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Ernst Bloch

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Ernst Bloch
Ernst Bloch
Nascimento 8 de julho de 1885
Ludwigshafen am Rhein
Morte 4 de agosto de 1977 (92 anos)
Tubinga
Sepultamento Bergfriedhof
Cidadania Alemanha
Cônjuge Karola Bloch
Alma mater
  • Universidade de Würzburgo
  • Universidade de Munique
Ocupação filósofo, professor universitário, teólogo
Prêmios
  • Prêmio Nacional da Alemanha Oriental
  • Ordem Patriótica do Mérito em prata
  • Prêmio da Paz do Comércio Livreiro Alemão (Werner Maihofer, 1967)
  • Prêmio Sigmund Freud (1975)
  • doutor honoris causa da Universidade de Zagreb
Empregador(a) Universidade de Leipzig, Universidade de Tubinga
Obras destacadas Das Prinzip Hoffnung, Atheism in Christianity, The spirit of utopia
Movimento estético surrealismo
Religião ateísmo

Ernst Bloch (?) foi um filósofo alemão.


Verificadas[editar]

  • "O que caracteriza o amplo espaço da vida ainda aberta e ainda incerta é a possibilidade de velejar em sonhos, muitas vezes do tipo totalmente sem base na realidade. (...) Aquilo que agora é pântano pode ser drenado. Redobrando-se a coragem e o saber, o futuro não virá como fatalidade sobre o ser humano, mas o ser humano virá sobre o futuro e ingressará nele com o que é seu "
- O Princípio Esperança
  • Pensar significa ultrapassar
- O Princípio Esperança
  • "Tudo que é inteligente pode já ter sido pensado sete vezes. Mas, repensado de novo em um outro tempo e em situação outra, não é mais a mesma coisa. Não somente o pensador, mas , e sobretudo, a coisa a pensar mudaram nesse meio tempo."
- Avicenne et la Gauche Aristotélicienne. (ISBN 978-2-913534-08-7)
  • "Em último caso, por isso, resta a alternativa cambiante entre o nada absoluto e o tudo absoluto: o nada absoluto é o fracasso decidido da utopia, enquanto que o tudo absoluto – na pre-aparência do reino da liberdade – é o cumprimento decidido da utopia ou o ser como utopia. O triunfo do nada ao final foi pensada mitologicamente como inferno; o triunfo do tudo ao final, como céu: na verdade, o próprio tudo não é outra coisa senão a identidade do homem que retorna a si mesmo com o mundo bem sucedido para ele".


  • "Nesta linha, se encontra a solução da questão estética da verdade: a arte é um laboratório e, na mesma medida, uma festa de possibilidades desenvolvidas, junto às alternativas experimentadas, tendo presente que tanto o desenvolvimento como o resultado, tem lugar na maneira da aparência fundada, ou seja, da pré-aparência perfeita no mundo. Na grande arte, tanto o exagero como a fabulação são claramente vistos, e mais do que nunca, como dirigidos em direção a uma consequência tendencial e a uma utopia concreta. Mas é claro, se esse clamor pela perfeição – que pode ser chamada de oração atéia da poesia – vai se tornar, de alguma maneira, prático e não vai permanecer simplesmente na pré-aparẽncia estética, é algo que não se decide na poesia, mas na sociedade".
-O Princípio Esperança