Olavo Bilac
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Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac (16 de dezembro de 1865 - id., 28 de dezembro de 1918), jornalista, poeta brasileiro e membro fundador da Academia Brasileira de Letras. Escritor brasileiro.
- "Ao coração que sofre, separado
- Do teu, no exílio em que a chorar me vejo,
- Não basta o afeto simples e sagrado
- Com que das desventuras me protejo."
- - Via Láctea; (veja texto integral no wikisource
- Noite. Oh! Saudade!... A dolorosa rama / Da árvore aflita pelo chão derrama / As folhas, como lágrimas... Lembrar!"
- - Ciclo; (veja texto integral no Wikisource)
- "Por que me prendes? Solta-me covarde!/Deus me deu por gaiola a imensidade: /Não me roubes a minha liberdade ... /Quero voar! voar! ..."
- - O Pássaro Cativo; (veja texto integral no wikisource)
[editar] Atribuídas
- "Já repararam como se queixam de falta de tempo as pessoas que nada fazem?" []
- "Flerte é um namoro inofensivo, sem conseqüências, que não acaba nem na pretoria nem na Casa de Detenção." []
- "O único meio de criar homens livres é educá-los, outro modo ainda não se inventou, e com certeza nunca se inventará." []
