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O Mercador de Veneza

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O Mercador de Veneza é uma das peças mais conhecidas de William Shakespeare. Foi escrita entre 1596 e 1598.


Ato I

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  • Não sei, realmente, porque estou tão triste.
    Isso me enfara; e a vós também, dissestes.
    • Antônio, cena I
  • My ventures are not in one bottom trusted,
    Nor to one place.
    • Antonio, scene i
  • Pelo deus Jano de dupla face, a natureza, agora, confecciona uns sujeitos bem curiosos.
    • Salarino, cena I
  • [...] muito embora Nestor jurasse que a pilhéria é boa.
    • Salarino, cena I
  • Preocupai-vos demais com este mundo.
    Perda de vulto é tudo o que nos custa tantos cuidados.
    • Graciano, cena I
  • Antônio - O mundo, para mim, é o mundo, apenas, Graciano: um palco em que representamos, todos nós, um papel, sendo o meu triste.
    Graciano - O de bobo farei.
    • cena I
  • Se o sangue temos quente, por que causa devemos ficar imóveis como nossos antepassados de alabastro?
    • Graciano, cena I
  • Pessoas há, cuja fisionomia se enruga e enturva como uma lagoa parada, e que a toda hora se retraem num silêncio obstinado, só com o fito de aparência envergarem de profunda sabedoria, gravidade e senso, como quem diz: "Eu sou o senhor Oráculo; quando eu falar, nenhum cachorro ladre!"
    • Graciano, cena I

Referências

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