Vinícius de Moraes

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Vinícius de Moraes - o "Poetinha"
Vinícius de Moraes - o "Poetinha"
Vinícius de Moraes em outros projetos:

Marcos Vinicius da Cruz de Mello Moraes - o "Poetinha", (19 de outubro de 1913 - 9 de julho de 1980). Poeta, diplomata e compositor brasileiro.



- Procura-se uma rosa: 3 peças em 1 ato - Página 23, Vinícius de Moraes, ‎Pedro Bloch, ‎Glaucio Gill - ‎Edições Massao Ohno, 1961 - 103 páginas

Poemas e frases de poemas[editar]

  • "Ao Sol, que é pai do tempo, e nunca mente
Hoje se eleva a minha prece ardente:
Não permita ele nunca que se afoite
A vida em ti, que é sumo de alegria
De maneira que tarde muito a noite
Sobre a manhã radiosa do teu dia
- Soneto da maioridade, 1954
  • "A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida."
- Vinícius de Moraes‎ - Página 76, de Vinícius de Moraes, Carlos Felipe Moisés, Lygia Marina Moraes - Publicado por Abril Educação, 1981 - 102 páginas
  • "A vida é uma grande ilusão! Só sei que ela está com a razão!"
- citado em "Vinicius de Morais: o poeta da paixão : uma biografia"‎ - Página 354, de José Castello - Publicado por Companhia das Letras, 1994, ISBN 8571643555, 9788571643550 - 452 páginas
  • "A vida só se dá para quem se deu."
- Livro de letras‎ - Página 134, de Vinícius de Moraes, José Castello - Publicado por Companhia das Letras, 1991, ISBN 8571642133, 9788571642133 - 253 páginas
  • "As muito feias que me perdoem, mas beleza é fundamental."
- "Receita de Mulher", em "Antologia poética‎" - Página 232, de Vinicius de Moraes - Publicado por Editôra do Autor, 1965 - 259 páginas
  • "Amai, por que nada melhor para a saúde que um amor correspondido."
- Para uma menina con uma flor: crónicas. 5. ed‎ - Página 143, de Vinícius de Moraes - Publicado por Sabiá, 1973 - 178 páginas
  • "(...) e de amar assim, muito amiúde, é que um dia, em teu corpo de repente, hei de morrer de amar mais do que pude."
- Novos poemas (II) (1949-1956)‎, Página 29, de Vinícius de Moraes - Publicado por São José, 1959 - 53 páginas
  • Eu não existo sem você
Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos me encaminham pra você
Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
E eu não existo sem você
- Livro de letras‎ - Página 40, de Vinícius de Moraes, José Castello - Publicado por Companhia das Letras, 1991, ISBN 8571642133, 9788571642133 - 253 páginas
  • "(...) é como amar uma mulher só linda! A mulher tem que ter qualquer coisa além da beleza!"
- Vinícius de Moraes‎ - Página 76, de Vinícius de Moraes, Carlos Felipe Moisés, Lygia Marina Moraes - Publicado por Abril Educação, 1981 - 102 páginas
  • Meu Deus, eu quero a mulher que passa
Seu dorso frio é um campo de lírios
Tem sete cores nos seus cabelos
Sete esperanças na boca fresca!
Oh! como és linda, mulher que passas
Que me sacias e suplicias
Dentro das noites, dentro dos dias!
- Antologia poética‎ - Página 90, de Vinicius de Moraes - Publicado por Editôra do Autor, 1965 - 259 páginas
  • "Não ando só! Só ando em boa companhia! Com meu violão, minha canção e a poesia!"
- Livro de letras‎ - Página 144, de Vinícius de Moraes, José Castello - Publicado por Companhia das Letras, 1991, ISBN 8571642133, 9788571642133 - 253 páginas
  • "O uísque é o melhor amigo do homem, ele é o cachorro engarrafado."
- citado em "Vinicius sem ponto final"‎ - Página 40, de João Carlos Pecci - Publicado por Editora Saraiva, 1994, ISBN 8502013912, 9788502013919 - 459 páginas
  • "Que não seja imortal, posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure."
- Trecho de "Soneto da Fidelidade", acima
- Vinícius em discurso no casamento de Nelson Motta
- Obra poética‎ - Página 247, de Vinícius de Moraes, Afrânio Coutinho - Publicado por José Aguillar, 1968 - 727 páginas
  • "Quem pagará o enterro e as flores se eu me morrer de amores?"
- "A Hora Íntima", em "Antologia poética‎" - Página 224, de Vinicius de Moraes - Publicado por Editôra do Autor, 1965 - 259 páginas
  • Resta, acima de tudo, essa capacidade de ternura,
Essa intimidade perfeita com o silêncio.
Resta essa voz íntima pedindo perdão por tudo:
- Perdoai! Eles não têm culpa de ter nascido...
- Jardim noturno: poemas inéditos‎, de Vinícius de Moraes, Ana Maria Miranda - Publicado por Companhia das Letras, 1993 ISBN 8571643377, 9788571643376 - 196 páginas
  • Soneto da Fidelidade
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face de meu maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive) :
Que não seja imortal, posto que é chama
- Mas que seja infinito enquanto dure.
- Antologia poética: Vinicius de Moraes‎ - Página 112, de Vinícius de Moraes - Publicado por Editora do Autor, 1960 - 317 páginas
  • "Ser feliz é viver morto de paixão."
- Livro de letras‎ - Página 134, de Vinícius de Moraes, José Castello - Publicado por Companhia das Letras, 1991, ISBN 8571642133, 9788571642133 - 253 páginas
  • "O tempo nos parques envolve de redomas invisíveis os que se amam."
- O tempo nos parques

Atribuídas[editar]

  • "Amar, porque nada melhor para a saúde que um amor correspondido."
- Vinícius de Moraes citado em "Agora é que são elas" - página 16, Jayme Akstein, Editora Garamond,ISBN 8576170957, 9788576170952, 144 páginas
  • "É impressionante como o tempo se vem fazendo escasso para viver."
- Fonte: http://www.caras.uol.com.br - 8 de outubro de 2009 - EDIÇÃO 831 - Citações
  • "De tudo, ao meu amor serei atento antes, e com tal zelo, e sempre e tanto que mesmo em face do maior encanto dele se encante mais meu pensamento. Quero vivê-lo em cada vão momento e em seu louvor hei de espalhar meu canto e rir meu riso e derramar meu pranto ao seu pesar ou seu contentamento. É assim, quando mas tarde me procure quem sabe a morte, angústia de quem vive quem sabe a solidão, fim de quem ama eu possa me dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama mas seja infinto enquanto dure.
- Fonte: ** (MORAES, VINICIUS DE. Poesia completa e prosa.3.ed. Rio de Janeiro: Nova aguilar, 1998,p. 289, ISBN 9788581811949)

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