Paulo César Pereio

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Paulo César Pereio em outros projetos:

Paulo César Pereio, pseudônimo de Paulo César de Campos Velho (nasceu dia 19 de outubro de 1940, Alegrete, Rio Grande do Sul, Brasil) ator brasileiro.



  • "Uma boa relação para mim tem que ter porrada."
- Em entrevista concedida ao UOL (25 de setembro de 2007)
  • "Estou com raiva do Cristo [Redentor] desde que ele foi eleito uma das sete maravilhas do mundo. Foi um absurdo. A estátua não tem nenhum valor artístico. Seria maravilhoso implodir aquele bagulho, um espetáculo. Aquela estátua é uma interferência indevida na paisagem. O morro onde ela está é lindo. O Cristo só atrapalha o visual do lugar."
- Em entrevista concedida à revista Veja (30 de abril de 2008)
  • "O que adianta liberar a maconha num país e não no outro? Até quando, meu deus do céu, a gente vai ter que botar maconha no mocó para viajar?"
- Em entrevista concedida à revista Trip (2 de fevereiro de 2009)
  • "Na realidade o voto no Brasil não é obrigatório, porque o que você paga de multa é R$ 3... R$ 3,50. É mais barato que o ônibus, se você pegar um ônibus para votar e outro para voltar, você vai pagar mais caro"
- Em entrevista concedida à revista Trip (2 de fevereiro de 2009)
  • "O Brasil tem mais importância fora do Brasil do que dentro do Brasil. A coisa aqui é muito injusta, a coisa se revela muito injusta e muito pouco técnica. Por exemplo, excessivamente politizada a administração pública, né?"
- Em entrevista concedida à revista Trip (2 de fevereiro de 2009)
  • "Gênio não é eterno. Depois que ele morre, jamais nascerá outra coisa igual. O medíocre a gente nem percebe que morreu. E, já no dia seguinte à morte de um medíocre, aparece um igualzinho no lugar. A mediocridade, então, é eterna! O gênio, não: todos os gênios são perecíveis."
- Em entrevista concedida ao Globo News (10 de dezembro de 2010)
  • "A fama (de criador de casos, maldito e cafajeste) é merecida. Mas é uma coisa cultivada. Construo este mito, para ser pouco incomodado. É uma espécie de self-art. Peréio, na terceira pessoa, é obra minha. Posso ser considerado no Brasil uma celebridade. As pessoas me reconhecem na rua. Mas posso me dar ao direito de sair sozinho por aí, subir morro, andar na banda podre e na baixa sociedade, tranquilamente. Sei como não ser vítima disso. Conheço atores brasileiros que têm de fingir que são outra pessoa para sair na rua."
- Em entrevista concedida ao Globo News (10 de dezembro de 2010)