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Adélia Prado

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Adélia Prado
Adélia Prado
Adélia Prado
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Adélia Luzia Prado Freitas (Divinópolis, 13 de dezembro de 1935), mais conhecida como Adélia Prado, é uma poetisa, professora, filósofa, romancista e contista brasileira ligada ao Modernismo.


  • "Artefato nipônico: A borboleta pousada / ou é Deus / ou é nada." (in PRADO, Adélia, Poesia Reunida, São Paulo: Siciliano, 1991, p. 381)
  • "Desenredo: [..] Saberemos viver uma vida melhor que esta, quando mesmo chorando é tão bom estarmos juntos? [...] "Ser brasileiro me determina de modo emocionante e isto, que posso chamar de destino, sem pecar, descansa meu bem-querer. [...]" (in PRADO, Adélia, Poesia Reunida, São Paulo: Siciliano, 1991, p. 187)
  • "Ensinamento: Minha mãe achava estudo a coisa mais linda do mundo. Não é. A coisa mais fina do mundo é o sentimento. [...]" (in PRADO, Adélia, Poesia Reunida, São Paulo: Siciliano, 4ª ed., 1995, p. 116)
  • "Sofria palpitação e tonteira, lembro dela caindo na beira do tanque, o vulto dobrado em arco, gente afobada em volta, cheiro de alcanfor."
- "Solte os cachorros‎" - Página 92, de Adélia Prado - Publicado por Editora Nova Fronteira, 1979 - 115 páginas
  • "Moça feita, li Drummond a primeira vez em prosa. Muitos anos mais tarde, Guimarães Rosa, Clarice. Esta é a minha turma, pensei. Gostam do que eu gosto. Minha felicidade foi imensa. Continuava a escrever, mas enfadara-me do meu próprio tom, haurido de fontes que não a minha. Até que um dia, propriamente após a morte do meu pai, começo a escrever torrencialmente e percebo uma fala minha, diversa da dos autores que amava. É isto, é a minha fala."
- Citado em "Poesia sempre‎", Por Biblioteca Nacional (Brazil). Departamento Nacional do Livro, Publicado por Ministério da Cultura, Fundação Biblioteca Nacional, Departamento Nacional do Livro, 1993
  • "Louvado seja, porque eu quero morrer, mas tenho medo, e ainda espero pelo prometido."
- TV Câmara, Sempre Um Papo; 25/01/2009

Sobre

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  • "Adélia é lírica, bíblica, existencial, faz poesia como faz bom tempo: esta é a lei, não dos homens, mas de Deus. Adélia é fogo, fogo de Deus em Divinópolis"
- Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileiro