Henry Fielding

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Henry Fielding
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Henry Fielding (22 de abril de 17078 de outubro de 1754) foi um inglês, escritor de novelas e teatro, com toques de humor e sátira.


Obras[editar]

Tom Jones[editar]

  • "Um autor deve considerar-se não um cavalheiro que oferece um banquete particular ou de caridade, e sim alguém que dirige uma casa pública de pasto, na qual são bem-vindas todas as pessoas em troca do seu dinheiro."
  • "Tão longe estava, com efeito, de lamentar a falta de beleza que nunca se referia a essa perfeição, se é que de tal pode ser capitulada, sem desprezo; e agradecia freqüentemente a Deus o não ser tão bonita como a srta. Fulana, a quem a beleza talvez tivesse induzido a praticar erros que ela, de outra forma, evitaria."
  • "Julgo razoável, leitor, antes de prosseguirmos juntos, explicar-te que pretendo fazer digressões no decurso de toda esta história sempre que me ensejar oportunidade, da qual sou melhor juiz do que qualquer lastimoso crítico que existia; e cumpre-me pedir aqui a todos esses críticos que tratem da sua vida, e não se metam em negócios ou obras que, de maneira nenhuma, lhes dizem respeito; pois, enquanto não apresentarem a autoridade por cuja virtude se constituíram juízes, não me sujeitarei à sua jurisdição."
  • "Ademais, podemos observar que o amor, nesse período, é de uma natureza mais série e mais firmo do que nas épocas mais jovens da vida. O amor das moças é incerto, caprichoso, e tão néscio que nem sempre podemos descobrir o que pretendem; antes, pode-se quase duvidar de que elas próprias o saibam."
  • "Ora, nunca se nos deparam dificuldades para discerni-lo nas mulheres que se abeiram dos quarenta anos; pois, como essas senhoras graves, sérias e experientes sabem muito bem o que pretendem, é sempre muito fácil para um homem, por menos sagaz que seja, descobri-lo com a máxima certeza."
  • "E, para falar verdade, há, em todos os sentidos, grande diferença entre a paixão sensata que as mulheres nessa idade concebem pelos homens e o amor ocioso e infantil de uma moça a um rapaz, que muitas vezes se fixa apenas sobre as exterioridades, e sobre coisas de pequeno valor e nenhuma duração. Tais como faces de cereja, mãos pequenas e liriais, olhos negros cor de abrunho bravo, melenas soltas, barba penugenta, formas guapas; e, às vezes, sobre encantos menos valiosos do que estes e que menos pertencem realmente à pessoa; os seus ornamentos exteriores, que os homens vem ao alfaiate, ao rendeiro, ao fabricante de perucas, ao chapeleiro, ao modista, e não à natureza. "

Frases[editar]

  • "A sede ensina a beber a todos os animais, mas a embriaguez só pertence ao homem".
- Thirst teaches all animals to drink, but drunkenness belongs only to man.
- "The Covent - Garden Tragedy, Act I, Scene VII" in The Works of Henry Fielding: Complete in One Volume, with Memoir of the Author‎ - Página 946, de Henry Fielding, George Cruikshank, Thomas Roscoe - Publicado por H.G. Bohn, 1849 - 1116 páginas