Daniel Pellizzari

Origem: Wikiquote, a coletânea de citações livre.

Veja também...
Wikipedia-logo.png Biografia na Wikipédia

Daniel Pellizzari (1974-) Ficcionista, tradutor literário e editor.


  • "Não era feliz. Melhor: era tão feliz quanto qualquer outro."
-Em Ovelhas Que Voam Se Perdem No Céu (2001)
  • "Ninguém encosta uma arma na cabeça de outra pessoa e a obriga a viver de escrever. Por isso, não dá para a gente encostar a arma na cabeça dos outros e dizer: 'Paga minhas contas. Compra meu livro'."
-Durante debate no festival Londrix. (2005)
  • "Coisas boas sempre acabam. Por isso são boas. Coisas ruins duram pra sempre. São eternas, tipo o paraíso cristão, onde ninguém fode nem faz arte".
-Sobre o fim do e-zine Cardosonline. (1998)
  • "Sempre me senti estrangeiro por aqui, não me identifico com nada. Meu país é minha casa. O Brasil é só uma terra estranha que preciso atravessar quando chega a hora de comprar mais gorgonzola. Mas imagino que seja um lugar fabuloso para quem gosta de praias".
-Entrevista para o site Arte & Política. (2005)
  • "Uma das obrigações mínimas de qualquer escritor com um mínimo de vergonha na cara é ter um domínio técnico razoável, que lhe permita fazer o que quiser, quando quiser, do modo mais adequado. Prosa espontânea e sincera? Escritores são, acima de qualquer outra coisa, mentirosos profissionais. Compassivos, sim. Altruístas, pode ser. Visionários, vá lá. Mas sempre mentirosos, sempre maquiavélicos, sempre com domínio de seu texto. A sinceridade pode ficar para panfletos ou, caso o sujeito tenha a inclinação, para o confessionário (religioso ou laico, excluindo-se das possibilidades as mesas de bar). Já a espontaneidade não consigo imaginar para quê serviria, seja na literatura ou fora dela. Constranger as testemunhas, talvez."
-No blog Failbetter (2005).
  • "Esse pianinho safado dá o tom da fumetagem."
-Sobre o Manic Miner (2001)