Marcelo Tas

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Marcelo Tristão Athayde de Souza, mais conhecido pelo pseudônimo de Marcelo Tas (Ituverava, 10 de novembro de 1959), é um jornalista, diretor, apresentador de televisão, escritor e roteirista de televisão brasileiro.


Atribuídas[editar]

  • "A (TV) Cultura perdeu a mão em uma área que era líder, tentou reinventar a roda três vezes. O 'Rá-Tim-Bum', um projeto extremamente ousado e bem sucedido, foi abandonado para virar o 'Castelo (Rá-Tim-Bum)', que também foi muito bem. Não precisava parar. Em vez de dar continuidade, preferiram criar 'Ilha Rá-Tim-Bum', que fracassou"
- Tas, em entrevista à revista Quem criticando a TV Cultura (27 de dezembro de 2009)[1]
  • "Não posso ter opinião sobre algo que ainda não existe. Torcemos aqui no CQC para que a (TV) Record consiga produzir mais um programa de humor de qualidade. Gosto muito do Tom Cavalcante, que esta lá."
- Tas, comentando um possível plágio do Custe o Que Custar na Record, no caso o Legendários (29 de março de 2010)[2]
  • "A Luiza (sua filha mais velha) manifestou essa opção (sic) ainda no colégio. Na época, conversamos com ela e com os orientadores da escola. Foi importante deixar que a escolha fosse dela e que uma eventual pressão de colegas homofóbicos fosse acompanhada. Felizmente, não houve nenhuma questão mais grave sobre sua opção (sic). Que, é bom lembrar, é de caráter pessoal."
- Tas, em entrevista a revista Alfa, fala sobre sua filha ser homossexual (setembro, 2010)[3]
  • "O politicamente correto é uma peste que veio para infernizar a vida dos seres humanos, sou totalmente contra. O humor tem que ser engraçado. Agora, se você faz uma coisa que agride alguém e não é engraçado, aí para mim você chegou no limite"
- Tas, quando perguntado sobre a piada que Rafinha Bastos fez sobre a cantora Wanessa (10 de outubro de 2011)[4]

Referências