O Sobrinho do Mago

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O Sobrinho do Mago (1955) é o sexto livro publicado. Porém, o primeiro na ordem cronológica da série As Crônicas de Nárnia.


Capítulo 1: A Porta Errada[editar]

...Mas o que Polly notou em primeiro lugar foi uma bandeja de madeira contendo um certo número de anéis. Os anéis estavam colocados em pares.
  • "O que aqui se conta aconteceu há muitos anos, quando vovô ainda era menino. É uma história da maior importância, pois explica como começaram as idas e vindas entre o nosso mundo e a terra de Nárnia."
- Início
  • "É impressionante quantas explorações a gente pode fazer num casarão, com um toco de vela na mão."
  • "...Mas o que Polly notou em primeiro lugar foi uma bandeja de madeira contendo um certo número de anéis. Os anéis estavam colocados em pares – um amarelo e um verde juntos, um pequeno espaço, depois outro anel amarelo com um anel verde. Não eram maiores do que os anéis comuns, e era impossível deixar de olhar para eles, pois eram muito brilhantes e bonitos."
- Polly vê os anéis
  • "Era tarde demais. Polly já tinha pegado um anel. E imediatamente, sem barulho, sem um clarão, sem nenhum aviso, já não existia Polly. Digory e tio André estavam agora sozinhos na sala."
- Polly toca o anel

Capítulo 2: Um Diálogo Estranho[editar]

Homens como eu, conhecedores da sabedoria oculta, não estão amarrados a essas regras vulgares...
  • "Homens como eu, conhecedores da sabedoria oculta, não estão amarrados a essas regras vulgares... do mesmo modo como estamos distanciados dos prazeres vulgares. Nosso destino, meu filho, é solitário, mas está acima de tudo."
- Tio André ao contar que não tinha cumprido uma promessa à sua madrinha.
  • ". Sendo assim, acho que os velhos contos de fada são todos mais ou menos verdadeiros. E o senhor não passa de um bruxo cruel como os que existem nos contos. Escute então: nunca soube de um bruxo que não acabasse pagando por sua maldade no final da história. É só."
- Digory antes de partir.

Capítulo 3: Um Bosque entre Dois Mundos[editar]

  • "Tio André e o estúdio sumiram imediatamente. Por um momento tudo ficou turvo. Digory conseguiu ver uma suave luz verde vindo de cima e a escuridão embaixo. Não parecia estar apoiado em coisa alguma. Nada lhe tocava, aparentemente."
- Viagem de Digory após tocar o anel amarelo
  • "Estava à beira de um pequeno lago com uns três metros de largura, cercado por um bosque.(...) Não é possível imaginar bosque mais calmo. Não havia pássaros, nem insetos, nem bichos, nem vento. Quase se podia sentir as árvores crescendo. O lago de onde acabara de sair não era o único. Eram muitos, todos bem próximos uns dos outros. Tinha-se a impressão de ouvir as árvores bebendo água com suas raízes. Mais tarde, sempre que tentava descrever esse bosque, Digory dizia: "Era um lugar rico: rico como um panetone."

Diálogos[editar]

  • Tio André: A caixa da Atlântida continha certa coisa que fora trazida de outro mundo, quando o nosso mundo mal começava!...
  • Digory: Que coisa?
  • Tio André: Pó. Pó fininho, pó seco. Nada de entusiasmar. Nada que valesse tanto trabalho – é o que você deve estar achando. Ah, mas quando vi aquele pó (tive o cuidado de não tocar nele) e pensei que cada grãozinho ali já estivera em outro mundo... Não estou falando de outro planeta, pois os planetas fazem parte do nosso mundo... Estou falando de outro mundo mesmo – uma outra natureza, um outro universo –, um lugar onde você jamais chegaria, mesmo que viajasse eternamente através do espaço deste nosso universo... Um mundo que só poderia ser alcançado através da magia! Bem...
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