Paulo Francis

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Biografia na Wikipédia

Paulo Francis, pseudônimo de Franz Paul Trannin da Matta Heilborn (Rio de Janeiro, 3 de setembro de 1930 - Nova York, 4 de fevereiro de 1997); foi um jornalista, articulista, crítico e escritor brasileiro.


[editar] Trinta anos esta noite

  • "A sociedade de massas é por definição o fim da civilização. Bolsões de vida inteligente sobrevivem a duras penas."
- "Trinta anos esta noite: 1964, o que vi e vivi"; Por Paulo Francis; Publicado por Companhia das Letras, 1994; ISBN 8571643695, 9788571643697; 207 páginas
  • "Bebo para tornar as outras pessoas mais interessantes".
- "trinta anos esta noite: 1964, o que vi e vivi", Por Paulo Francis; Publicado por Companhia das Letras, 1994; ISBN 8571643695, 9788571643697; 207 páginas; Página 74
  • "O Brasil é um asilo de lunáticos onde os pacientes assumiram o controle".
- "trinta anos esta noite: 1964, o que vi e vivi", Por Paulo Francis; Publicado por Companhia das Letras, 1994; ISBN 8571643695, 9788571643697; 207 páginas; Página 104

[editar] Atribuídas

  • Não há quem não cometa erros e grandes homens cometem grandes erros."
- citado em "Logus"; Por Fabiano Lemo; Publicado por Thesaurus Editora; ISBN 8570621663, 9788570621665 [1], página 167
  • "A melhor propaganda anti-comunista é deixar um comunista falar." [carece de fontes?]
  • "Intelectual não vai a praia. Intelectual bebe".
- fontes: citado em "Corinthians (camisa 13)"; Publicado por Ediouro Publicações; ISBN 8500016027, 9788500016028 [2], página 150;
- todavia "Lua Nova: Revista de cultura de politica"; Publicado por CEDEC (Brazil) [3], página 29, dá crédito ao jornalista Carlinhos de Oliveira
  • "A descoberta do clarinete por Mozart foi uma contribuição maior do que toda África nos deu até hoje". [carece de fontes?]
  • "O PT diz ter um programa operário. Mas é um programa de radicais de classe média que imaginam representar a classe operária, e não os operários, porque estes querem mesmo é se integrar à sociedade de consumo, ter empregos, boa vida etc. Não lhes passa pela cabeça coisas como socialismo."
- citação de 1985; referida em "Paulo Francis: Brasil na cabeça"; Por Daniel Piza; Publicado por Relume Dumará, 2004; ISBN 8573163658, 9788573163650; 117 páginas [4], página 83
  • "O Brasil sempre foi a casa da mãe Joana de elites subreptícias que fazem o que querem". [carece de fontes?]
  • "O esporte é a alta cultura dos sem-imaginação, que são 3/4 da humanidade". [carece de fontes?]
  • "Hitler nos provou que política dá sempre errado. Tudo o que ele mais queria era acabar com o comunismo e com os judeus. No final da Guerra a União Soviética virou superpotência e os judeus conseguiram fundar Israel". [carece de fontes?]
  • "A função da universidade é criar elites, e não dar diplomas à pés-rapados". [carece de fontes?]
  • "Qualquer pessoa inteligente é contraditória; só gente burra não se contradiz." [carece de fontes?]
  • "Quando ouço falar em ecologia, saco logo meu talão de cheques" [5]
- Sobre Nova York
  • "Dizem que ofendo as pessoas. É um erro. Trato as pessoas como adultas. Critico-as. É tão incomum isso na nossa imprensa que as pessoas acham que é ofensa. Crítica não é raiva. É crítica. Às vezes é estúpida. O leitor que julgue. Acho que quem ofende os outros é o jornalismo em cima do muro, que não quer contestar coisa alguma. Meu tom às vezes é sarcástico. Pode ser desagradável. Mas é, insisto, uma forma de respeito, ou, até, se quiserem, a irritação do amante rejeitado" [carece de fontes?]
  • "Há em mim um resíduo de saltimbanco. Gosto de uma platéia, quero mantê-la cativa, afinal vivo disso há 40 anos" [carece de fontes?]
  • "Dizem que escrever é um processo torturante para Sarney. Sem dúvida, mas quem grita de dor é a língua portuguesa" [carece de fontes?]
  • "Marx escrevendo sobre dinheiro é como padre falando sobre sexo" [6]
  • "Os baianos invadiram o Rio para cantar "Ó que saudade da Bahia...". Bem se é por falta de adeus, PT saudações" [carece de fontes?]
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