Saltar para o conteúdo

Raymond Aron

Origem: Wikiquote, a coletânea de citações livre.
Raymond Aron
Raymond Aron
Raymond Aron en 1966.
Nascimento Raymond Claude Ferdinand Aron
14 de março de 1905
6.º arrondissement de Paris (França)
Morte 17 de outubro de 1983 (78 anos)
4.º arrondissement de Paris (França)
Residência França
Sepultamento Cemitério do Montparnasse
Cidadania França
Progenitores
  • Gustave Aron
Cônjuge Suzanne Aron
Filho(a)(s) Dominique Schnapper
Irmão(ã)(s) Adrien Aron
Alma mater
  • Escola Normal Superior de Paris
  • Instituto de Estudos Políticos de Paris
  • Universidade de Paris
  • Lycée Condorcet
  • Lycée Hoche
Ocupação jornalista, filósofo, escritor, cientista político, sociólogo, professor, economista
Prêmios
  • Ordem do Mérito para as Artes e Ciência
  • Membro da Academia Americana de Artes e Ciências
  • Ambassadors' Prize (1962)
  • Prêmio Goethe (1979)
  • Prémio Erasmus (1983)
Empregador(a) Collège de France, Instituto de Estudos Políticos de Paris, Le Figaro, L'Express, Universidade de Paris, Universidade de Toulouse, Universidade de Colónia, Combat (jornal), Escola Nacional de Administração, École pratique des hautes études
Causa da morte enfarte do miocárdio
Assinatura

Raymond Aron (?) foi um filósofo francês.


Verificadas

[editar]
  • "Demasiado liberal para o partido de onde ele provém, não muito entusiasta por ideias novas aos olhos dos republicanos, ele não foi adoptado nem pela direita nem pela esquerda, ele permanece suspeito a todos"
- Aron, Les Étapes de la pensée sociologique, Paris, Gallimard, 1967, pg. 18
- Referindo-se a Tocqueville, Aron faz possivelmente uma descrição não muito diferente da sua própria situação.
  • "A civilização do prazer autocentrado se condena à morte quando perde o interesse pelo futuro."
-Fonte: Revista Caras, Edição 665.
  • "Ninguém é responsável pelo seu nascimento, cada um é livre de escolher a morte, portanto de rejeitar o fardo que recebeu sem o ter pedido."
- Personne n'est responsable de sa naissance, chacun est libre de choisir sa mort, donc de rejeter le fardeau qu'il a reçu sans l'avoir demandé.
- Raymond Aron in "Contrepoint", Edições 19-21 - Página 131, 1975