A Cadeira de Prata

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A Cadeira de Prata (1950) é o quarto livro publicado e o sexto em ordem cronológica da série As Crônicas de Nárnia.


Capitulo 1: Atrás do Ginásio[editar]

...quando Jill olhou em torno e reparou o céu tristonho de outono, com as folhas gotejando...
  • "Jill, você é boa de acreditar em coisas... quer dizer... nas coisas que fariam os outros aqui cair na gargalhada?"
- Eustáquio ao apresentar Nárnia para Jill.
  • "Estavam muito nervosos. Mas, quando Jill olhou em torno e reparou o céu tristonho de outono, com as folhas gotejando, e lembrou-se de que não havia esperança no Colégio Experimental (faltavam ainda onze semanas para as férias) disse:
– Mas, afinal de contas, de que adianta? Não estamos lá: estamos aqui. E não há nenhum jeito de ir para lá. Ou há?"
- Jill ao acreditar em Eustáquio sobre Nárnia.
  • "Esperavam encontrar uma encosta cinzenta indo juntar-se ao céu tristonho do outono. Em vez disso feriu-lhes os olhos o clarão do sol, que entrava pelo portal como a luz do verão quando se abre a porta da garagem."
- Jill e Eustáquio ao cruzar o portão dos fundos do colégio.
"Só então percebeu que Eustáquio tinha razão de ficar branco, pois não há em nosso mundo um penhasco como aquele. "
  • "Pense agora o seguinte: o abismo não acaba onde devia acabar, mas continua, mais fundo, mais fundo, vinte vezes mais fundo. E lá embaixo você nota umas coisinhas brancas; à primeira vista parecem carneiros; olhando melhor, descobre que são nuvens, nuvens imensas e gordas. Enfiando o olhar entre as nuvens, você consegue afinal ver um pouquinho do fundo do abismo, mas é tão distante que se torna impossível afirmar se é feito de relva, de árvores, de terra ou de água."
- Descrição do abismo no país de Aslam
  • "Virou-se e olhou. A criatura era um Leão."
- Jill ao encontrar-se com Aslam.

Capítulo 2: A Missão de Jill[editar]

  • "Chorar funciona mais ou menos enquanto dura. Porém, mais cedo ou mais tarde, é preciso parar de chorar e tomar uma decisão."
  • "Se está com sede, beba."
- Aslam a Jill
  • "Não teriam chamado por mim se eu não houvesse chamado por vocês."
- Aslam sobre a vinda de Jill e Eustáquio a Nárnia.
  • "Primeiro: logo que Eustáquio colocar os pés em Nárnia, encontrará um velho e grande amigo. Deve cumprimentar logo esse amigo; se o fizer, vocês dois terão uma grande ajuda. Segundo: vocês devem viajar para longe de Nárnia, para o Norte, até encontrarem a cidade em ruínas dos gigantes. Terceiro: encontrarão uma inscrição numa pedra da cidade em ruínas, devendo proceder como ordena a inscrição. Quarto: reconhecerão o príncipe perdido (caso o encontrem), pois será a primeira pessoa em toda a viagem a pedir alguma coisa em meu nome, em nome de Aslam."
- Aslam recitando os sinais
  • "Era assustador chegar à beira do abismo, principalmente porque o Leão não ia na frente, mas ao lado dela – e sem fazer o menor ruído com as patas."
- Partida de Jill para Nárnia.
  • "Antes de tudo, lembre-se dos sinais! Repita-os ao amanhecer, antes de dormir e, caso acordar, durante a noite. Por mais estranhos que sejam os acontecimentos, de maneira alguma deixe de obedecer aos sinais. Em segundo lugar, aviso-a de que falei, aqui na montanha, com a maior clareza: não o farei sempre em Nárnia. O ar aqui na montanha é limpo, e aqui o seu espírito também é limpo; em Nárnia, o ar será mais pesado. Cuidado para que o ar pesado não confunda seu espírito (...) Lembre-se dos sinais, acredite nos sinais. Nada mais importa..."
- Aslam a Jill
  • "Flutuar na respiração do Leão era uma delícia. Podia deslizar de frente ou de costas, revirar-se à vontade, como se fosse dentro d’água. Não havia vento e o ar era cálido. Sem barulho e sem turbulência..."
- Viagem para nárnia no sopro de Aslam.
  • "Eustáquio tinha razão quando disse que Jill (não sei se as meninas em geral) não era muito entendida em pontos cardeais. Se o fosse, ao sentir o sol nos olhos deveria saber que viajava na direção oeste."
- Viagem para nárnia no sopro de Aslam.

Capítulo 3: A Viagem do Rei[editar]

  • "O que fazia Eustáquio parecer tão encardido e desalinhado (e Jill também, caso se visse no espelho) era o esplendor do ambiente. De uma brecha da montanha, a luz do sol poente jorrava sobre a relva lisa. Do outro lado da relva, com seus cata-ventos cintilando, erguia-se um castelo de numerosas torres, o mais belo que Jill já havia visto. Perto ficava um cais de mármore branco; amarrado a este, um navio alto, com o castelo de proa e a popa empinados, todo dourado e carmesim, com uma grande bandeira no mastro central e flâmulas no tombadilho; escudos prateados enfileiravam-se no cais..."
- Chegada a Nárnia.

Diálogos[editar]

  • Jill: Quem é ele?
Eustáquio: Lá naquele lugar ele é chamado de Aslam.

  • Jill: Você come meninas?
Aslam: Já devorei meninos e meninas, homens e mulheres, reis e imperadores, cidades e reinos – respondeu o Leão, sem orgulho, sem remorso, sem raiva, com a maior naturalidade.
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