Mário de Andrade

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Mário de Andrade
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Mário de Andrade também conhecido como Mário Raul de Morais Andrade, (São Paulo , 9 de outubro de 1893- São Paulo , 25 de fevereiro de 1945) foi um poeta, romancista, crítico de arte, folclorista, musicólogo e ensaísta brasileiro.


  • "Eu sou um escritor difícil, Que a muita gente enquizila, Porém essa culpa é fácil, De se acabar duma vez: É só tirar a cortina, Que entra luz nesta escurez."
- citado em "Como escrevo?" - página 185, de José Domingos de Brito, Publicado por Novatec Editora ISBN 8560000089, 9788560000081
  • "Não devemos servir de exemplo a ninguém. Mas podemos servir de lição."
- "A lição do amigo: cartas de Mário de Andrade a Carlos Drummond de Andrade, anotadas pelo destinário" - Página 201, de Mário de Andrade, Carlos Drummond de Andrade - Publicado por Livraria José Olympio Editora, 1982 - 301 páginas
  • "A inspiração é fugaz, violenta. Qualquer impecilho a pertuba e mesmo emudece."
- "Paulicea desvairada" - Página 15, de Mário de Andrade - Publicado por Casa Mayença, 1922 - 143 páginas

Índice

[editar] Obras

Referência : Luciana Stegagno Picchio[1],« La Littérature Brésilienne » Presses Universitaires de France[2], primeira edição, paginas 89-90 , 1981, Paris, ISBN 2 13 0867968

[editar] Romances

  • "No fundo do mato-virgem nasceu Macunaíma, herói de nossa gente.Era preto retinto e filho do medo da noite.Houve um momento em que o silêncio foi tão grande escutando o murmurejo do Uraricoera, que a índia tapanhumas pariu uma criança feia.Essa criança é que chamaram de Macunaíma."
- Primeiro parágrafo de 'Macunaíma, o herói sem caráter', Editora Itatiaia Limitada, Belo Horizonte, 1987, página 9).

[editar] Livros de contos

  • "Durasse aquilo uma noite grande, nada mais haveria porque é engraçado como a perfeição fixa a gente."
- Vestida de preto.
  • "O famoso sorriso que quer sorrir mas está chorando, chorando muito, tudo o que a vida não chorou."
- Frederico Paciência.
  • "...O soluço que engasga na risada algegre da partida, enfim livre!"
- Frederico Paciência.
  • "Mas por dentro era impossível saber o que havia em mim, era uma luz, uma Nossa Senhora, um gosto maltratado, cheio de desilusões claríssimas, em que eu sofria arrependido, vendo inutilizar-se no infinito dos sofrimentos humanos a minha estrela-do-mar."
- Tempo da camisolinha
  • "O passado é lição para se meditar, não para reproduzir."
- Poesias Completas‎ - Página 29, de Mário de Andrade - Publicado por Martins, 1966 - 383 páginas

[editar] Mal atribuídas

  • "Quando a alma fala, já não fala a alma."
- citação de Frederico Schiller; referido em "Mário de Andrade, plural‎" - Página 95, de Elisa Angotti Kossovitch - Publicado por Editora da Unicamp, 1990 ISBN 8526801562, 9788526801561 - 195 páginas