Antônio Apurinã

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Antônio Apurinã (Boca do Acre, 27 de dezembro de 1958), indígena, eleito 2º suplente da Senadora Marina Silva - AC, Brasil, pelo PCdoB.


  • “O índio, como um todo, precisa da força política, precisa que os Constituintes reconheçam o massacre dos seus antepassados; hoje, precisamos estar atentos para que isso não mais aconteça no futuro.”
- Antônio Apurinã, em 21 de maio de 1987, Ata da 11ª Reunião da Subcomissão Temática, p. 150.
- Fonte: Universidade Federal do Paraná [1]
  • “E diria mais, que nós pretendemos impor dentro da Constituinte o nosso respeito, do nosso povo índio, na defesa da nossa terra. E que não haja muita “bandidagem”, como hoje, dentro da nossa área invadida pelos garimpeiros, invadida pelos madeireiros, invadida pelos pecuaristas, os grandes latifundiários. Nós deveríamos ser mais respeitados, a Constituinte deveria assegurar isto. Existe uma lei, mas essa lei não é cumprida, que é o Estatuto do Índio. O que nos traz aqui é exatamente isso: é que sejamos respeitados, que as leis sejam cumpridas, que o índio se comporte cada vez mais na sociedade e que cesse a matança incrível, porque ninguém pôde fazer nada para que isso não acontecesse.”
- Antônio Apurinã, em 21 de maio de 1987, Ata da 11ª Reunião da Subcomissão Temática, p. 150.
- Fonte: Universidade Federal do Paraná [2]
  • “Isso faz parte de uma experiência que, no futuro, vai servir para mim e para mais alguém que se interesse pelo seu povo, não só das suas ideias, mas, também, de toda a comunidade Indígena, de um modo geral. A cada vez mais os índios acreanos e do sul do Amazonas se juntam para discutir as suas reivindicações, a sua luta, as formas de defesa - e é por aí que nós devemos seguir.”
- Antônio Apurinã, em 21 de maio de 1987, Ata da 11ª Reunião da Subcomissão Temática, p. 150.
- Fonte: Universidade Federal do Paraná [3]
  • “Na selva há algumas cobrinhas, mas as do Congresso são bem mais venenosas”
- Antônio Apurinã, primeiro índio eleito senador na história do Brasil
- Revista ISTO É, Edição 1739
  • "Precisamos de todos os que queiram nos ajudar."
- Em maio de 1994, ao ser reeleito coordenador da União das Nações Indígenas do Acre e Sul do Amazonas.
- Fonte: UNI-Acre [4]
  • "Hoje nossos parentes começam a sentir orgulho de serem índios. O massacre cultural contra os povos indígenas foi muito grande, a ponto de sermos comparados a bichos, e mesmo a grande discussão sobre se tínhamos ou não alma, espírito, a exemplo dos brancos."
- Em maio de 1994, ao ser reeleito coordenador da União das Nações Indígenas do Acre e Sul do Amazonas.
- Fonte: UNI-Acre [5]
  • "Esse negócio de partido poítico entre os índios é meio complicado."
- Em maio de 1994, ao ser reeleito coordenador da União das Nações Indígenas do Acre e Sul do Amazonas.
- Fonte: UNI-Acre [6]
  • "2003 é o ano em que se faz uma aliança no sentido de buscar a concretização dos direitos dos povos indígenas."
- Em abril de 2003, durante sessão solene de lançamento da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos dos Povos Indígenas, no Salão Negro da Câmara em Brasília.
- Fonte: CIMI - Conselho Indigenista Missionário [7]

Sobre[editar]

  • "Ele seria um facilitador da construção das políticas públicas que hoje os povos indígenas reivindicam."
- Piná Tembé, da Articulação dos Povos Indígenas do Tronco Lingüístico Tupi, durante reunião com o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, em Brasília, em agosto de 2003.
- Fonte: Folha de S.Paulo [8]
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Veja também[editar]