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George Steiner

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George Steiner
George Steiner
George Steiner en 2013.
Nascimento Francis George Nathaniel Steiner
23 de abril de 1928
Neuilly-sur-Seine
Morte 3 de fevereiro de 2020 (91 anos)
Cambridge
Cidadania França, Estados Unidos da América
Cônjuge Zara Steiner
Filho(a)(s) David Steiner, Deborah Steiner
Alma mater
  • Balliol College, Oxford
  • Universidade Harvard
  • Universidade de Chicago
  • Lycée Janson-de-Sailly
  • Lycée Français de New York
Ocupação filósofo, romancista, tradutor, professor universitário, crítico literário, jornalista, escritor, ensaísta
Prêmios
  • Cavaleiro da Legião de Honra (1984)
  • Bolsa Guggenheim (1971)
  • Prêmio Princesa das Astúrias de Comunicações e Humanidades (2001)
  • Alfonso Reyes International Prize (2007)
  • Today Prize (1998)
  • honorary doctor of the University of Girona (2012)
  • honorary doctor of the Catholic University of Louvain (1980)
  • Doutor honorário da Universidade de Liège (1990)
  • Doutor Honoris Causa da Universidade de Durham (1995)
  • Doutor Honorário da Universidade de Bolonha (2006)
  • Membro da Academia Britânica
  • Membro da Sociedade Real de Literatura
  • Prêmio Ludwig Börne (2003)
  • Bolsa de Estudos Rhodes (1950)
  • honorary doctor of the University of Bristol (1989)
  • doutor honoris causa da Universidade de Glasgow (1990)
  • honorary doctorate of the University of Salamanca (2002)
  • honorary doctor of the University of Lisbon (2009)
Empregador(a) Universidade de Princeton, Universidade Harvard, Universidade de Genebra, The Economist, Williams College
Obras destacadas After Babel
Religião Judaísmo

George Steiner (?) foi um crítico inglês.


Verificadas[editar]

  • "A capacidade do homem para articular um tempo verbal futuro - em si um escândalo metafísico e lógico - sua faculdade e necessidade de "sonhar à frente", de esperar, o tornam único."
(Extraterritorial: a literatura e a revolução da linguagem. São Paulo: Companhia das Letras, 1990 p. 68)


  • "A história, no sentido humano, é uma rede de linguagem arremessada para trás."
(Extraterritorial: a literatura e a revolução da linguagem. São Paulo: Companhia das Letras, 1990 p. 69)