Voltaire

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Voltaire, pseudónimo de François-Marie Arouet (Paris, 21 de Novembro de 1694 - 30 de Maio de 1778), foi um poeta, ensaísta, dramaturgo, filósofo e historiador iluminista francês. Ele defendia a liberdade de ser e pensar diferente.



  • "Não é a nossa condição, mas a têmpera da nossa alma que nos torna felizes."
- Ce n'est pas notre condition, c'est la trempe de notre âme qui nous rend heureux.
- Nouveaux mélanges philosophiques, historiques, critiques, etc. etc, Volume 2 - página 378, Voltaire - 1765, Cramer, 1765 - 430 páginas
  • "Excelente crítico seria o artista que tivesse muita ciência e muito gosto, sem preconceitos e sem invejas."
- Un excellent critique serait un artiste qui aurait beaucoup de science et de goût, sans préjugés et sans envie.
- Dictionnaire philosophique, portatif - Página 162, Voltaire - 1765, 342 páginas
  • "É, portanto, visto que Don Pedro um horror. Um rei cruel que oprime fazendo você gostar de um vingativo".
- Il voit ainsi que nous don Pèdre avec horreur. Un roi cruel qui vous opprime Doit vous faire aimer un vengeur.
- La Priessa de Navarre (comédie-ballet) in: Collection Complette Des Fuvres De De Voltaire - Página 338, 1768
  • "Uma discussão prolongada significa que ambas as partes estão erradas."
- Une longue dispute signifie les deux parties ont tort
- Nouveaux Melanges philosophiques, historiques, critiques, &c. &c. &c: Troisieme partie - Volume 21 de NOUVEAUX MELANGES PHILOSOPHIQUES, HISTORIQUES, CRITIQUES, &c. &c: TROISIEME PARTIE, Frères Cramer (Ženeva, Švýcarsko) -página 87, les frères Cramer, Voltaire - 1765, 418 páginas
  • "A necessidade de falar e o embaraço de nada ter para falar são duas coisas capazes de tornar ridículo ainda mesmo o maior homem."
- la nécessité de parler, l'embarras de n'avoir rien à dire et l'envie d'avoir de l'esprit sont trois choses capables de rendre ridicule même le plus grand homme
- Oeuvres de M. de Voltaire. Nouvelle édition, revue, corrigée et considérablement augmentée par l'auteur, enrichie de figures en taille-douce - Página 122, Voltaire, ‎Walther - chez George Conrad Walther, 1748, 488 páginas
  • "O povo não lê nada. O povo trabalha seis dias por semana e no sétimo vai ao prostíbulo."
- Le peuple ne lit point, il travaille six jours de la semaine et va le septième au cabaret.
- Dictionnaire philosophique, portatif - Volume 1 - página 16, Voltaire - 1767
- Le travail est souvent le père du plaisir
- Recueil De Pieces Fugitives En Prosa Et En Vers - Página 53, Voltaire - Société, 1741 - 212 páginas
- belle humeur est incompatible avec la cruauté.
- L'Ingenu in: Oeuvres complètes de Voltaire - Página 446, Voltaire - Furne, 1847, 1498 páginas
- Les auteurs véritables sont ceux qui ont réussi dans un art véritable,soit dans l'épopée, soit dans la tragédie, soit dans la comédie, soit dans l'histoire, ou dans la philosophie ; qui ont enseigné ou enchanté les hommes. Les autres dont nous avons parlé sont parmi les gens de lettres ce que les frelons sont parmi les oiseaux.
- Collection complette des oeuvres de M. de Voltaire: Questions sur l'encyclopédie, par des amateurs - Volume 21 de Collection complette des oeuvres de M. de Voltaire - página 473, Voltaire, 1774
- le travail éloigne de nous trois grands maux : l'ennui, le vice, et le besoin
- Candide. in: Oeuvres complètes - Volume 8 - Página 412, Voltaire, chez A. Houssiaux, 1853
  • "Deus concedeu-nos o dom de viver; compete-nos a nós viver bem."
- Dieu nous a donné le vivre; c'est à nous de nous donner le bien vivre.
- Le sottisier: suivi des Remarques sur le Discours sur l'inégalité des conditions et sur le Contrat social - página 76, Voltaire - Garnier, 1883 - 334 páginas
  • "Se Deus não existisse, então seria necessário inventá-lo".
- Si Dieu n'existait pas il faudrait l'inventer.
- Collection complette des oeuvres de Voltaire: Volume 22 - Página 406, Voltaire - 1771
  • "A alma é um fogo que convém alimentar, que se apaga se não a alimentarmos".
- L'ame est un feu qu'il faut nourrir Et qui s'éteint s'il ne s'augmente.
- Collection complette des oeuvres de Mr. de Voltaire: Mélanges de poésies, de littérature, d'histoire et de philosophie - Página 162, Voltaire - Cramer, 1757
  • "Quem prova demais não prova nada."
- Qui prouve trop, ne prouve rien.
- Remarques fur Rodugme, in: Oeuvres completes de Voltaire - Volume 50 de Oeuvres completes de Voltaire - Página 538, Voltaire - mpr. de la Société littéraire-typographique, 1784
  • "Acreditar em milagres é um absurdo, equivale de certo modo a desonrar a Divindade."
- "Dicionário Filosófico", p. 248, 2. ed., São Paulo: Abril Cultural, 1978.
  • " Meus amigos, uma falsa ciência gera ateus, mas a verdadeira ciência leva os homens a se curvar diante da divindade..."
- Mes amis, une fausse science fait les athées: une vraie science prosterne l'homme devant la Divinité...
- " Les A, B, C ou Dialogues entre A, B, C, 1768"
  • "Os homens que comem carne e tomam beberagens fortes têm todos um sangue azedo e adusto, que os torna loucos de mil maneiras diferentes. Sua principal demência se manifesta na fúria de derramar o sangue de seus irmãos e devastar terras férteis, para reinarem sobre cemitérios."
- A Princesa da Babilônia, Capitulo III
  • " É verdade que há entre vós muitas mulheres que continuam falando a seus cães; mas estes resolveram não responder, desde que os forçaram, às chicotadas, a ir à caça e ser cúmplices da matança dos nossos velhos amigos comuns, os cervos, os gamos, as lebres e as perdizes."
- A Princesa da Babilônia, Capitulo III
  • "Os voluptuosos careiam companheiros de devassidão. Os interesseiros reúnem sócios. Os políticos congregam partidários. O comum dos homens ociosos mantém relações. Os príncipes têm cortesãos. Só os virtuosos possuem amigos."
- Voltaire, Dicionário Filosófico. São Paulo: Editora Martin Claret, 2002. p. 23. ISBN 85-7232-508-5
  • "[...] Para chamar belo a alguma coisa é preciso que nos cause admiração e prazer."
- Voltaire, Dicionário Filosófico. São Paulo: Editora Martin Claret, 2002. p. 54. ISBN 85-7232-508-5
  • "Todos os que se disseram filhos de deuses foram os pais da impostura. Serviram-se da mentira para ensinar verdades, eram indignos de a ensinar, não eram filósofos, eram, quando muito, mentirosos cheios de prudência."
- Voltaire, Dicionário Filosófico. São Paulo: Editora Martin Claret, 2002. p. 232. ISBN 85-7232-508-5
  • "Os filósofos sempre foram perseguidos por fanáticos. Será possível, no entanto, que os homens de letras se imiscuam também e eles próprios aticem contra os seus confrades as armas com que todos são trespassados, uns após outros?"
- Voltaire, Dicionário Filosófico. São Paulo: Editora Martin Claret, 2002. p. 235. ISBN 85-7232-508-5
  • "O preconceito é uma opinião sem julgamento. Assim em toda terra inspiram-se às crianças todas as opiniões que se desejam antes que elas as possam julgar."
- Voltaire, Dicionário Filosófico. São Paulo: Editora Martin Claret, 2002. p. 428. ISBN 85-7232-508-5
  • "Como é que um homem pode se tornar senhor de outro homem e por que espécie de incompreensível magia pôde esse homem se tornar senhor de muitos outros homens?"
- Voltaire, Dicionário Filosófico. São Paulo: Editora Martin Claret, 2002. p. 462. ISBN 85-7232-508-5
  • "Que é virtude? Beneficência para com o próximo."
- Voltaire, Dicionário Filosófico. São Paulo: Editora Martin Claret, 2002. p. 481. ISBN 85-7232-508-5
  • "Filósofo, amante da sabedoria, ou seja, da verdade."
- Voltaire, Dicionário Filosófico. São Paulo: Editora Martin Claret, 2002. p. 232. ISBN 85-7232-508-5
  • "Que ingenuidade, que pobreza de espírito, dizer que os animais são máquinas privadas de conhecimento e sentimento, que procedem sempre da mesma maneira, que nada aprendem, nada aperfeiçoam! (...) Bárbaros agarram esse cão que tão prodigiosamente vence o homem em amizade, pregam-no em cima de uma mesa e dissecam-no vivo para mostrarem-te suas veias mesentéricas. Descobres nele todos os mesmos órgãos de sentimentos de que te gabas. Responde-me maquinista, teria a natureza entrosado nesse animal todos os órgãos do sentimento sem objetivo algum? Terá nervos para ser insensível? Não inquires à natureza tão impertinente contradição."
- Voltaire, Dicionário Filosófico. (Em resposta a Descartes)
  • "A história não passa de um quadro dos crimes e dos infortúnios"
- Voltaire, O Ingênuo, X, apud RÓNAI, Paulo. Dicionário Universal Nova Fronteira de Citações. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. p. 437.
  • "As opiniões causaram mais males do que a peste ou terremotos neste pequeno nosso mundo".
- Carta para Élie Bertrand (1759-01-05)
  • "Um historiador é um tagarela que arrelia os mortos."
- Voltaire, Le Sotissier apud RÓNAI, Paulo. Dicionário Universal Nova Fronteira de Citações. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. pp. 442-443.
  • "Admiramo-nos do pensamento; mas o sentimento é igualmente maravilhoso."
- Voltaire, Dicionário Filosófico. São Paulo: Editora Martin Claret, 2002. p. 464. ISBN 85-7232-508-5
  • “Não é aos homens que me dirijo, é a ti, Deus de todos os seres, de todos os homens e de todos os tempos (…). Que as pequenas diferenças entre as vestimentas que cobrem nossos fracos corpos, entre nossos costumes ridículos, entre todas as nossas leis imperfeitas, entre todas nossas opiniões insensatas (…) que todas essas pequenas nuances que distinguem os átomos chamados homens não sejam motivos de perseguição.”
- Voltaire, Tratado Sobre a Tolerância, 1763, in Historie.
  • "O segredo de aborrecer é dizer tudo."
- Le secret d'ennuyer est celui de tout dire.
- Oeuvres complètes de Voltaire - Correspondance Particulière‎ - Vol. 12, Página 146, de Voltaire, Jean-Antoine-Nicolas de Caritat Condorcet, Marie Jean Antoine Nicolas Caritat de. - Condorcet, Alexandre Marie Goujon - Publicado por T. Desoër, 1817
  • "O abuso da graça é afetação; o abuso do sublime, absurdo. Toda perfeição é um defeito."
- l'abus du sublime est l'ampoulé: toute perfection est près d'un défaut.
- Dictionnaire philosophique‎ - Página 560, de Voltaire - Publicado por Cosse et Gaultier-Laguionie, 1838 - 948 páginas
  • "Que é então o perseguidor? É aquele cujo orgulho ferido e o fanatismo em furor irritam o príncipe ou magistrados contra homens inocentes, cujo único crime consiste em não serem da mesma opinião."
- Quel est le persécuteur? c’est celui dont l’orgueil blessé et le fanatisme en fureur irritent le prince ou les magistrats contre des hommes innocents, qui n’ont d’autre crime que de n’être pas de son avis.
- Dictionnaire philosophique‎ - vol. 6, Página 391, de Voltaire, Adrien Jean Quentin Beuchot - publicado por Lequien fils, 1829
  • "As paixões são como ventanias que enchem as velas dos navios; às vezes elas oprimem, mas sem elas não poderia navegar"
- On parla des passions. Ah! qu'elles sont funestes! disait Zadig. Ce sont les vents qui enflent les voiles du vaisseau, repartit l'ermite: elles le submergent quelquefois; mais sans elles il ne pourrait voguer.
- "Zadig - Histoire Orientale" in: "Oeuvres complètes de Voltaire", Volume 18‎ - Página 164, Voltaire - Pourrat Frères, 1831
- Les préjugés, ami, sont les rois du vulgaire.
- L'esprit de Monsieur de Voltaire ...‎ - Página 135, Voltaire - 1760 - 298 páginas
  • "Os homens que procuram a felicidade são como os embriagados que não conseguem encontrar a própria casa, apesar de saberem que a têm."
- Les hommes qui cherchent le bonheur sont comme des ivrognes qui ne peuvent trouver leur maison, mais qui savent qu'ils en ont une.
- Voltaire; Page:Voltaire - Œuvres complètes Garnier tome32.djvu/614
- Le mensonge n'est un vice que quand il fait du mal ; c'est une très grande vertu quand il fait du bien.
- Oeuvres complètes (correspondência de 21 de outubro de 1736) - Volume 11, Página 218, Voltaire - Firmin Didot,1869
- L'amitié est le mariage de l'âme, et ce mariage est sujet à divorce.
- "Amitié" in Œuvres complètes de Voltaire - Volume 31, Página 244, Voltaire - Impr. de la Société littéraire-typographique, 1785
- Le mariage est la seule aventure ouverte aux lâches
- Voltaire citado em "Épreuve, non vendue" - Página 82, Claudec, 2007, ISBN 2952911312, 9782952911313
  • "Todas as grandezas desse mundo não valem um bom amigo."
- Toutes les grandeurs de ce monde ne valent pas un bon ami.
- Contes de Guillaume Vadé - Página 101, Voltaire - Cramer, 1764 - 386 páginas
- Dieu de me dén livrer de mes amis; quant à mes ennemis, je m'en charge
- Voltaire citado em "La Vie de Voltaire" - página 393, Theophile Imarigeon Duvernet, F. Buisson, 1797
  • "Quando se trata de dinheiro, todos têm a mesma religião.
- Quand il s'agit d'argent, tout le monde est de la même religion.
- Œuvres complétes: Lettes inédites - Página 226, Voltaire - Antoine-Augustin Renouard, 1822
  • "Aquilo a que chamamos acaso não é, não pode deixar de ser, senão a causa ignorada de um efeito conhecido".
- Ce que nous appellons hazard n'est, & ne peut être que la cause ignorée d'un effet connu.
- Questions sur l'Encyclopedie,: distribuées en forme de dictionnaire - Página 282, Voltaire - 1771
  • "O acaso é uma palavra sem sentido. Nada pode existir sem causa."
- Le hasard est un mot vide de sens; rien ne peut exister sans cause
- Œuvres complètes de Voltaire - Página 302, Voltaire, Pierre Augustin Caron de Beaumarchais, Jean-Antoine-Nicolas de Caritat Condorcet (marquis de) - 1785
  • "O mundo me intriga. Não posso imaginar que este relógio exista e não haja relojoeiro".
- L'univers m'embarrasse, et je ne puis songer Que cette horloge existe , et n'ait point d'horloger
- Oeuvres complètes, Volume 1 - página 55, Voltaire, A. Ozanne, 1838
  • "A leitura engrandece a alma".
- La lecture agrandit l'âme
- L'ingénu,: histoire veritable. Tirée des manuscrits du Pere Quesnel - Página 45, Voltaire, Pasquier Quesnel - 1767 - 89 páginas
- Nous sommes tous pétris de faiblesse & d'erreurs ; pardonnons-nous réciproquement nos sotises, c'est la premiere loi de la Nature.
- Dictionnaire philosophique - página 304, Voltaire, 1765
- Le doute n'est pas une condition agréable, mais la certitude est absurde.
- Voltaire in: Carta a Frederick II da Prussia (6 de abril de 1767)
- les préjugés sont la raison des sots
- Nouvelle edition de la Religion naturelle: Poëme en quatre parties - Página 23, Voltaire - 1756 - 78 páginas
  • "É melhor correr o risco de salvar um homem culpado do que condenar um inocente".
- Il vaut mieux hasarder de sauver un coupable que de condamner un innocent.
- Œuvres complètes de Voltaire: Volume 44 - Página 25, Voltaire, Pierre Augustin Caron de Beaumarchais, Jean-Antoine-Nicolas de Caritat Condorcet (marquis de) - Impr. de la Société littéraire-typographique, 1785
  • "Todo o homem é culpado do bem que não fez."
est coupable de tout le bien qu'il ne fait pas.
- Le siecle de Louis XIV. - Página 60, Voltaire - 1752 - 479 páginas

Mal atribuídas[editar]

  • "Eu desaprovo o que dizes, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo."[1]
    • Variante: "Eu não concordo com uma palavra do que você diz, mas defenderei até a morte o direito de dizê-las"
- largamente utilizada e creditada a Voltaire, esta frase é de Evelyn Beatrice Hall, que a utilizou em correspondência com o ensaísta.[2]
  • "O homem só será livre quando o último rei for enforcado nas tripas do último padre"
- Na verdade é de Jean Meslier (1664-1729), um cura da comuna francesa de Étrépigny, no livro Extrait des sentiments de Jean Meslier, editado por Voltaire[3]
  • "Deus é um comediante entretendo uma platéia com medo demais para rir."
    • "Creator — A comedian whose audience is afraid to laugh."
- Na verdade é de H. L. Mencken, em A Book of Burlesques‎ (1920), p. 203. e A Mencken Chrestomathy (1949), Ch. 30

Atribuídas[editar]

  • "O repouso é uma boa coisa mas o tédio é seu irmão."
- Repose is a good thing, but boredom is its brother.
- Voltaire citado em Fair Game: A Young Girl's Odyssey Through the Not-So-Fabulous Fifties - Página 135, Fran Gabino - Savage Press, 2001, ISBN 1886028524, 9781886028524 - 406 páginas
  • "A arte da medicina consiste em distrair enquanto a Natureza cuida da doença."
- Tout l'art du médecin consiste à divertir le patient pendant que la nature le guérit.
- Voltaire citado in: Un défi sans fin: La vie romancée de Claude Bernard - Página 36, Peter Wise - Société des Ecrivains, 2011, ISBN 2748371240, 9782748371246, 398 páginas
  • "Todos têm suas penas, sejam reis ou pastores, sejam cães ou ovelhas."
- Chacun a ses peines, rois, bergers, chiens et moutons.
- Voltaire citado em Dictionnaire universel de la langue française: avec le latin et l'étymologi, extrait comparatif, concordance, critique et supplémet de tous les dictionnaires française; Manuel encyclopédque de grammaire, d'orthographe, de vieux langage et de néologie ... par P.C.V. Boiste - Página 528, Pierre Claude Victoire Boiste, ‎Charles Nodier, ‎Louis Barré - Firmin Didot frères, 1843, 997 páginas
  • "Encontra-se oportunidade para fazer o mal cem vezes por dia e para fazer o bem uma vez por ano."
- L'occasion de faire du mal se trouve cent fois par jour, et celle de faire du bien une fois dans l'année, comme dit Zoroastre.
- Zoroastro citado por Voltaire in: Zadig, ou, La destinée: histoire orientale - Página 33, Voltaire - 1748, 195 páginas
  • "Uma conduta irrepreensível consiste em manter cada um a sua dignidade sem prejudicar a liberdade alheia."
- Fonte: Folha das Máquinas – Ano XXIV – Nº 2.177 – 26/01/2016 – Frase do dia – Pág: 12

Sobre[editar]

  • Era uma daquelas existências anônimas, entomológicas, como existem em certo imóveis, onde se fica sabendo, no fim de quatro anos, que existe um velho senhor no quarto andar que conheceu Voltaire, Pilastre de Rosier, Beaujou, Marcel, Mole, Sophie Arnould, Franklin e Robespierre.”
- Balzac; A Prima Bete
  • "Voltaire disse que o céu nos tem dado para contrabalançar as muitas dificuldades da vida, duas coisas: a esperança e sono".
- Voltaire sagte, der Himmel habe uns zum Gegengewicht gegen die vielen Mühseligkeiten des Lebens zwei Dinge gegeben: die Hoffnung und den Schlaf.
- Sämmtliche Werke, Volume 4 (kritik der urtheilskraft und beobachtungen uber das gefuhl der schonen und erhabenen), página 209-210, Immanuel Kant, Leopold Voss, 1838

Referências

  1. A Contradição: Helvétius; Cápitulo 7, pág. 199.
  2. The friends of Voltaire, Evelyn Beatrice Hall. Smith Elder & co., 1906; 303 páginas.
  3. O último rei e o último padre Giba Assis Brasil, Terra Magazine. Publicado em 3 de agosto de 2006.
Iluminismo
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