Oliviero Toscani

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Oliviero Toscani
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Oliviero Toscani (Milão, 28 de fevereiro de 1942) é um fotógrafo italiano, que inventou campanhas publicitárias polêmicas para a marca italiana Benetton durante os anos 90. Toscani se ocupou da publicidade da Benetton entre 1982 e 2000.



Quotes sobre o livro A Publicidade é um Cadáver que nos Sorri[1][editar]

  • “A publicidade despende dezenas de milhares de dólares para mostrar uma estrela de cinema usando água de colônia que, na verdade, deseja vender às apaixonadas sem grana e às secretárias românticas do mundo inteiro. Tenta induzi-las em nome de um sonho burguês inacessível. A publicidade não vende produtos nem idéias, mas um modelo falsificado e hipnótico da felicidade.”
  • “É preciso seduzir o grande público com um modelo de existência cujo padrão exige uma renovação constante do guarda-roupa, dos móveis, televisão, carro, eletrodomésticos, brinquedos das crianças, todos os objetos do dia-a-dia. Mesmo que não sejam verdadeiramente úteis.”
  • “A publicidade oferece aos nosso desejos um universo subliminar que insinua que a juventude, a saúde, a virilidade, bem como a feminilidade, dependem daquilo que compramos.”
  • “Essa publicidade, feita para vender, na verdade o está comprando.”
  • “Todas as guerras terminam em cemitérios.”
  • “Dize-me o que te incomoda e te direi quem és.”
  • “Se você não se coloca em perigo, se não ousa ir na direção do desconhecido, não poderá senão recriar o que já existe, submeter-se aos lugares-comuns e aos hábitos.”
  • “Hoje em dia, o público acredita no que vê na televisão, nos telejornais, nos programas, nos anúncios. Aderem-se à verdade de uma imagem do jornal televisado, sem que se tenha assistido à ação diretamente. Tudo ganhou novas roupagens na montagem, foi transformado pelo enquadramento, acelerado, desacelerado.”
  • “É preciso parecer-se com o mundo de imagens dos anúncios para ver-se classificado dentro das normas sociais, reconhecido conforme, integrado, real.”
  • “A publicidade nos ensina como nos comportar na sociedade de consumo. (...) Essa formação se constitui, sem que o saibamos, de modo inconsciente, ela impõe seus critérios, sua normalidade, ela molda nossos gostos, nossos reflexos. Tornamo-nos todos filhos da publicidade.”


Referências