Walt Whitman

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Walt Whitman
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Walt Whitman (31 de maio de 1819, em Long Island, Nova Iorque, EUA - 26 de março de 1892), poeta e humanista estadunidense.


"Nunca houve mais iniciativa do que há agora,
Nem mais juventude ou idade do que há agora,
E jamais haverá mais perfeição do que há agora,
Nem mais paraíso ou inferno do que há agora,
O anseio, o anseio, o anseio,
Sempre o anseio procriador do mundo." [1]
  • "Vejo os navios (eles durarão alguns anos), / As grandes fábricas com seus capatazes e empregados, / E ouço a aprovação a tudo isso, e a isso não me oponho".[2]
  • "Ó com o que devo decorar as paredes da câmara mortuária? / E quais serão os quadros que pendurarei nas paredes, / Para adornar a casa funérea daquele que amo?"[4]
  • "Para que haja grandes poetas é preciso que haja também um grande público".[5]
  • "Uma mulher espera-me, tem tudo, não falta nada. Mas faltaria tudo se faltasse o sexo".[6]
  • "Celebro a mim mesmo / e canto a mim mesmo".[8]
  • "Estes são realmente pensamentos / de todo homem em qualquer tempo e lugar, / não são originais meus; / e se não são de vocês tanto quanto meus / não querem dizer nada / ou quase nada;"[...][9]
  • "Vivas àqueles que levaram a pior!".[10]
  • "Existo como sou, / isso é o que basta".[11]
  • "Está na hora de eu falar de mim, / vamos ficar de !".[12]
  • "Meu espírito é amplo; eu contenho multidões."[13]

Atribuídas[editar]

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  • "Eu celebro a mim mesmo, por que cada átomo pertencente a mim pertence a você.” [carece de fontes?]
  • "A fé é o anti-séptico da alma".
  • "Milagres"
Ora, quem acha que um milagre é alguma coisa de especial?
Por mim, de nada sei que não sejam milagres:
ou ande eu pelas ruas de Manhattan,
ou erga a vista sobre os telhados
na direcção do céu,
ou pise com os pés descalços
bem na franja das águas pela praia,
ou fale durante o dia com uma pessoa a quem amo,
ou vá de noite para a cama com uma pessoa a quem amo,
ou à mesa tome assento para jantar com os outros,
ou olhe os desconhecidos na carruagem
de frente para mim,
ou siga as abelhas atarefadas
junto à colmeia antes do meio-dia de verão
ou animais pastando na campina
ou passarinhos ou a maravilha dos insectos no ar,
ou a maravilha de um pôr-de-sol
ou das estrelas cintilando tão quietas e brilhantes,
ou o estranho contorno delicado e leve
da lua nova na primavera,
essas e outras coisas, uma e todas
— para mim são milagres,
umas ligadas às outras
ainda que cada uma bem distinta
e no seu próprio lugar.
Cada momento de luz ou de treva
é para mim um milagre,
milagre cada polegada cúbica de espaço,
cada metro quadrado da superfície da terra
por milagre se estende, cada pé
do interior está apinhado de milagres.
O mar é para mim um milagre sem fim:
os peixes nadando, as pedras,
o movimento das ondas,
os navios que vão com homens dentro
— existirão milagres mais estranhos?

Referências

  1. (Folhas de relva, página 51 - Canção de mim mesmo)
  2. Fonte: "Folhas de Relva"
  3. Fonte: "Folhas de Relva"
  4. Fonte: "Folhas de Relva"
  5. Fonte: "Folhas de Relva"
  6. Fonte: "Folhas de Relva"
  7. Fonte: "Folhas de Relva"
  8. Fonte: "Canto a mim mesmo"
  9. Fonte: "Canto a mim mesmo"
  10. Fonte: "Canto a mim mesmo"
  11. Fonte: "Canto a mim mesmo"
  12. Fonte: "Canto a mim mesmo"
  13. Fonte: livro Psicologia, E/Imigração e Cultura, org. de A. DeBiaggi e G. de Paiva (Casa do Psicólogo).