Mário de Andrade

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Mário de Andrade
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Mário de Andrade também conhecido como Mário Raul de Morais Andrade (São Paulo, 9 de outubro de 1893 São Paulo, 25 de fevereiro de 1945) foi um poeta, romancista, crítico de arte, folclorista, musicólogo e ensaísta brasileiro.



  • "Quando sinto a impulsäo lírica escrevo sem pensar tudo o que meu inconsciente me grita. Penso depois: näo só para corrigir, como para justificar o que escrevi."
- Poesias completas - página 59, Mário de Andrade, Diléa Zanotto Manfio - Editora itatiaia, 2005, ISBN 853190210X, 9788531902109 - 535 páginas
  • "Eu sou um escritor difícil, Que a muita gente enquizila, Porém essa culpa é fácil, De se acabar duma vez: É só tirar a cortina, Que entra luz nesta escurez."
- citado em "Como escrevo?" - página 185, de José Domingos de Brito, Publicado por Novatec Editora ISBN 8560000089, 9788560000081
  • "Não devemos servir de exemplo a ninguém. Mas podemos servir de lição."
- "A lição do amigo: cartas de Mário de Andrade a Carlos Drummond de Andrade, anotadas pelo destinário" - Página 201, de Mário de Andrade, Carlos Drummond de Andrade - Publicado por Livraria José Olympio Editora, 1982 - 301 páginas
  • "A inspiração é fugaz, violenta. Qualquer impecilho a pertuba e mesmo emudece."
- "Paulicea desvairada" - Página 15, de Mário de Andrade - Publicado por Casa Mayença, 1922 - 143 páginas
  • "Os verdadeiros pecados mortais talvez sejam outros."
- citado em O livro aberto - Página 73, de Fernando Sabino - Publicado por Editora Record, 2001, ISBN 8501914304, 9788501914309 - 656 páginas
  • "Eu insulto o barulho! O burguês-níquel, o burguÊs-burguês!! A digestão bem feita de São Paulo! O homem-curva o homem-nádegas! O homem que sendo, francÊs, brasileiro, italiano, é sempre um cauteloso puco a pouco! Eu insulto as aristocracias cautelosos!! Os barões lampeões! Os condes joões! os duques zurros! Que vivem dentro de muro sem pulos; e gemem sangue de alguns milréis fracos para dizerem que as filhas da senhora falam o francês, e tocam e "Printemps" com as unhas."
- (andrade, mário de poesias completas.6.ed. São Paulo, martins:/ Belo Horizonte, itatiaia 1980v..1..p 37-39 IV. ISBN 9788581811949)

Obras[editar]

Referência : Luciana Stegagno Picchio[1],« La Littérature Brésilienne » Presses Universitaires de France[2], primeira edição, paginas 89-90 , 1981, Paris, ISBN 2 13 0867968

Romances[editar]

  • "No fundo do mato-virgem nasceu Macunaíma, herói de nossa gente. Era preto retinto e filho do medo da noite. Houve um momento em que o silêncio foi tão grande escutando o murmurejo do Uraricoera, que a índia tapanhumas pariu uma criança feia. Essa criança é que chamaram de Macunaíma."
- Primeiro parágrafo de 'Macunaíma, o herói sem caráter', Editora Itatiaia Limitada, Belo Horizonte, 1987, página 9).

Livros de contos[editar]

  • "Durasse aquilo uma noite grande, nada mais haveria porque é engraçado como a perfeição fixa a gente."
- Vestida de preto.
  • "O famoso sorriso que quer sorrir mas está chorando, chorando muito, tudo o que a vida não chorou."
- Frederico Paciência.
  • "...O soluço que engasga na risada algegre da partida, enfim livre!"
- Frederico Paciência.
  • "Mas por dentro era impossível saber o que havia em mim, era uma luz, uma Nossa Senhora, um gosto maltratado, cheio de desilusões claríssimas, em que eu sofria arrependido, vendo inutilizar-se no infinito dos sofrimentos humanos a minha estrela-do-mar."
- Tempo da camisolinha
  • "O passado é lição para se meditar, não para reproduzir."
- Poesias Completas‎ - Página 29, de Mário de Andrade - Publicado por Martins, 1966 - 383 páginas

Mal atribuídas[editar]

  • "Quando a alma fala, já não fala a alma."
- citação de Frederico Schiller; referido em "Mário de Andrade, plural‎" - Página 95, de Elisa Angotti Kossovitch - Publicado por Editora da Unicamp, 1990 ISBN 8526801562, 9788526801561 - 195 páginas