Jigoro Kano

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Jigoro Kano
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Jigoro Kano (Kanō Jigorō, Mikage, 28 de outubro de 18604 de maio de 1938) foi o fundador da arte marcial Judô e reformou o Jiu-Jitsu.


Atribuídas[editar]

[carece de fontes?]
  • “O adversário é um parceiro necessário ao progresso, a vida da humanidade baseia-se neste princípio”.
  • “Não se envergonhe por causa de um erro, você estaria cometendo uma falta”.
  • “É somente através da ajuda mútua e das concessões recíprocas que um organismo agrupando indivíduos em número grande ou pequeno pode encontrar sua harmonia plena e realizar verdadeiros progressos”.
  • “Vencer o hábito de usar a força contra a força é uma das coisas mais difíceis do treinamento do judô. Caso não se consiga isto não se pode esperar progresso”.
  • “A simplicidade é a chave de toda arte superior, da vida e do judô”.
  • “Sutileza na técnica e finura na estética são úteis para a eficácia da arte, mas escapam a qualquer descrição”.
  • “A derrota na competição e no treinamento não deve ser uma fonte de desânimo ou de desespero. É sinal da necessidade de uma prática maior e de esforços redobrados”.
  • “Se é por vezes permitido ter excesso de zelo, isto sempre acaba por tornar-se uma fonte de perigo”.
  • “Os katas são a estética do judô. É no kata que está o espírito do judô, sem o qual é impossível perceber o objetivo”.
  • “Será que existe um princípio que realmente se aplique a todos os casos? Sim, existe um, é o princípio da eficácia máxima na utilização do espírito e do corpo. Dei a este princípio, de uma generalidade absoluta, o nome de Judô”.
  • “O judô ultrapassou o estágio primitivo da utilidade para atingir o de uma ciência e de uma arte”.
  • “A estabilidade mental (ou uma calma inabalável) é um fator importante numa luta de judô. Seria ainda mais importante caso se tratasse de uma luta de vida ou morte”.
  • “A questão principal é elevar-se acima do problema da vida e da morte da sensação de temor e de apreensão”.
  • “O judô deve existir para o benefício do homem e não o homem para o judô (competição)”.
  • “Em qualquer espécie de treinamento o ponto mais importante é libertar-se dos maus hábitos”.
  • “A idéia de considerar os outros como inimigos só pode ser loucura e fonte de regressão”.
  • “O judô deve ser mantido acima de toda a escravidão artificial. As novas invenções devem tornar-se conhecimentos comuns”.
  • “O judô é uma arte e uma ciência. Ele deve ser mantido acima de toda a escravidão artificial e deve ser livre de qualquer influência financeira, comercial e pessoal”.
  • “O valor de uma coisa depende da maneira como a abordamos mentalmente e não da coisa em si”.
  • “O alto valor da habilidade e da qualidade da arte só pode ser obtido elevando-se acima da dualidade da competição”.
  • “O judô não deve ser revestido por um rótulo nacional, racial, político, pessoal ou sectário”.
  • “Quando se percebe a potência do judô, compreende-se que não pode usá-lo levianamente, pois ele pode ser tão perigoso quanto uma espada desembainhada”.
  • “O melhor uso que se pode fazer de uma espada é não utilizá-la, o pior é servir-se dela”.
  • “Ambição e rivalidade, cuidadosamente dosadas, são estimulantes do progresso. Porém em quantidade excessiva, transformam-se em venenos destrutivos”.
  • “À medida que se progride no estudo do judô, o sentido de confiança em si mesmo, base do equilíbrio mental, se desenvolve”.
  • “A habilidade é função de um ato inconsciente automático. O controle consciente de todos os fatores é impossível, pois uma entrada só é possível num espaço de tempo igual ao de um raio”.
  • “As fonte estimulantes da ação são o instinto criador e o espírito de aventura”.
  • “A situação do mundo e dos assuntos humanos, atualmente, se assemelham muito à dos principiantes sobre a esteira de judô”.
  • “A saída de vida depende do jogo harmonioso de nossos instintos”.
  • “Nossos braços são movidos pelo deslocamento do corpo do adversário. Como se dele fizessem parte”.
  • “Tender a perfeição é o princípio do treinamento de judô”.
  • “A despeito das aparências ‘eu’ e ‘mim’ são os fatores mais negligenciados no pensamento humano”.
  • “Cada ação do corpo é tão importante quanto um elo numa corrente”.
  • “Sem uma clara compreensão do sentido do movimento não se podem esperar progressos reais”.
  • “O conhecimento do corpo para ser eficaz não é necessariamente o alto conhecimento científico do engenheiro, mas sim aquele, prático do operário”.
  • “Devemos nos lembrar que a essência do esporte não está na marca ou no escore, mas nos esforços e na habilidade despendidos para atingi-los”.
  • “A maneira de treinar depende de uma ação consciente, mas o objetivo do treinamento é conseguir o domínio da técnica, o que é inconsciente”.
  • “A dualidade e a condição da vida. Sem oposto nem contrastes, a vida não é vida”.
  • “O judô pode ser considerado como uma arte, ou uma filosofia do equilíbrio, bem como um meio para cultivar o sentido e o estado de equilíbrio”.
  • “Somente se aproxima da perfeição quem a procura com constância, sabedoria e sobre tudo muita humildade.”