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Georg Wilhelm Friedrich HEGEL (27 de agosto de 1770 - 14 de novembro de 1831), filósofo alemão nascido em Stuttgart, Württemberg.
- "Tudo o que é racional é real e tudo o que é real é racional."
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- - citado em "Dicionário enciclopédico brasileiro: ilustrado' - Página 1499, de Alvaro Magalhães - Publicado por Editôra Globo, 1957
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- - prólogo da "Fenomenologia do Espírito", conforme citado em "Arte e sociedade em Marcuse, Adorno e Benjamin: ensaio crítico sôbre a escola neohegeliana de Frankfurt" - página 101, Por José Guilherme Merquior, Publicado por Ed. Tempo Brasileiro, 1969, 311 páginas
- "Quem quer algo de grande, deve saber limitar-se. Quem, pelo contrário, tudo quer, nada, em verdade, quer e nada consegue."
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- - Wer etwas Großes will, der muß sich, wie Goethe sagt, zu beschränken wissen. Wer dagegen alles will, der will in der Tat nichts und bringt es zu nichts.
- - Enzyklopädie der philosophischen Wissenschaften im Grundrisse, Werke in 20 Bänden, Suhrkamp Verlag, 1970, §80, Band 8, Seite 169
[editar] Atribuídas
- "O mais alto objetivo da Arte é o que é comum à Religião e à Filosofia. Tal como estas, é um modo de expressão do divino, das necessidades e exigências mais elevadas do espírito."
- "A harmonia da infância é um dom da natureza; a segunda harmonia deve resultar do trabalho e do culto ao espírito."
- "Nada existe de grandioso sem Paixão."
- "Napoleão é o espírito do mundo a cavalo."
- "A verdadeira liberdade é auto consciente na medida que eu tenho auto consciências ao meu redor."
- "A História nos ensina que a História não nos ensina nada."
- "A atitude artística se distingue da atitude prática do desejo no sentido de que a arte deixa subsistir seu objeto em liberdade total, enquanto o desejo emprega seu objeto para seu próprio uso, destruindo-o."
- - Fonte: Coletânea de Pensamentos
[editar] De terceiros sobre Hegel
- "Hegel, um charlatão banal, vácuo, repugnante e ignorante, que mistura insanidade e disparates com uma arrogância sem precedentes, o que os seus partidários transmitem como se tratasse de sabedoria imortal tida como verdade por idiotas... condenou à ruína toda uma geração de intelectuais" - Arthur Schopenhauer
- "...um estilo apropriadamente elevado e intimidante, incompreensível e no entanto sugestivo. O equivalente verbal de trompetes".
- - Ernest Gellner, "Reason and Culture"