Donald Trump

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Donald Trump
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Donald Trump em outros projetos:

Donald John Trump (14 de junho de 1946) é um empresário americano, atual presidente dos Estados Unidos desde 2017.



  • "Como é possível não termos até agora encontrado um sujeito que tem 1,95 metro e precisa de um aparelho de hemodiálise?"
- Donald Trump, empresário, afirmando que demitiria o presidente George W. Bush por não ter tido competência para prender o terrorista Bin Laden, que sofre de problemas renais.
- Fonte: Revista ISTOÉ Gente, edição 258 (19/07/2004)
  • "Simplemente acordo, tomo um banho e lavo o cabelo. Ele seca sozinho enquanto leio jornais e assisto TV."
- Donald Trump, empresário, que nega fazer uso do secador para estar sempre bem penteado.
- Fonte: Revista ISTOÉ Gente, edição 267 (20/09/2004)
  • "Se Ivanka não fosse minha filha, talvez eu namorasse com ela."
- "If Ivanka wasn't my daughter, perhaps I'd be dating her"
- Fonte[1]: The View, 3 de março de 2006.
  • Eu sei palavras, eu tenho as melhores palavras. Ninguém tem palavras melhores do que eu.
- I'm very highly educated. I know words, I have the best words.
- Donald Trump, durante campanha, em dezembro de 2015
- A Clear and Present Danger: Narcissism in the Era of Donald Trump, página 17, Steven Buser, ‎Leonard Cruz - Chiron Publications, 2016, ISBN 1630513970, 9781630513979 - 288 páginas
  • “Porque veio da China. Não é racista, de forma alguma. Vem da China! Esse é o motivo. Vem da China e quero ser exato. Eu tenho um grande amor por toda a gente do nosso país, mas, como sabe, a China tentou dizer, a certa altura — talvez parem agora — que foi causado por soldados americanos. Isso não pode acontecer; não irá acontecer. Não enquanto eu for Presidente.”
- Respondendo a pergunta de uma jornalista: Por que continua chamando isto de “vírus chinês”? Existem dúzias de incidentes reportados de discriminação contra chineses-americanos neste país. Do seu próprio gabinete, o secretário Azar diz que não usa esse termo, diz que a etnia não causa o vírus. Por que continua usando isso?
- Fonte: The Guardian (Vídeo no YouTube: youtube.com/watch?v=7zatCqqRY_I) — 18 de março de 2020

Sobre[editar]

  • "As pessoas não se satisfaziam em criticar Trump pelo que ele merecia ser criticado. Trump defendia políticas que eu não só desaprovava como considerava perigosas. Mas não bastava dizer isso. Era preciso compará-lo a Hitler. Você tinha de dizer que ele era ditador, supremacista branco, que ele foi chantageado pela Rússia, que era um agente russo infiltrado. Rótulos malucos e extremistas tinham de ser colocados nele e, se você não fizesse isso, acabava acusado de ser um apoiador de Trump. Um dos motivos para eu ser contrário a essa abordagem é que ela é desonesta. Trump não é um Hitler. E acho que é ofensivo usar o Holocausto e Hitler para se referir a alguém que não é, de forma alguma, capaz de tentar fazer o que fez de Hitler um ser tão unicamente mau, como matar milhões de pessoas por causa da sua raça e religião. Intelectualmente eu considero isso ofensivo, historicamente eu considero isso ofensivo. E também acho que é estúpido. Porque quando você usa retórica extremista, as pessoas perdem a confiança no que você está dizendo"
-Glenn Greenwald, em entrevista para Paulo Polzonoff (Gazeta do Povo); 25/04/2021. [2] Citado em Brasil 247: [3]
  • "Se você vai para o Twitter e chama Bolsonaro de “genocida”, consegue 5 mil retuítes e 25 mil likes. Seu cérebro lhe diz: “você está fazendo algo de bom. Continue fazendo isso”. Esse é um dos efeitos nocivos das redes sociais. Acho que esse foi um dos motivos para a vitória de Bolsonaro e Trump. Os críticos foram tão irresponsáveis e tão descuidados com a verdade que ele se tornou uma figura admirável para as pessoas que ainda não estavam convencidas a votar nele. Então essa obsessão da esquerda em usar linguagem exagerada, sem se importar com o fato de ser ou não verdade, só porque isso faz com que eles se sintam bem, é ofensivo, desonesto e é sobretudo estrategicamente estúpido".
-Glenn Greenwald, em entrevista para Paulo Polzonoff (Gazeta do Povo); 25/04/2021. [4] Citado em Brasil 247: [5]

Referências