Heinrich Heine

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Heinrich Heine
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Christian Johann Heinrich Heine (13 de dezembro de 1797 - 17 de fevereiro de 1856), poeta alemão.


  • "Ainda não se descobriu a bússola para navegar no alto mar do casamento."
- in den heiligen Ehestand trete, dass auch er sich hinauswage auf jenes hohe Meer, für welches noch kein Kompass erfunden worden
- Sämmtliche Werke - vol. 11, página 411, de Heinrich Heine, publicado por Hoffmann und Campe, 1868
  • "Nunca vi um asno falante, mas encontrei muitos humanos a falar como asnos."
- Auch sah ich nie einen Esel, nämlich keinen vierfüßigen, der wie ein Mensch gesprochen hätte, während ich Menschen genug traf, die jedesmal, wenn sie den Mund auftaten, wie Esel sprachen.
- Sämtliche Werke‎ - vol. 7, Página 193, de Heinrich Heine, Jonas Fränkel, Ludwig Krähe, Albert Leitzmann, Julius Petersen, Paul Neuburger, Walther Gensel, Oskar Franz Walzel - publicado por Insel-Verlag, 1910

[editar] Atribuídas

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  • "Quem na vida nunca foi louco, nunca foi sábio."
  • "Por mais que se chore, no final sempre assoamos o nariz."
  • “Encontrei em maior número merceeiros com destino à Feira de Braunschweig, além de um bando de mulheres, cada uma das quais levava às costas um volume do tamanho de uma casinha e coberto de linho branco. Dentro deles havia pássaros, gorjeando e trilando sem parar, enquanto suas carregadoras caminhavam, tagarelando alegremente. Achei divertido ver um pássaro levar outro à feira.”
  • "Onde se queimam livros, acaba-se queimando pessoas."
  • "Destruída está a velha lira, na rocha que se chama Cristo! A lira que para a má comemoração, era movimentada pelo inimigo mau. A lira que soava para a rebelião, que cantava dúvidas, zombarias e apostasias. Senhor, Senhor, eu me ajoelho, perdoa, perdoa minhas canções!"