Olavo Bilac

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Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac (16 de dezembro de 1865 - id., 28 de dezembro de 1918), jornalista, poeta brasileiro e membro fundador da Academia Brasileira de Letras. Escritor brasileiro.


Do teu, no exílio em que a chorar me vejo,
Não basta o afeto simples e sagrado
Com que das desventuras me protejo."
- Via Láctea, capítulo XXX; (veja texto integral no wikisource)
- Ciclo; (veja texto integral no Wikisource)
  • "Por que me prendes? Solta-me covarde!/Deus me deu por gaiola a imensidade: /Não me roubes a minha liberdade ... /Quero voar! voar! ..."
- no poema "O Pássaro Cativo"; (veja texto integral no wikisource)
  • "Já está amanhecendo... dêem-me café, papel e pena... eu vou escrever..."
- momentos antes de morrer; citado em "Vida e poesia de Olavo Bilac", Fernando Jorge - Novo Século, 2007 - 348 páginas
  • "Já repararam como se queixam de falta de tempo as pessoas que nada fazem?"
- Vossa insolência: crônicas‎ - Página 198, Olavo Bilac, Antônio Dimas - Editora Companhia das Letras, 1996, ISBN 8571646201, 9788571646209 - 415 páginas
  • "Não sei de glória mais alta do que a glória de quem ama!"
- Velha Página in: Poesias: Panoplias, Via lactea, Sarças de fogo, Alma inquieta, As viagens, Ocaçador de esmeraldas, Olavo Bilac - H. Garnier, 1904 - 273 páginas (vide wikisource)
  • "Só quem ama pode ter ouvido capaz de ouvir e de entender estrelas."
- Olavo Bilac in: "Via Láctea", XIII

[editar] Atribuídas

- Olavo Bilac citado em "Frases Geniais" - Página 280, Paulo Buchsbaum, Ediouro Publicações, 2004, ISBN 8500015330, 9788500015335 - 440 páginas
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