Pedro Chagas Freitas

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Pedro Chagas Freitas (25 de setembro de 1979), escritor e poeta português.



  • "Fizeste tudo o que tinhas de fazer para respirares tranquilamente; então: porque não respiras?"
- in "Já Alguma Vez Usaste o Sexo sem Necessitares de Usar o Corpo? (Corpos Editora, 2007)"
  • "Altura: medição do medo. Sabes que é altura de quando tens medo de."
- in "O Evangelho da Alucinação" (Corpos Editora, 2006)"
  • "triste figura, a daqueles que vivem como num jogo de espelhos em que só eles se vêem reflectidos."
- in "Os Dias na Noite" (Indiebooks, 2008)"
  • "Amas: por exclusão de partes; amas: até a tua parte ser a excluída."
- in "Já Alguma Vez Usaste o Sexo sem Necessitares de Usar o Corpo? (Corpos Editora, 2007)"
  • "Se pensares que és melhor que os outros sentirás uma vontade enorme de o ser mesmo e isso só te irá deprimir."
- in "Os Dias na Noite" (Indiebooks, 2008)"
  • "Escolhes sempre o amor; mas: é o teu amor."
- in "Já Alguma Vez Usaste o Sexo sem Necessitares de Usar o Corpo? (Corpos Editora, 2007)"
  • "Os melhores preliminares do prazer são os que nunca chegam a acontecer, nados-mortos da nossa imaginação."
- in "Os Dias na Noite" (Indiebooks, 2008)"
  • "Cinza: medição da matéria que representas. Não vales mais do que aquilo que pesas."
- in "O Evangelho da Alucinação" (Corpos Editora, 2006)"
  • "O mecanismo de sedução: seduz-te; é no fundo a própria sedução que te leva a seduzir; então: és mais seduzido quando seduzes do que quando és realmente seduzido. Acordas um dia com uma resolução: conquistar; e: és conquistado por essa resolução."
- in "Já Alguma Vez Usaste o Sexo sem Necessitares de Usar o Corpo? (Corpos Editora, 2007)"
  • "apesar de ser um acérrimo defensor dos direitos da mulher e da igualdade entre sexos, nunca serei eu a dizer que essa igualdade existe mesmo – há um sexo fraco, o dos homens, que se subjuga ao poder sexual do sexo oposto."
- in "Os Dias na Noite" (Indiebooks, 2008)"
  • "Obedeces: ao que não controlas; mas: quase nada és capaz de controlar."
- in "Já Alguma Vez Usaste o Sexo sem Necessitares de Usar o Corpo? (Corpos Editora, 2007)"
  • "o orgasmo devia ser considerado serviço público e as prostitutas deviam receber louvores e reconhecimentos – não conheço nada que faça tão bem ao stress."
- in "Os Dias na Noite" (Indiebooks, 2008)"
  • "Há: um equilíbrio ténue entre o que te faz andar e o que te faz parar; muitas vezes: é o que te faz parar que te faz andar."
- in "Já Alguma Vez Usaste o Sexo sem Necessitares de Usar o Corpo? (Corpos Editora, 2007)"
  • "Uma mulher sincera é a coisa mais excitante do mundo."
- in "Os Dias na Noite" (Indiebooks, 2008)"
  • "Escurecer: medição do engenho para sorrir. Sorris de cada vez que nada vês."
- in "O Evangelho da Alucinação" (Corpos Editora, 2006)"
  • "Acredita: tudo é um vírus; pode até ter outro nome; mas: tudo o que passa de pessoa para pessoa é um vírus."
- in "Já Alguma Vez Usaste o Sexo sem Necessitares de Usar o Corpo? (Corpos Editora, 2007)"
  • "Cada passo que deres no sentido contrário ao da tua pessoa é mais um passo que dás a caminho de ti."
- in "Os Dias na Noite" (Indiebooks, 2008)"
  • "Alegria: medição da aproximação do fim. Não subtraias um dia no final do dia; subtrai cada alegria."
- in "O Evangelho da Alucinação" (Corpos Editora, 2006)"
  • "Há: mentiras que não o são. Aprimora-te: na capacidade de mentir sem substituíres qualquer verdade por uma mentira; alarga: a tua abrangência intelectual; cria: a tua base de dados metafórica; só assim: conseguirás ser capaz de mentir sem dizer uma mentira."
- in "Já Alguma Vez Usaste o Sexo sem Necessitares de Usar o Corpo? (Corpos Editora, 2007)"
  • "Janela: medição do ângulo de queda da dor. Só penas por aquilo que podes ver."
- in "O Evangelho da Alucinação" (Corpos Editora, 2006)"
  • "é muito menos doloroso morrer do que estar vivo com vontade de morrer."
- in "Os Dias na Noite" (Indiebooks, 2008)"
  • "Esquematiza todos os passos que dás; escreve numa folha tudo o que fizeste: cada segundo, cada gesto; ficarás: com tudo aquilo que precisas de saber para seres feliz; contudo: já será tarde demais."
- in "Já Alguma Vez Usaste o Sexo sem Necessitares de Usar o Corpo? (Corpos Editora, 2007)"
  • "Subir: medição da capacidade de respirar. Sempre que sobes estás a perceber que a dor de descer está a aumentar. "
- in "O Evangelho da Alucinação" (Corpos Editora, 2006)"
  • "Imagina: um drogado diante de um amor; imagina: o drogado a ter de escolher entre a droga e o amor; imagina: o drogado a escolher o amor.

Pensa: será que ele escolheu o vício ou a esperança? Pensa: será ele agora menos drogado?"

- in "Já Alguma Vez Usaste o Sexo sem Necessitares de Usar o Corpo? (Corpos Editora, 2007)"
  • "No fundo todos somos livres de sexo, só a sociedade é que o impinge a toda a hora, como algo realmente mais forte que nós. O segredo para fugir ao sexo é tão somente saber e ter a capacidade e a força de fugir à sociedade. Se me fosse dada a possibilidade de fazer um dicionário colocaria na definição de misantropo pessoa que está imune aos mandos e desmandos do que tem entre as pernas."
- in "Os Dias na Noite" (Indiebooks, 2008)"
  • "Acordar: medição da dimensão do mentir. Só acordas quando aprendes a fingir."
- in "O Evangelho da Alucinação" (Corpos Editora, 2006)"
  • "Um neurótico esperançado é como um apaixonado estupidificado: sabe que aquele amor que sente lhe faz mal, lhe faz mesmo muito mal, mas vai mantendo e alimentando o sentimento porque acredita que os poucos momentos bons, cada vez mais raros, vão compensar toda essa dor."
- in "Os Dias na Noite" (Indiebooks, 2008)"