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Plínio Marcos de Barros (Santos, 29 de setembro de 1935 - São Paulo, 19 de novembro de 1999). Foi um escritor brasileiro, autor de inúmeras peças de teatro, escritas principalmente na época da censura. Foi também ator, diretor e jornalista. É pai do dramaturgo Léo Lama.
- "Um povo que não ama e não preserva suas formas de expressão mais autênticas jamais será um povo livre."
- - Jesus homem: peça e debate - Página 47, de Plínio Marcos - Publicado por Editora do Grêmio Politécnico, 1981 - 77 páginas
- - O Carnaval dos Cordões, em Folha de São Paulo, 13 de fevereiro de 1977
- - Jesus homem: peça e debate - Página 16, de Plínio Marcos - Publicado por Editora do Grêmio Politécnico, 1981 - 77 páginas
[editar] Atribuídas
- "Não faço teatro para o povo, mas faço teatro em favor do povo. Faço teatro para incomodar os que estão sossegados. Só para isso faço teatro."
- "Minhas peças são atuais porque o país não evoluiu."
- "Teatro só faz sentido quando é uma tribuna livre onde se podem discutir até as últimas consequências os problemas do homem."
- "Fui perseguido pela censura, mas fiz por merecer."
- "Porém (e sempre tem um porém), o que quero dizer e o que pesa na balança...nos estreitos, esquisitos e escamosos caminho do roçado do bom Deus, onde o vento encosta o lixo e as pragas botam os ovos...o povão só berra da geral sem nunca influir no resultado."
- - Fonte: www.pliniomarcos.com - Site Oficial de Plínio Marcos
- "Os andarilhos sempre incomodam. Arrebentam as estruturas. Não são como os homens prego, que vivem com medo do ridículo, com seus empregos ameaçados."