Jean-Paul Sartre

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Jean-Paul Sartre
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Prêmio Nobel de Literatura (1964)

Jean-Paul Sartre (21 de Junho de 1905 - 15 de Abril de 1980) foi um filósofo existencialista francês do início do Século XX.


- Furacão sôbre Cuba: Em apêndice: Trata-se du uma revolução - página 146, Jean-Paul Sartre, Editôra do Autor, 1961
- The more sand has escaped from the hour-glass of our life, the clearer we should see through it.
- Jean-Paul Sartre in Rapport du Comité consultatif: Report of the Advisory committee - Página 362, International Financial Conference, League of Nations - 1837
- Quand une fois la liberté a explosé dans une âme d'homme, les Dieux ne peuvent plus rien contre cet homme-là.
- Théâtre: Les mouches - página 86, Jean-Paul Sartre - Gallimard, 1947
  • "Quando os ricos fazem a guerra, são sempre os pobres que morrem."
- Quand les riches se font la guerre, ce sont les pauvres qui meurent
- Le diable et le bon Dieu trois actes et onze tableaux: 3 actes et 11 tableaux‎ - Página 26, de Jean-Paul Sartre - Publicado por Gallimard, 1951 - 282 páginas
  • "O importante não é aquilo que fazem de nós, mas o que nós mesmos fazemos do que os outros fizeram de nós."[1]
  • "Ninguém se cura de si mesmo."[2]


Náusea[editar]

  • "Monsieur... Eu não acredito em Deus; sua existência tem sido refutada pela Ciência. Mas no campo de concentração, eu aprendi a acreditar no homem."
  • "Eu existo, isso é tudo, e acho isso enjoativo."
  • "Alguma coisa me acontece, já não posso mais duvidar. (...) não foram necessários mais de três segundos para que todas as minhas esperanças fossem varridas."

(A náusea, pág. 168)

  • "Éramos um monte de existências enfadadas, embaraçadas de nós mesmos, sem a menor razão para estarmos aí, nem uns nem outros; cada existente, confuso, inquieto, sentia-se demais em relação aos outros. (...) E eu - fraco, enlanguecido, obsceno, digerindo, movendo mornos pensamentos - eu também era demais. (...) A palavra absurdidade nasce agora sob minha pena. (...) E sem nada formular claramente, compreendi que havia encontrada a chave da Existência, a chave de minhas náuseas, de minha própria vida. De fato, tudo o que consegui apreender em seguida se reduz a essa absurdidade fundamental."

(A náusea, pág. 163-4)

  • "Mas eu, há pouco, fiz a experiência do absoluto: o absoluto ou o absurdo. (...) Eu não estava surpreso, sabia que era o Mundo, o Mundo em sua nudez que se mostrava repentinamente, e eu sufocava de cólera contra esse grande ser absurdo."
(A náusea, pág. 170)


  • "Sobrevivo a mim mesma."
  • "Não posso dizer que me sinta aliviado nem contente; ao contrário, me sinto esmagado. Só que meu objetivo foi atingido: sei o que desejava saber; compreendi tudo o que me aconteceu a partir do mês de janeiro. A Náusea não me abandonou e não creio que me abandone tão cedo; mas já não estou submetido a ela, já não se trata de uma doença, nem de um acesso passageiro: a Náusea sou eu."

(A náusea, pág. 187)

O Ser e o Nada[editar]

  • "A existência precede e comanda a essência."
- Parte 4, capítulo 1
  • "Eu estou condenado a ser livre."
- Parte 4, capítulo 1
  • "Todas as ações humanas são equivalentes... e... todas são no princípio condenadas a falhar."
  • "Somos separados das coisas por nada, apenas por nossa liberdade; é ela que faz que haja coisas com toda sua indiferença, sua imprevisibilidade e sua adversidade, e que nós sejamos inelutavelmente separados delas, pois é sobre um fundo de nadificação que elas aparecem e que se revelam como ligadas umas às outras."

(o ser e o nada, pág. 591)

  • "A natureza do passado é dada ao passado pela escolha origina de um futuro."

(O ser e o nada, pág. 578)

  • "A única força do passado lhe advém do futuro."

(O ser e o nada, pág. 580)

  • "A liberdade que é minha liberdade permanece total e infinita."

(O ser e o nada, pág. 632)

  • "Em certo sentido, eu escolho ter nascido."

(O ser e o nada, pág. 641)

  • "Eu sou responsável por tudo, salvo por minha própria responsabilidade, porque eu não sou o fundamento de meu ser."

(o ser e o nada, pág. 641)

  • "A liberdade é o único fundamento dos valores e nada, absolutamente nada, me justifica ao adotar tal ou tal valor, tal ou tal escala de valores. Enquanto ser pelo qual os valores existem eu sou injustificável. E minha liberdade se angustia de ser o fundamento sem fundamento dos valores."

(O ser e o nada, pág. 76)

  • "O outro é, por princípio, aquele que me olha."

(O ser e o nada, pág, 315)

  • "O olhar é, antes de mais nada, um intermediário que remete de mim a mim mesmo."

(O ser e o nada, pág. 316)

  • "Quando sou visto, tenho, de repente, consciência de mim enquanto escapo a mim mesmo, não enquanto sou o fundamento de meu próprio nada, mas enquanto tenho o meu fundamento fora de mim. Só sou para mim como pura devolução ao outro."

(O ser e o nada, pág. 318)

  • "A vergonha é vergonha de si, ela é reconhecimento de que eu realmente sou esse objeto que o outro olha e julga. Só posso Ter vergonha de minha liberdade enquanto ela me escapa para tornar-se objeto dado. "

(O ser e o nada, pág. 319)

  • "O em-si é pleno de si mesmo e não se poderia imaginar plenitude mais total, adequação mais perfeita do conteúdo ao continente: não existe o menor vazio no ser, a menor fissura por onde se pudesse introduzir o nada. "

(O ser e o nada, pág. 116)

  • "O homem é o ser pelo qual o nada vem ao mundo."
(O ser e o nada, pág. 60)
  • "A consciência nada tem de substancial, é uma pura "aparência", no sentido de que só existe na medida em que se aparece."
(O ser e o nada, pág. 23)
  • "A consciência é um ser que, em seu ser, é consciência do nada de seu ser."

(O ser e o nada, pág. 85)

  • "O ser da consciência não coincide consigo mesmo em uma adequação plena. (...) A característica da consciência é que ela é uma decompressão do ser. É impossível, com efeito, defini-la como coincidência consigo própria. Desta mesa, posso dizer que ela é pura e simplesmente esta mesa. Mas de minha crença (por exemplo), não me posso limitar a dizer que é crença: minha crença é consciência (de) crença. "

(O Ser e o nada, pág. 116)

  • "O para-si é responsável em seu ser por sua relação com o em-si ou, se se preferir, ela se produz originariamente sobre o fundamento de uma relação com o em-si. (...) (A consciência é) um ser para o qual se trata, em seu ser, do problema de seu ser enquanto esse ser implica um ser outro que não ele."

(O ser e o nada, pág. 220)

“...A condição necessária e suficiente para que a consciência cognoscente seja conhecimento de seu objeto é que seja consciência de si como sendo este conhecimento: basta que tenha consciência de ter consciência desta mesa pra que efetivamente tenha consciência dela. Não basta, decerto, para que eu possa afirmar que esta mesa existe em si – mas sim que ela existe para mim” (O ser e o nada, pg 23)

As Mãos Sujas[editar]

  • "Tu és metade vítima, metade cúmplice, como todos os outros."
- 1948.
  • "Quanto aos homens, não é o que eles são que me interessa, mas o que eles podem se tornar."
- 1948.

O Muro[editar]

  • "A dúvida é o preço da pureza."
- 1939.

Entre Quatro Paredes[editar]

  • "O inferno são os outros."
- 1945.

Situations[editar]

  • "Um anti-comunista é um cão."
- Situations IV, Paris, Gallimard, 1967, pgs 248-249.
  • "Desde que ele (Merleau-Ponty) aprendera a história, eu já não era o seu igual. Continuava a questionar os fatos, quando ele já tentava fazer falar os acontecimentos. Os fatos se repetem."

(Situações IV, pág. 206)

  • "Ele foi meu guia; Humanismo e terror é que me fez dar o salto. Este pequeno livro tão denso mostrou-me o método e o objeto: deu-me a sacudida necessária para arrancar-me de meu imobilismo."

(Situações, pág. 215)

  • "E são estas duas idéias - difíceis, reconheço: o homem é livre - o homem é o ser pelo qual o homem se torna objeto - que definem o nosso estatuto presente e permitem compreender a opressão."

(Situações, pág. 109)

  • "Nossa liberdade hoje não é nada mais que a livre escolha de lutar para nos tornarmos livres. E o aspecto paradoxal desta fórmula exprime simplesmente o paradoxo de nossa condição histórica. Não se trata de enjaular meus contemporâneos: eles já estão na jaula."

(Situações, pág. 110)

  • "O homem não é de modo nenhum a soma do que tem, mas a totalidade do que não tem ainda, do que poderia ter."

Crítica da razão dialética[editar]

  • "Mudar para continuar o mesmo."
- changer pour rester le même
- Critique de la raison dialectique: précédé de Question de méthode. L'intelligibilité de l'histoire, Página 419 Jean-Paul Sartre - Gallimard, 1985 - 469 páginas.

Há uma história humana, com uma verdade e uma inteligibilidade. (Crítica da razão dialética, pág. 10)

[Há uma] totalização perpetuamente em curso como História e como Verdade histórica. (Crítica da razão dialética, pág. 10)

[O Marxismo] permanece a filosofia de nosso tempo (...) as circunstâncias que o geraram ainda não foram vencidas. (Crítica da razão dialética, pág. 29)

O marxismo parou: precisamente porque esta filosofia quer muar o mundo, porque ela visa o tornar-se mundo da filosofia, porque ela é e quer ser prática, operou-se nela uma verdadeira cisão que lançou a teoria de um lado e a práxis do outro. (Crítica da razão dialética, pág. 25)

O método se identifica ao Terror por sua recusa inflexível de diferençar. (Crítica da razão dialética, pág. 40)

Nós censuramos ao marxismo contemporâneo o relegar ao azar todas as determinações concretas da vida humana (...) O resultado é que ele perdeu inteiramente o sentido do que seja um homem: ele não dispõe, para preencher as suas lacunas, senão da absurda psicologia de Pavlov. (Crítica da razão dialética, pág. 109)

O marxismo degenerará em uma antropologia inumana se não reintegrar em si o próprio homem como seu fundamento. (Crítica da razão dialética, pág. 109)

No momento em que a pesquisa marxista assumira dimensão humana (isto é, o projeto existencial) como o fundamento do Saber antropológico, o existencialismo não terá mais razão de ser: absorvido, excedido e conservado pelo movimento totalizante da filosofia, ele cessará de ser uma pesquisa particular para tornar-se o fundamento de toda pesquisa. (Crítica da razão dialética, pág. 111)

A Idade da Razão[editar]

  • "É preciso ter a coragem de fazer como todo mundo para não ser como ninguém." (p. 131)
  • "Talvez não possa ser de outra maneira; talvez seja preciso escolher: não ser nada ou representar o que é." (p. 151)

O existencialismo é humanismo[editar]

  • "Estamos sós, sem desculpas. É o que posso expressar dizendo que o homem está condenado a ser livre."
- Nous sommes seuls, sans excuses. C'est ce que j'exprime en disant que l'homme est condamné à être libre.
- Jean-Paul Sartre, L'Existentialisme est un humanisme, Éditions Gallimard (Paris) 1996. Como citado em: A Short Course in Reading French, Página 204, Celia Brickman - 2013 - 233 páginas.
  • "É melhor vencermos a nós mesmos do que ao mundo."
  • "O existencialismo ateu, que eu represento (...) declara que se Deus não existe, há ao menos um ser no qual a existência precede a essência, um ser que existe antes de poder ser definido por algum conceito e que esse ser é o homem ou, como diz Heidegger, a realidade humana. O que significa aqui que a existência precede a essência? Isso significa que, primeiramente, existe o homem, ele se deixa encontrar, surge no mundo, e que ele só se define depois. O homem tal como o concebe o existencialista não é definível porque, inicialmente, ele nada é. Ele só será depois, e ele será tal como ele se fizer. Assim, não existe natureza humana, já que não há Deus para concebê-la. O homem é apenas não somente tal como ele se concebe, mas tal como ele se quer, e como ele se concebe após existir, como ele se quer depois dessa vontade de existir - o homem é apenas aquilo que ele faz de si mesmo. Tal é o primeiro princípio do existencialismo."

(O existencialismo é um humanismo, pág. 24)

  • "Será que, no fundo, o que amedronta na doutrina que tentarei expor não é fato de que ela deixa uma possibilidade de escolha para o homem?"
  • "O homem nada mais é do que aquilo que ele faz de si mesmo: é esse o primeiro princípio do existencialismo."
  • "O existencialista declara freqüentemente que o homem é angústia. Tal afirmação significa o seguinte: o homem que se engaja e que se dá conta de que ele não é apenas aquele que escolheu ser, mas também um legislador que escolhe simultaneamente a si mesmo e a humanidade inteira, não consegue escapar ao sentimento de sua total e profunda responsabilidade."
  • "Se uma voz se dirige a mim, sou sempre eu mesmo que terei de decidir que essa voz é a voz do anjo; se considero que determinada ação é boa, sou eu mesmo que escolho afirmar que ela é boa e não má."
  • "Com efeito, se a existência precede a essência, nada poderá jamais ser explicado por referência a uma natureza humana dada e definitiva; ou seja, não existe determinismo, o homem é livre, o homem é liberdade."
  • "O desamparo implica que somos nós mesmos que escolhemos o nosso ser. Desamparo e angústia caminham juntos."
  • "Quanto ao desespero, trata-se de um conceito extremamente simples. Ele significa que só podemos contar com o que depende da nossa vontade ou com o conjunto de probabilidades que tornam a nossa ação possível."
  • "Primeiro, tenho que me engajar; em seguida, agir segundo a velha fórmula: “não é preciso ter esperança para empreender”. Isso não quer dizer que eu não deva pertencer a um partido, mas que não deverei ter ilusões e que farei o melhor que puder."
  • "Ora, na verdade, para o existencialista, não existe amor senão aquele que se constrói; não há possibilidade de amor senão a que se manifesta num amor;"
  • "Um homem compromete-se com sua vida, desenha seu rosto e para além desse rosto, não existe nada."
  • "O que o existencialista afirma é que o covarde se faz covarde, que o herói se faz herói; existe sempre, para o covarde, uma possibilidade de não mais ser covarde, e, para o herói, de deixar de o ser. O que conta é o engajamento total, e não é com um caso particular, uma ação particular, que alguém se engaja totalmente."
  • "A escolha é possível, em certo sentido, porém o que não é possível é não escolher. Eu posso sempre escolher, mas devo estar ciente de que, se não escolher, assim mesmo estarei escolhendo."
  • "O homem faz-se; ele não está pronto logo de início; ele se constrói escolhendo a sua moral; e a pressão das circunstâncias é tal que ele não pode deixar de escolher uma moral. Só definimos o homem em relação a um engajamento."
  • "A única coisa que importa é saber se a invenção que se faz se faz em nome da liberdade."
  • "Viver como existencialista é aceitar pagar por essa doutrina e não impô-la através de livros. Quem deseja que essa filosofia seja um engajamento de verdade, deve justificá-la perante aqueles que a discutem no plano político ou moral."
  • O homem é apenas seu projeto, só existe na medida em que se realiza, ele é tão-somente o conjunto de seus atos.

(O existencialismo é um humanismo, pág. 55)

  • Todo homem se refugia na desculpa de suas paixões, todo homem que inventa um determinismo é um homem de má fé.

(O existencialismo é um humanismo, pág. 81)

  • Nossa responsabilidade é muito maior do que poderíamos supor, porque ela engaja a humanidade inteira.

(O existencialismo é um humanismo, pág. 26)

  • Sou responsável por mim mesmo e por todos, e crio uma certa imagem do home que eu escolho: escolhendo a mim, escolho o homem.

(O existencialismo é um humanismo, pág. 27)

  • Cada vez que o homem escolhe seu compromisso e seu projeto com toda sinceridade e com toda lucidez, torna-se-lhe impossível preferir um outro.

(O existencialismo é um humanismo, pág. 79)

Atribuídas[editar]

Question book-3.svg Este artigo ou secção não cita as suas fontes ou referências. Ajude a melhorar este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes.
  • "A violência, seja qual for a maneira como se manifesta, é sempre uma derrota."
- La violence sous quelque forme qu'elle se manifeste est un échec
- citado em Revue Universitaire de Science Morale - Edições 8-10 - Página 122, 1968
  • "A guerra não se faz; somos nós que a fazemos." (Jean-Paul Sartre)
- La guerre, on ne la fait pas: c'est elle qui nous fait."
- (Les Séquestrés d'Altona, 1959)
  • "É sempre fácil obedecer quando se sonha comandar."
- II est toujours facile d'obéir, si l'on rêve de commander.
- citado em Dicionário de provérbios: francês, português, inglês - página 343, Autores: Roberto Cortes de Lacerda, Helena da Rosa Cortes de Lacerda, Estela dos Santos Abreu, Editora UNESP, 2003, ISBN 857139525X, 9788571395251, 762 páginas
  • "O homem é impotente, porque não é nem ele, nem fora dele a possibilidade de pendurar. Ele não inicialmente localizado desculpas. Se, de facto, a existência precede a essência, não pode ser explicada por referência a uma natureza humana fixo e determinado; ou seja, não há determinismo, o homem é livre, o homem é a liberdade, o homem está condenado a ser livre. Condenado porque ele não criou a si mesmo, e também gratuito, no entanto, porque uma vez jogado no mundo, ele é responsável pelo que faz."
- l'homme est délaissé, parce qu'il ne trouve ni en lui, ni hors de lui une possibilité de s'accrocher. Il ne se trouve d'abord pas d'excuses. Si, en effet, l'existence précède l'essence, on ne pourra jamais expliquer par une référence à une nature humaine donnée et figée; autrement dit, il n'y a pas de déterminisme, l'homme est libre, l'homme est liberté, l'homme est condamné à être libre. Condamné, parce qu'il ne s'est pas créé lui-même, et par ailleurs cependant libre, parce qu'une fois jeté dans le monde, il est responsable de ce qu'il fait.
- L'existentialisme est un humanisme
  • "O desejo exprime-se por uma carícia, tal como o pensamento pela linguagem."
- le désir s'exprime par la caresse comme la pensée par le langage.
- L'être et le néant: essai d'ontologie phénoménologique - Página 459, Jean-Paul Sartre - Gallimard, 1943, ISSN 0520-0547, 722 páginas
  • "O homem é essencialmente um projeto que é vivida subjetivamente"
- L'homme est d'abord un projet qui se vit subjectivement
- L'existentialisme est un humanisme
  • "O silêncio é ambiguo. Reacionário em primeiro lugar."
- Mais le silence est ambigu. D'abord réactionnaire
- Essais sur Sartre - Página 20, Michel Sicard, ‎Jean Paul Sartre - 1989
  • "A gente se desfaz de uma neurose, mas não se cura de si próprio."
  • "A verdade é subjetividade."
  • "A imagem não é uma coisa é um ato de consciência."
  • "O escritor, homem livre que se dirige a homens livres só pode ter um tema --a liberdade."
  • " O ato revolucionário é um ato livre por excelência."
  • "O escritor sempre pode ajudar a evitar o pior aconteça."
  • "O homem nada mais é do que aquilo que ele faz de si mesmo:é esse o primeiro princípio do existencialismo."
  • "O homem é responsável por si mesmo."
  • "Liberdade não é fazer o que se quer, mas querer fazer o que se faz."
  • "Para mim, o que vicia as relações entre as pessoas é que cada um conserva, na relação com o outro, alguma coisa de oculto, de secreto. Penso que a transparência deve sempre substituir o segredo. E penso muito no dia em que duas pessoas não terão mais segredos entre si porque não mais os terão para ninguém, porque a vida subjetiva, assim como a objetiva, estará totalmente aberta."
  • “o essencial não é aquilo que se fez do homem, mas sim aquilo que ele fez daquilo que fizeram dele”(p. 55) Sartre, J-P. (1952). Saint Genet: Comédien et martyr. Paris, Gallimard.

Referências[editar]

  1. MACIEL, Luis Carlos, "Sartre vida e obra", Editora Paz e Terra, 1986
  2. Sartre, "As Palavras". Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 7.ed., 2000