompatíveis, mas não é bem assim. A verdade científica, estabelecida pelo raciocínio indutivo e comprovada através de experimentos, deve ser reconhecida como verdade e lei no universo. Ora, se todos os fenômenos no universo são manifestações de Deus, como defendem alguns religiosos, e se a lei a do universo é a vontade divina, então as verdades universais estabelecidas pelos cientistas através de meticuloso esforço devem ser compatíveis com as da religião.[10]
- "O ser humano nasce em sociedade e, para o bem de todos, a ela deveria servir, da melhor forma possível. Ninguém vive isolado; nenhuma ocupação surge independente das necessidades dos outros. Na reciprocidade, cada pessoa, cada trabalho é parte do todo. Em termos individuais, seria suficiente a mera subsistência fisiológica e psicológica, porém, para a vida social cooperativa, é preciso que os fins da vida individual sejam aplicados simultaneamente, como meio de satisfação da vida da comunidade.[11]
- “Esforce-se corajosa e bravamente! Budismo significa agir; isso quer dizer se esforçar constantemente. Mesmo na minha idade, é isso o que faço”.[12]
- “Espírito de levantar-se só”. [13]
- “No mundo, existem basicamente três tipos de pessoas: (1) aquela cuja presença desejamos; (2) aquela cuja presença ou ausência nos é indiferente; (3) aquela cuja presença é prejudicial, problemática e indesejável”.[14]
- “Existem três tipos de valor: do belo, do benefício e do bem. Na área do trabalho, o valor do belo significa encontrar um emprego que gostem; o valor do benefício é conseguir um emprego que proporcione um salário com o qual possam se sustentar; o valor do bem significa encontrar um emprego que ajude o outro e que contribua para a sociedade."[15]
- “Se chegar ao impasse, retorne ao ponto primordial”.[16]
- “Falsas filosofias e religiões criam a infelicidade na vida das pessoas. É preciso despertá-las para o correto ensinamento para que desfrutem o grande bem na vida diária!”.[17]
- "Ao longo da história, pessoas de boa vontade sempre foram perseguidas. Outras, de bom coração, podem até simpatizar com a causa, mas temerosas, incapazes de participar, permanecem espectadoras, enquanto as lutadoras fracassam. Pelo estreito sentido de autopreservação da vida de cada um deles, estes espectadores, não passam de meros elementos constitutivos da sociedade, sem qualquer influência mobilizadora que evite a sua desintegração."[18]
Ver também
[editar]Referências
- ↑ Educação para uma vida criativa - Idéias e Propostas de Tsunessaburo Makiguti, página 18 - Editora Record
- ↑ Educação para uma vida criativa - Idéias e Propostas de Tsunessaburo Makiguti, página 19 - Editora Record
- ↑ Educação para uma vida criativa - Idéias e Propostas de Tsunessaburo Makiguti, página 23 - Editora Record
- ↑ Makiguchi, Soka Kyoikugaku Taikei, vol.1, livro 1, página 19
- ↑ Educação para uma vida criativa - Idéias e Propostas de Tsunessaburo Makiguti, página 24 - Editora Record
- ↑ Educação para uma vida criativa - Idéias e Propostas de Tsunessaburo Makiguti, página 24 - Editora Record
- ↑ Educação para uma vida criativa - Idéias e Propostas de Tsunessaburo Makiguti, página 42 - Editora Record
- ↑ Educação para uma vida criativa - Idéias e Propostas de Tsunessaburo Makiguti, página 42 - Editora Record
- ↑ Educação para uma vida criativa - Idéias e Propostas de Tsunessaburo Makiguti, página 44 - Editora Record
- ↑ Educação para uma vida criativa - Idéias e Propostas de Tsunessaburo Makiguti, página 58 - Editora Record
- ↑ Educação para uma vida criativa - Idéias e Propostas de Tsunessaburo Makiguti, página 62,63 - Editora Record
- ↑ Terceira Civilização, Edição 579, 12/11/2016, pág. 42 / Estudo
- ↑ Brasil Seikyo, Edição 2230, 07/06/2014, pág. C2 / Caderno Nova Revolução Humana
- ↑ Brasil Seikyo, Edição 2168, 23/02/2013, pág. B4 / Encontro com o Mestre
- ↑ Brasil Seikyo, Edição 1941, 31/05/2008, pág. B7 / Caderno de Estudo
- ↑ Brasil Seikyo, Edição 2618, 10/09/2022, pág. 4-5 / Encontro com o Mestre
- ↑ Terceira Civilização, Edição 555, 22/11/2014, pág. 10 / Editoria
- ↑ Terceira Civilização, Edição 537, 11/05/2013, pág. 20 / Proposta de Paz
