Tony Judt

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Tony Judt
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Tony Judt (Londres, 2 de janeiro de 1948Nova Iorque, 6 de agosto de 2010) foi um historiador, escritor e professor universitário britânico especializado na história da Europa.


O Peso da Responsabilidade (1998)[1][2][editar]

Pós-Guerra: Uma História da Europa desde 1945 (2005)[3][4][editar]


  • "A Europa é o menor continente. Sequer chega a ser um continente - é apenas um anexo subcontinental da Ásia. Toda a Europa (excluindo a Rússia e a Turquia) compreende não mais do que 5,5 milhões de quilômetros quadrados: menos do que dois terços da superfície do Brasil, pouco mais do que a metade da área da China ou dos Estados Unidos. Mas, quanto à intensidade das diferenças e dos contrastes internos, a Europa é singular." [5]
    • No original: Europe is the smallest continent. It is not really even a continent—just a subcontinental annexe to Asia. The whole of Europe (excluding Russia and Turkey) comprises just five and a half million square kilometers: less than two thirds the area of Brazil, not much more than half the size of China or the US. But in the intensity of its internal differences and contrasts, Europe is unique.

Reflexões sobre um Século Esquecido: 1901-2000 (2008) [6][7][editar]


  • "Resolver os problemas da humanidade numa penada; buscar uma teoria abrangente capaz de simultaneamente explicar o presente e garantir o futuro.; recorrer à muleta dos 'sistemas' intelectuais ou históricos para navegar na irritante complexidade e nas contradições da experiência real; salvar a semente 'pura' de uma ideia ou ideal de seu fruto podre: tais atalhos apresentam um encanto intemporal e certamente não constituem monopólio dos marxistas (e nem mesmo da esquerda)."[8]
    • No original: "Solving the problems of mankind in one stroke; seeking out an allembracing theory that can simultaneously explain the present and guarantee the future; resorting to the crutch of intellectual or historical "systems" to navigate the irritating complexity and contradictions of real experience; saving the "pure" seed of an idea or an ideal from its rotten fruit: Such shortcuts have a timeless allure and are certainly not the monopoly of Marxists (or indeed the Left)."

O Mal Ronda a Terra (2010)[9][10][editar]

O Chalé da Memória (2010)[11][12][editar]


  • "A seriedade moral na vida pública é como a pornografia: difícil de definir, fácil de se identificar quando se vê. Representa uma coerência entre intenção e ação, uma ética de responsabilidade política. Toda política é a arte do possível. Contudo, até a arte tem sua ética." [13]
    • No original: "Moral seriousness in public life is like pornography: hard to define but you know it when you see it. It describes a coherence of intention and action, an ethic of political responsibility. All politics is the art of the possible. But art too has its ethic."


  • "Apresentei recentemente meu filho de 12 anos ao clássico 'Os Incompreendidos', de François Truffaut. Para uma geração criada à base de uma dieta de cinema contemporâneo com 'mensagem', de 'O Dia Depois de Amanhã' a 'Avatar', o efeito foi estonteante: 'É livre. Ele faz tanto com tão pouco.' Com certeza. A riqueza de recursos destinada ao entretenimento serve só para disfarçar a pobreza do produto; da mesma forma, na política, palavrório interminável e retórica grandiloquente mascaram um vazio entediante"[14]
    • No original: "I recently introduced our twelve-year-old son to François Truffaut’s 1959 classic Les Quatre Cents Coups (The 400 Blows). Of a generation raised on a diet of contemporary “message” cinema from The Day After Tomorrow through Avatar, he was stunned: “It’s spare. He does so much with so little.” Quite so. The wealth of resources we apply to entertainment serves only to shield us from the poverty of the product; likewise in politics, where ceaseless chatter and grandiloquent rhetoric mask a yawning emptiness."


  • "Substituir gênero (ou 'raça', 'etnia', 'eu') por classe social ou renda só poderia ocorrer a pessoas para quem a política é um passatempo, uma projeção de seu eu no mundo inteiro. Por que tudo tem de dizer respeito a "mim"? Minhas fixações são importantes para a República? Minhas necessidades particulares, por definição, se referem a questões mais amplas? O que afinal quer dizer que 'o pessoal é político'? Se tudo é 'político', então nada é político. Isso me lembra a conferência de Gertrude Stein sobre literatura contemporânea em Oxford. 'E quanto a questão da mulher?' alguém perguntou. A resposta de Stein devia ser pregada em todos os quadros de avisos das faculdades, de Boston a Berkley. 'Nem tudo pode ser a respeito de tudo'." [15]
    • No original: "Substituting gender (or “race” or “ethnicity” or “me”) for social class or income category could only have occurred to people for whom politics was a recreational avocation, a projection of self onto the world at large. Why should everything be about “me”? Are my fixations of significance to the Republic? Do my particular needs by definition speak to broader concerns? What on earth does it mean to say that “the personal is political”? If everything is “political,” then nothing is. I am reminded of Gertrude Stein’s Oxford lecture on contemporary literature. “What about the woman question?” someone asked. Stein’s reply should be emblazoned on every college notice board from Boston to Berkeley: “Not everything can be about everything.”"


  • "Nós - esquerdistas, acadêmicos, professores - deixamos a política para quem o poder de fato é muito mais interessante do que suas implicações simbólicas. O politicamente correto e a política dos gêneros, mas acima de tudo a hipersensibilidade aos sentimentos feridos (como se existisse um direito de não ser magoado): eis aí o nosso legado." [16]
    • No original: "We—the left, academics, teachers—have abandoned politics to those for whom actual power is far more interesting than its metaphorical implications. Political correctness, gender politics, and above all hypersensitivity to wounded sentiments (as though there were a right not to be offended): this will be our legacy."

Pensando o Século XX (2012)[17][18][editar]


  • "Isso me fez lembrar algo: sempre fora o Karl Marx analítico, o comentarista político e não o prognosticador revolucionário, que mais me atraíra. Se você me perguntasse qual ensaio de Marx eu recomendaria a um estudante, tanto para apreciar os talentos de Marx quanto para captar a mensagem central, acho que seria O 18 de Brumário de Luís Bonaparte, seguido de perto talvez por As Lutas de Classe na França de 1848 a 1850 e A Guerra Civil em França. Marx era um comentarista polêmico de gênio, quaisquer que sejam as deficiências de suas especulações teóricas mais amplas. Por essa razão, eu era em grande parte indiferente aos debates da década de 1960 entre os defensores do "jovem" e do "velho" Marx, o filósofo da alienação social e o teórico da economia política. Para mim, Marx foi sempre e acima de tudo um observador dos acontecimentos políticos e da realidade social."[19]
    • No original: "This struck a chord: it had always been the analytical Karl Marx, the political commentator rather than the revolutionary prognosticator, who had most appealed to me. If you asked me which one essay by Marx I would recommend to a student, both in order to appreciate Marx’s talents and grasp the central message, I think it would be The Eighteenth Brumaire, followed closely perhaps by The Class Struggles and The Civil War in France. Marx was a polemical commentator of genius, whatever the shortcomings of his broader theoretical speculations. For this reason, I was largely unmoved by the debates of the 1960s between advocates of the “young” and the “old” Marx, the philosopher of alienation and the theorist of political economy. For me, Marx was always and above all an observer of political events and social reality."


  • "Que o marxismo é uma religião secular parece evidente. Mas exatamente qual religião ele está seguindo? Isso nem sempre é tão claro. Ele abrange muito da escatologia cristã tradicional: a queda do homem, o Messias, seu sofrimento e a redenção vicária da humanidade, a salvação, a ascensão e assim por diante. O judaísmo também está lá, mas menos em substância do que em estilo. Em Marx e em alguns dos mais interessantes marxistas posteriores (Rosa Luxemburgo , talvez, ou Léon Blum) - e sem dúvida nos intermináveis debates socialistas alemães realizados nas páginas do Die Neue Zeit - podemos prontamente discernir uma variedade de pilpul, a dialética autoindulgente brincalhona que está no centro dos julgamentos rabínicos e na moralização e contação de histórias judaicas tradicionais."[20]
    • No original: "That Marxism is a secular religion seems self-evident. But just which religion is it tracking? That is not always so clear. It comprises much of traditional Christian eschatology: the fall of man, the Messiah, his suffering and humanity’s vicarious redemption, the salvation, the rise and so on. Judaism is there too, but less in substance than style. In Marx and in some of the more interesting later Marxists (Rosa Luxemburg, perhaps, or Léon Blum)—and without question in the interminable German Socialist debates conducted in the pages of Die Neue Zeit—we can readily discern a variety of pilpul, the playful dialectical self-indulgence at the heart of rabbinical judgments and traditional Jewish moralizing and storytelling"


  • "Uma coisa é eu dizer que estou disposto a sofrer agora por um futuro desconhecido, mas possivelmente melhor. Outra coisa é eu autorizar o sofrimento de outros em nome desse mesma hipótese inverificável. Este, em minha opinião, é o pecado intelectual do século: fazer um julgamento sobre o destino de outros em nome do futuro deles como você o vê, um futuro em que você pode não ter nenhum investimento, mas em relação ao qual você reivindica informação exclusiva e perfeita."[21]
    • No original: " It is one thing to say that I am willing to suffer now for an unknowable but possibly better future. It is quite another to authorize the suffering of others in the name of that same unverifiable hypothesis. This, in my view, is the intellectual sin of the century: passing judgment on the fate of others in the name of their future as you see it, a future in which you may have no investment, but concerning which you claim exclusive and perfect information."


  • "Pensadores comunistas se sentiam parte de uma comunidade de intelectuais com sentimentos semelhantes, o que lhes dava a sensação de que não só estavam fazendo a coisa certa, mas também se movendo na direção da história. "Nós" estávamos fazendo isso, e não apenas "eu". Isso sobrepujava a noção de multidão solitária e colocava o indivíduo comunista no centro não só de um projeto histórico, mas de um processo coletivo. E é interessante como muitas vezes as memórias dos desiludidos são expressos em termos da perda da comunidade, além da perda da fé. O difícil não era abrir os olhos para o que Stalin estava fazendo, mas romper com todas as outras pessoas que haviam acreditado naquilo com você. E essa combinação de fé e atrativos, muito consideráveis da fidelidade compartilhada, davam ao comunismo algo que nenhum outro movimento político poderia ostentar."[22]
    • No original: "Communist thinkers felt part of a community of like-feeling intellectuals, which gave them the sense that not only were they doing the right thing, but also that they were moving in the direction of history. “We” were doing it, not just “me.” This overcame the idea of the lonely crowd notion and placed the individual communist at the center, not only of a historical project, but of a collective process. And it’s interesting how often the memoirs of the disillusioned are cast in terms of the loss of community, as well as the loss of faith. The hard thing was not opening your eyes to what Stalin was doing, but breaking with all the other people who had believed it along with you. And so this combination of faith and the very considerable attractions of shared allegiance gave communism something that no other political movement could boast"


  • "Em aspectos reveladores, Israel hoje lembra os pequenos Estados nacionalistas que surgiram na Europa Oriental após o fim do Império Russo. Se Israel tivesse - como a Romênia, ou a Polônia, ou a Tchecoslováquia - sido estabelecido em 1918, em vez de 1948, ele teria acompanhado de perto os Estados pequenos, vulneráveis, irredentistas, ressentidos, inseguros, etnicamente exclusivistas a que a Primeira Guerra Mundial dera origem. Mas Israel só nasce depois da Segunda Guerra Mundial. Como consequência, ele se destaca por sua cultura política nacional um pouco paranoica e se tornou doentiamente dependente do Holocausto - sua muleta moral e sua arma preferida para se defender de todas as críticas."[23]
    • No original: "In revealing respects, Israel today resembles the small nationalist states that emerged in Eastern Europe after the end of the Russian Empire. Had Israel—like Romania or Poland or Czechoslovakia —been established in 1918 rather than 1948, it would have closely tracked the small, vulnerable, resentful, irredentist, insecure, ethnically exclusivist states to which World War I had given birth. But Israel did not come into being until after the Second World War. As a consequence, it stands out for its slightly paranoid national political culture and has become unhealthily dependent upon the Holocaust—its moral crutch and weapon of choice with which to fend off all criticism."


  • "Não fui, não sou e não me comporto como anti-israelense. Entendo quanto há de errado no mundo árabe e não me sinto nem um pouco inibido em falar sobre isso. Tenho amigos israelenses e árabes. Sou um judeu que não é nada relutante a discutir as consequências pertubadoras de nossa obsessão contemporânea com a comemoração do Holocausto."[24]
    • No original: "I was not, am not, and do not come across as anti-Israeli. I understand just how much there is amiss in the Arab world and don’t feel in the least inhibited in talking about it. I have Israeli friends and Arab friends. I am a Jew who is not at all reluctant to discuss the troubling consequences of our contemporary obsession with Holocaust commemoration"


  • "Nos debates políticos e acadêmicos das décadas anteriores, o marxismo sempre fora tratado em última análise como um modelo histórico alimentado pelo motor do interesse e da ação do proletariado. Mas exatamente por esse motivo, à medida que o proletariado industrial diminuía em número e relevância nas sociedades avançadas, o marxismo parecia vulnerável à implausibilidade de suas premissas. O que acontece, afinal, quando o proletariado deixa de funcionar como um motor da história? Nas mãos de praticantes dos estudos culturais e sociais na década de 70, a máquina ainda pode ser posta para funcionar: você simplesmente substituía 'trabalhadores' por 'mulheres'; ou estudantes, ou camponeses, ou negros, ou - no fim, gays, ou na verdade qualquer grupo que tivesse uma boa razão para estar insatisfeito com a presente disposição de poder e autoridade."[25]
    • No original: "In the political and academic debates of earlier decades, Marxism had always been treated in the final analysis as a historical model powered by the engine of proletarian interest and action. But for just this reason, as the blue collar proletariat diminished in numbers and relevance throughout advanced societies, Marxism appeared vulnerable to the implausibility of its premises. What happens, after all, when the proletariat ceases to function as an engine of history? At the hands of practitioners of cultural and social studies in the 1970s the machine could still be made to work: you merely replaced “workers” with “women”; or students, or peasants, or blacks, or— eventually—gays, or indeed whichever group had sound reason to be dissatisfied with the present disposition of power and authority"


  • "Quando falamos dos comunistas, poderíamos começar com conceitos. Os fascistas não têm realmente conceitos. Eles têm atitudes. Têm respostas características à guerra, à depressão e ao atraso. Mas não começam com um conjunto de ideias que depois aplicam ao mundo."[26]
    • No original: "When we spoke of the Marxists we could begin with concepts. The fascists don’t really have concepts. They have attitudes. They have distinctive responses to war, depression and backwardness. But they don’t start out with a set of ideas that they then apply to the world."


  • "Havia também uma atitude francesa distinta para com a União Soviética, na qual pensar sobre Moscou é sempre de alguma forma o mesmo que pensar sobre Paris. A questão do stalinismo era vista na França principalmente como um enigma histórico: a Revolução Russa é herdeira legítima da Revolução Francesa? Se sim, ela não deveria ser defendida contra todas as ameaças externas? A sombra da Revolução Francesa, assim, se interpunha o tempo todo, tornando difícil ver o que de fato estava acontecendo em Moscou. Portanto, as farsas judiciais, que começaram em 1936, foram vistas por muitos intelectuais franceses, que não eram de modo algum todos comunistas, como terror robesperriano, em vez de assassinato em massa totalitário."[27]
    • No original: "There was also a distinctive French attitude to the Soviet Union, in which thinking about Moscow is always somehow the same thing as thinking about Paris. The question of Stalinism was seen in France primarily as a historical conundrum: is the Russian Revolution the legitimate heir to the French? If so, should it not be defended against all foreign threats? The shadow of the French Revolution thus kept getting in the way, making it hard to see clearly what was happening in Moscow. So the show trials, which began in 1936, were seen by many French intellectuals, by no means all of them communists, as Robespierrian terror rather than totalitarian mass murder."


  • "[...] a Alemanha nazista ainda era [ao longo da década de 30] em alguns aspectos uma espécie de Rechsstaat [Estado de direito], por mais estranho que isso possa parecer. Tinha leis. Podiam não ser leis atraentes, mas desde que você não fosse judeu, ou comunista, ou dissidente, ou deficiente, ou socialmente indesejável, você não teria que entrar em conflito com elas. A União Soviética também tinha leis: mas qualquer pessoa poderia entrar em conflito com elas apenas por ser recategorizada na classe dos inimigos. Então, da perspectiva da vítima, a URSS era muito mais assustadora - porque menos previsível - do que a Alemanha nazista."[28]
    • No original: "[...] Nazi Germany was still in some respects a kind of Rechtsstaat, strange as that may sound. It had laws. They might not be attractive laws, but so long as you were not a Jew or a communist or a dissenter or handicapped or otherwise socially undesirable you would not have to fall foul of them. The Soviet Union too had laws: but anyone could fall foul of them just by being recategorized into the class of enemies. So, from the perspective of the victim, the USSR was far more frightening—because less predictable—than Nazi Germany."


  • "Se não há bem único, então provavelmente não há nenhuma forma única de análise que capte todas as diversas formas do bem, e nenhuma lógica política única que possa dominar toda a ética."[29]
    • No original: "If there is no single good, then there is likely no single form of analysis that captures all the various forms of the good, and no single political logic that can master all of ethics."


  • "A boa sociedade, como a própria bondade, não pode ser reduzida a uma única fonte: o pluralismo ético é a precondição necessária para uma democracia aberta."[30]
    • No original: "The good society, like goodness itself, cannot be reduced to a single source; ethical pluralism is the necessary precondition for an open democracy."


Quando os Fatos Mudam (2015)[31][32][editar]

Ligações externas[editar]

  1. Judt, Tony (1998). The Burden of Responsibility: Blum, Camus, Aron, and the French Twentieth Century. University of Chicago Press. ISBN 0-226-41418-3.
  2. O Peso da Responsabilidade. Editora Objetiva, 2014. ISBN: 9788539006090.
  3. Judt, Tony (2005). Postwar: A History of Europe Since 1945. Penguin Press. ISBN 1-59420-065-3.
  4. Pós-Guerra: Uma História da Europa desde 1945. Editora Objetiva, 2008. ISBN: 9788573028799.
  5. Prefácio. Tradução de José Roberto O'Shea.
  6. Judt, Tony (2008). Reappraisals: Reflections on the Forgotten Twentieth Century. Penguin Press. ISBN 1-59420-136-6.
  7. PReflexões sobre um Século Esquecido: 1901-2000. Editora Objetiva, 2010. ISBN: 9788539000623.
  8. Adeus a Tudo Isso? Leszek Kołakowski e o Legado Marxista. Tradução de Celso Nogueira.
  9. Judt, Tony (2010). Ill Fares the Land. Penguin Press. ISBN 1-59420-276-1.
  10. O Mal Ronda a Terra. Editora Objetiva, 2011. ISBN: 9788539002207.
  11. Judt, Tony (2010). The Memory Chalet. London: William Heinemann. ISBN 978-0-434-02096-6.
  12. O Chalé da Memória. Editora Objetiva, 2012. ISBN: 9788539003181.
  13. Capítulo III - Austeridade. Tradução de Celso Nogueira.
  14. Capítulo III - Austeridade. Tradução de Celso Nogueira.
  15. Capítulo XXI - Mulheres, Mulheres, Mulheres. Tradução de Celso Nogueira.
  16. Capítulo XXI - Mulheres, Mulheres, Mulheres. Tradução de Celso Nogueira.
  17. Judt, Tony; Snyder, Timothy (2012). Thinking the Twentieth Century. London: Penguin Press. ISBN 978-1-59420-323-7.
  18. Pensando o Século XX. Editora Objetiva, 2014. ISBN: 9788539005567.
  19. Capítulo 3 - Socialismo Familiar: Marxista Político. Tradução de Otacílio Nunes.
  20. Capítulo 3 - Socialismo Familiar: Marxista Político. Tradução de Otacílio Nunes.
  21. Capítulo 3 - Socialismo Familiar: Marxista Político. Tradução de Otacílio Nunes.
  22. Capítulo 3 - Socialismo Familiar: Marxista Político. Tradução de Otacílio Nunes.
  23. Capítulo 4 - Os King's e os Kibutzim: Sionista de Cambridge. Tradução de Otacílio Nunes.
  24. Capítulo 4 - Os King's e os Kibutzim: Sionista de Cambridge. Tradução de Otacílio Nunes.
  25. Capítulo 5 - Paris, Califórnia: Intelectual Francês. Tradução de Otacílio Nunes.
  26. Capítulo 5 - Paris, Califórnia: Intelectual Francês. Tradução de Otacílio Nunes.
  27. Capítulo 5 - Paris, Califórnia: Intelectual Francês. Tradução de Otacílio Nunes.
  28. Capítulo 5 - Paris, Califórnia: Intelectual Francês. Tradução de Otacílio Nunes.
  29. Capítulo 6 - Geração do Entendimento: Liberal Europeu Oriental. Tradução de Otacílio Nunes.
  30. Capítulo 6 - Geração do Entendimento: Liberal Europeu Oriental. Tradução de Otacílio Nunes.
  31. Judt, Tony (January 22, 2015). When the Facts Change: Essays, 1995-2010. Penguin Press. p. 400. ISBN 1594206007.
  32. Quando os Fatos Mudam. Editora Objetiva, 2016. ISBN: 9788547000035.