Alexandre Dumas, pai

Origem: Wikiquote, a coletânea de citações livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Alexandre Dumas, pai
Alexandre Dumas, pai
Alexandre Dumas, pai em outros projetos:

Alexandre Dumas, pai, pseudônimo de Dumas Davy de la Pailleterie (24 de julho de 1802, Villers-Cotterêts, França - 5 de dezembro de 1870) foi um novelista francês, autor, dentre outros, de "Os Três Mosqueteiros" e "O Conde de Monte Cristo".


  • "A cadeia do casamento é tão pesada, que são precisos dois para carregá-la - e às vezes três".
- The chain of wedlock is so heavy that it takes two to carry it -- and sometimes three
- Alexandre Dumas, pai; citado em "Laughter and the Sense of Humor"‎ - Página 77, de Edmund Bergler - Publicado por Intercontinental Medical Book Corp., 1956 - 297 páginas
  • "O orgulho de quem não pode construir é destruir."
- Les tombeaux de Saint-Dennis
  • "São as mulheres que nos inspiram para as grandes coisas que elas próprias nos impedem de realizar".
- It is often woman who inspires us with the great things that she will prevent us

from accomplishing.

- como citado em "Woman in Epigram: Flashes of Wit, Wisdom, and Satire from the World's Literature‎" - Página 193, de Frederick William Morton - Publicado por A.C. McClurg, 1898 - 239 páginas
  • "Toda generalização é perigosa, inclusive esta."
- All generalizations are dangerous, even this one
- como citado em FPA book of quotations: a new collection of famous sayings, reflecting the ...‎ - Página 375, de Franklin Pierce Adams - Publicado por Funk & Wagnalls, 1952 - 914 páginas

Obras[editar]

Os Três Mosqueteiros (1844)[editar]

  • "Todos por um, um por todos."
    • Variante: "Um por todos e todos por um!"
- Tous pour un, un pour tous.
- Les Trois Mousquetaires, Ed. Rencontre, 1849 - 440 páginas, p. 80
  • "Mas também nunca dissestes que não me amáveis; e, com efeito, dizer-me tais palavras seria da parte de Vossa Majestade a maior das ingratidões. Pois, dizei-me, onde encontrareis um amor semelhante ao meu, um amor que nem o tempo, nem a ausência, nem o desespero lograram extinguir; um amor que se contenta com uma fita que caiu, um olhar perdido, uma palavra solta?"
- Mais vous ne m'avez jamais dit non plus que vous ne m'aimiez point, et vraiment me dire de semblables paroles, ce serait de la part de Votre Majesté une trop grande ingratitude. Car, dites-moi , où trouveriez-vous un amour pareil au mien, un amour que ni le temps, ni l'absence, ni le désespoir ne peuvent éteindre ; un amour qui se contente d'un ruban égaré , d'un regard perdu , d'une parole échappée?
- Les Trois Mousquetaires, Ed. Rencontre, 1849 - 440 páginas, p. 104
  • "Ai de mim! – suspirou Bazin – Bem o sei senhor; tudo está de pernas para o ar no mundo de hoje."
- Helás! Soupira Bazin, je sais, monsieur, tout est bouleversé dans le monde aujoud'hui.
- Les Trois Mousquetaires, Ed. Rencontre, 1849 - 440 páginas, p. 225
  • "Mas, no meio de tudo isso, d'Artagnan não deixou de observar que ninguém respondia aos galanteios de Porthos. Eram apenas quimeras e ilusões. Mas, para um amor verdadeiro, para um ciúme real, haverá outra realidade além de quimeras e ilusões?"
- Mais au milieu de tout cela d'Artagnan remarqua aussi que pas une figure ne correspondait aux galanteries de Porthos. Ce n'étaient que chimères et illusions; mais pour amour réel, pour une jalousie véritable, y a-til d'autre réalité que les illusions et les chimères?
- Les Trois Mousquetaires, Ed. Rencontre, 1849 - 440 páginas, p. 251
  • "Os versos estavam longe de ser excelentes; mas como se sabe, os protestantes não se presumiam de poetas."
- Ces vers n'étaient pas excellents, il s'en fallait même de beaucoup, mais comme on le sait, les protestants ne se piquaient pas de poésie.
- Les Trois Mousquetaires, Ed. Rencontre, 1849 - 440 páginas, p. 418

O Conde de Monte Cristo (1844)[editar]

  • "A felicidade torna bom até os maus."
- O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 97.
  • "Em política, meu caro, sabe tão bem quanto eu, não existem homens, mas idéias; não existem sentimentos, mas interesses; em política, ninguém mata um homem: suprime-se um obstáculo. ponto final."
- O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 152.
- Fala do personagem Nortier.
  • "Há situações que os homens captam com o instinto, mas são incapazes de comentar com a inteligência."
- O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 219.
  • "É preciso o infortúnio para escavar certas jazidas misteriosas escondidas na inteligência humana; é preciso pressão para fazer a pólvora explodir."
- O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012. p. 220.
- Fala do personagem Abade Faria.
  • "Nos negócios, cavalheiro, (...) não temos amigos, (...) temos apenas sócios."
- O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 379.
- Fala do personagem Morrel.
  • "Para todos os males, há dois remédios: o tempo e o silêncio."
- O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 697.
- Fala do personagem Edmond Dantès, o Conde de Monte Cristo.
  • "Nunca ouvi dizer que os mortos tivessem feito em seis mil anos o mal que os vivos fazem em um dia."
- O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012. p. 698.
- Fala do personagem Edmond Dantès, o Conde de Monte Cristo.
  • "(...) em que reside o maravilhoso? No que não compreendemos. O que é um bem verdadeiramente desejável? O que não podemos possuir. Ora, ver coisas que não posso compreender, proporcionar-me coisas impossíveis de possuir, eis o estudo de toda a minha vida."
- O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012. p. 928.
- Fala do personagem Edmond Dantès, o Conde de Monte Cristo.
  • "Há virtudes cujo exagero é um crime."
- O Conde de Monte Cristo, Vol. 2, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2008, p. 1081.
- Fala do personagem Edmond Dantès, o Conde de Monte Cristo.
  • "As feridas morais têm essa particularidade: elas se escondem, mas não se fecham.Sempre dolorosas, prontas a sangrar quando tocadas, elas permanecem vivas e abertas no coração."
- O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 1273.
  • "O mundo é um salão do qual é preciso sair educado e honestamente, isto é, cumprimentando e pagando suas dívidas de jogo."
- O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 1327.
- Fala do personagem Edmond Dantès, o Conde de Monte Cristo.
  • "Há situações que os homens captam com o instinto, mas são incapazes de comentar com a inteligência. O maior poeta, neste caso, é aquele que solta o grito mais veemente e espontâneo. A massa toma esse grito por um relato completo, e tem motivos para se contentar com isso, e mais motivos ainda para julgá-lo sublime quando é autêntico."
- O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 1571.
  • "Os amigos que perdemos não repousam na terra, estão enterrados em nosso coração."
- O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 1588.
- Fala do personagem Edmond Dantès, o Conde de Monte Cristo.
  • "Este é um dos orgulhos da nossa funesta humanidade: cada homem julga-se mais infeliz que outro infeliz que chora e geme ao seu lado."
- O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 1612.
- Fala do personagem Edmond Dantès, o Conde de Monte Cristo.
  • "A morte é sempre a morte, isto é, o esquecimento, isto é, a ausência de vida e, por conseguinte, de dor."
- O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 1651.
- Fala do personagem Morrel.
  • "A sabedoria humana está nessas palavras: Esperar e ter esperança."
- O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas; tradução de André Telles e Rodrigo Lacerda, Rio de Janeiro: Zahar, 2012, p. 1662.
- Fala do personagem Edmond Dantès, o Conde de Monte Cristo.

Atribuídas[editar]

  • "Toda generalização é perigosa, inclusive esta."
- "All generalizations are dangerous, even this one."
- Como citado em "Beyond All Fronts: A Bystander's Notes on this Thirty Years War", Página 366, Max Jordan, The Bruce Publishing Company, 1944 - 386 páginas
  • "Por vezes é penoso cumprir o dever, mas nunca é tão penoso como não cumpri-lo".
- citado em "Citações da Cultura Universal" - Página 155, Alberto J. G. Villamarín, 2002, Editora AGE Ltda, ISBN 8574970891, 9788574970899
  • "Suprimir a distância é aumentar a duração do tempo. A partir de agora, não viveremos mais; viveremos apenas mais depressa".
- citado em CAMPUS EXPERIENCE, THE: MARKETING PARA INSTITUIÇOES DE ENSINO - Página 164, RAFAEL VILLAS BOAS, Grupo Editorial Summus, 2008, ISBN 8532304702, 9788532304704 - 408 páginas