Diferenças entre edições de "Nicholas Ray"

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* "Acredito que isso vem do [[sentimento]] segundo o qual nenhum ser humano, [[homem]] ou [[mulher]], é sempre bom ou [[mal]]. O essencial em toda representação da [[vida]] é que o espectador, quando assiste, tenha o sentimento de que, nas mesmas circunstâncias, faria a mesma coisa que o personagem faz se estivesse na pele dele, sejam esses atos bons ou maus. As fraquezas do personagem devem ser humanas, pois se elas o são, os espectadores podem reconhecer nelas suas próprias fraquezas".
:- ''sobre o mal existir em cada ser humano, em entrevista concedida a Charles Bitsch, Cahiers du Cinéma 89, novembro de 1958.''
 
* "Existe [[violência]] em todos os meus personagens. Em todos nós, ela existe em potência. É por isso que eu prefiro os não-conformistas: o não-conformista é muito mais sadio do que aquele que por toda sua vida regula seu cotidiano, pois é aquele mais apto, no momento menos previsível, a explodir e matar o primeiro que aparecer".

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