Carlos Paredes

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Carlos Paredes (16 de Fevereiro de 1925 - 23 de Julho de 2004) foi virtuoso guitarrista e compositor português nascido em Coimbra e filho do também famoso guitarrista Artur Paredes. É um dos principais responsáveis pela divulgação e popularidade da guitarra portuguesa. Há quem lhe chame “O homem dos mil dedos”.


  • "Porque gosto demasiado da música para viver às custas dela".
- respondendo quanto lhe perguntaram-lhe porque razão não se dedicava exclusivamente à guitarra.
  • «As pessoas gostam de me ouvir tocar guitarra, a coisa agrada-lhes e eles aderem. Não há mais nada».
- In Público, 20 de Março de 1990
  • «Para se fazer música com prazer tem muita importância a amizade entre as pessoas. Não se pode fazer música friamente e com cálculo, profissionalmente, no mau sentido da palavra, a receber x à hora. Não pode ser assim».
- In Se7e, 16/3/88
  • «A música que faço é um produto das circunstâncias imediatas do tempo em que eu vivo, e passará a ser encarada de outra forma quando essas circunstâncias desaparecerem. É uma coisa que, se perdurar graças aos discos, ficará apenas com o valor de documento, como acontece com toda a pequena música, desde os Beatles ao Manuel Freire. E já ficarei muito orgulhoso se, daqui a muitos anos, puder ser entendido como um compositor que se integrava bem nos acontecimentos desta época...».
- In Se7e, 5/10/83
  • «A arte é de facto uma forma única, espantosa, de tornar simples e claras coisas extremamente complexas.»
  • «Só se vive no Amor e os empregos são intervalos, os intervalos da nossa vida...»
  • «A fama para mim é aquilo que me permite multiplicar o número de amigos.»
  • «Sou terrivelmente desleixado... sou, sou! Ás vezes apanho multas por pagar os impostos fora do prazo(...) multas terríveis e postais com ameaças.»
  • «Já me tem sucedido fazer as pessoas chorar enquanto eu toco...E eu não compreendia isto. mas depois percebi que é a sonoridade da guitarra, mais do que a música que se toca ou como se toca, que emociona as pessoas.»
- citado na série Os Grandes Portugueses, RTP
  • «A dar espetaculos nunca me tenho recusado mas gravar...Tenho tendência para pensar que daqui a 3 meses toco melhor do que hoje.»
  • «Quando eu morrer, morre a guitarra também. O meu pai dizia que, quando morresse, queria que lhe partissem a guitarra e a enterrassem com ele. Eu desejaria fazer o mesmo. Se eu tiver de morrer, morrerá comigo a minha guitarra.»