Khalil Gibran

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Khalil Gibran
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Gibran Khalil Gibran (6 de janeiro de 1883, Bsharri, Líbano - 10 de abril de 1931, Nova Iorque); poeta libanês-americano.


Obras[editar]

  • "Para entender o coração e a mente de uma pessoa, não olhe para o que ela já conseguiu, mas para o que ela aspira."
- To understand the heart and mind of a person, look not at what he has already achieved, but what he aspires to.
- Spiritual sayings of Kahlil Gibran - página 35, Kahlil Gibran, Anthony Rizcallah Ferris - Heinemann,1963 - 94 páginas
  • "Alguns ouvem com as orelhas, outros com o estômago, outros ainda com o bolso e há aqueles que não ouvem absolutamente nada."
- Some hear with their ears, some with their stomachs, some with their pockets; and some hear not at all
- Spiritual sayings of Kahlil Gibran - página 14, Kahlil Gibran, Anthony Rizcallah Ferris - Heinemann, 1963 - 94 páginas
  • "A neve e as tempestades matam as flores, mas nada podem contra as sementes."
- The storms and snow may kill the flowers, but cannot deaden the seeds
- Spirits rebellious - página 59, Kahlil Gibran, Anthony Rizcallah Ferris, Martin L. Wolf - Philosophical Library, 1947, ISBN 0802205828, 9780802205827 - 120 páginas

Sand and foam: a book of aphorisms[editar]

  • "Quando a vida não encontra um cantor para cantar seu coração, produz um filósofo para falar de sua mente".
- When Life does not find a singer to sing her heart she produces a philosopher to speak her mind.
- Sand and foam: a book of aphorisms - página 14, Kahlil Gibran - A.A. Knopf, 1995, ISBN 067943920X, 9780679439202 - 85 páginas
  • "A tristeza é um muro entre dois jardins".
- Sadness is but a wall between two gardens.
- Sand and foam: a book of aphorisms - página 62, Kahlil Gibran - A. A. Knopf, 1926 - 85 páginas
  • "Vivemos só para descobrir beleza. Todo o resto é uma forma de espera."
- We live only to discover beauty. All else is a form of waiting.
- Sand and foam: a book of aphorisms - página 23, Kahlil Gibran - A. A. Knopf, 1926 - 85 páginas
  • "O exagero é a verdade que perdeu a calma."
- An exaggeration is a truth that has lost its temper.
- Sand and foam: a book of aphorisms - página 52, Kahlil Gibran - A. A. Knopf, 1926 - 85 páginas
  • "Somos todos prisioneiros, mas alguns de nós estão em celas com janelas, e outros sem."
- We are all prisoners but some of us are in cells with windows and some without.
- Sand and foam: a book of aphorisms - página 62, Kahlil Gibran - A. A. Knopf, 1926 - 85 páginas
- I have learned silence from the talkative, toleration from the intolerant, and kindness from the unkind; yet strange, I am ungrateful to these teachers.
- Sand and foam: a book of aphorisms - página 56, Kahlil Gibran - A.A. Knopf, 1995, ISBN 067943920X, 9780679439202 - 85 páginas
- Remembrance is a form of meeting.
- "Sand and foam: a book of aphorisms" - página 6, Kahlil Gibran - A. A. Knopf, 1926 - 85 páginas
  • "As palavras são eternas. Deveis pronunciá-las ou escrevê-las, lembrando-vos da sua eternidade."
- Words are timeless. You should utter them or write them with a knowledge of their timelessness
- Sand and Foam - página 5, Kahlil Gibran, Rajpal & Sons, 1927, ISBN 8170287650, 9788170287650, 85 páginas
- Strife in nature is but disorder longing for order
- Sand and foam: a book of aphorisms - página 50, Kahlil Gibran - Knopf, 1998 - 85 páginas

The Prophet[editar]

  • "O trabalho é o amor feito visível."
- Work is love made visible
- The prophet - página 30, Kahlil Gibran, Editora Knopf, 1926, 84 páginas
  • "As árvores [...] desabrocham para continuar a viver, pois reter é perecer."
- The trees in your orchard say not so, nor the flocks in your pasture. They give that they may live, for to withhold is to perish.
- The prophet - página 27, Kahlil Gibran, Editora Knopf, 1926, 84 páginas
  • "A beleza é a eternidade a olhar-se ao espelho. Mas vós sois a eternidade e o espelho."
- Beauty is eternity gazing at itself in a mirror. But you are eternity and you are the mirror.
- The prophet - página 68, Kahlil Gibran - Knopf, 1926 - 84 páginas
  • "Seus filhos não são seus filhos. São os filhos e filhas da Vida desejando a si mesma. Eles vêm através de vocês mas não de vocês. E embora estejam com vocês, não lhes pertencem. Vocês podem lhes dar amor, mas não seus pensamentos, Pois eles têm seus próprios pensamentos. Vocês podem abrigar seus corpos mas não suas almas, Pois suas almas vivem na casa do amanhã, que vocês não podem visitar, nem mesmo em seus sonhos. Vocês podem lutar para ser como eles, mas não procurem torná-los iguais a vocês. Pois a vida não volta para trás, nem espera pelo passado. Vocês são o arco de onde seus filhos são lançados como flechas vivas. O arqueiro vê o alvo no caminho do infinito, e Ele curva vocês com Seu poder, para que suas flechas possam ir longe e rápido. Deixem que o seu curvar-se na mão do arqueiro seja pela alegria: Pois mesmo enquanto ama a flecha que voa, Ele também ama o arco que é firme."
- The Prophet (Nova York: Alfred A. Knopf, 1951), págs. 17-18.
  • "Não digais: 'Encontrei a verdade'. Dizei de preferência: 'Encontrei uma verdade'. Nenhum homem poderá revelar-vos nada senão o que já está adormecido na aurora do vosso entendimento. O astrônomo poderá falar-vos de sua compreensão do espaço, mas não vos poderá dar sua compreensão. Porque a visão do homem não empresta suas asas a outro homem. E assim como cada um de vós se mantém só no conhecimento de Deus, assim cada um de vós deve ter sua própria compreensão de Deus e sua própria interpretação das coisas da Terra."
- Say not, "I have found the truth," but rather, "I have found a truth."
Then said a teacher, Speak to us of Teaching. And he said: No man can reveal to you aught but that which already lies half asleep in the dawning of your knowledge. The teacher who walks in the shadow of the temple, among his followers, gives not of his wisdom but rather of his faith and his lovingness.
If he is indeed wise he does not bid you enter the house of his wisdom, but rather leads you to the threshold of your own mind. The astronomer may speak to you of his understanding of space, but he cannot give you his understanding.
The musician may sing to you of the rhythm, which is in all space, but he cannot give you the ear, which arrests the rhythm nor the voice that echoes it. And he who is versed in the science of numbers can tell of the regions of weight and measure, but he cannot conduct you thither.
For the visions of one man lends not its wings to another. And even as each one of you stands alone in God's knowledge, so must each one of you be alone in his knowledge of God and in his understanding of the earth
- The prophet - página 63-64, Kahlil Gibran - Knopf, 1926 - 84 páginas
  • "A razão, reinando sozinha, restringe todo impulso; e a paixão, deixada a si, é um fogo que arde até sua própria destruição."
- For reason, ruling alone, is a force confining; and passion, unattended, is a flame that burns to its own destruction.
- Khalil Gibran in: The Prophet (1923); On Reason and Passion


Atribuídas[editar]

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  • "Todo saber é vão, exceto quando há trabalho. E todo trabalho é vazio, exceto quando há amor. E quando trabalhais com amor, vós vos unis a vós próprios, e uns aos outros, e a Deus."
  • "No passado nós obedecíamos a reis e nos curvávamos perante imperadores. Mas hoje nos ajoelhamos apenas diante da verdade, seguimos tão somente a beleza e obedecemos apenas o amor."
  • "Quem não sabe aceitar as pequenas falhas das mulheres não aproveitará suas grandes virtudes."
  • "Uma vida sem amor é como árvores sem flores e sem frutos. E um amor sem beleza é como flores sem perfume. Vida, amor, beleza: eis a minha trindade."
- citado em "O Poder de Transformação: Dinâmicas de Grupo" - página 107, Canísio Mayer, Papirus Editora, ISBN 8530808266, 9788530808266, 160 páginas
  • "Se eu conhecesse a causa da minha ignorância, seria um sábio."
  • "Perguntais-me como me tornei louco. Aconteceu assim:
Um dia, muito tempo antes de muitos deuses terem nascido, despertei de um sono profundo e notei que todas as minhas máscaras tinham sido roubadas - as sete máscaras que eu havia confeccionado e usado em sete vidas - e corri sem máscara pelas ruas cheias de gente, gritando:
- "Ladrões, ladrões, malditos ladrões!"
Homens e mulheres riram de mim e alguns correram para casa, com medo de mim. E quando cheguei à praça do mercado, um garoto trepado no telhado de uma casa gritou:
- "Êh um louco!".
Olhei para cima, para vê-lo. O sol beijou pela primeira vez minha face nua. Pela primeira vez, o sol beijava minha face nua, e minha alma inflamou-se de amor pelo sol, e não desejei mais minhas máscaras. E, como num transe, gritei:
- "Benditos, benditos ladrões que roubaram minhas máscaras!"
Assim me tornei louco. E encontrei tanto liberdade como segurança na minha loucura: a liberdade da solidão e a segurança de não ser compreendido, pois aquele que nos compreende escraviza alguma coisa em nós."