Diferenças entre edições de "José Gomes Pinheiro Machado"

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* "Sabia responder e calar-se. Tinha a réplica incisiva e o dom do desprezo. Mas, ao mesmo tempo, era um crente. Nunca se desdisse, porque sempre pensou do mesmo modo. Até o fim, acreditou que acertara, e que a República, em que ninguém confia e que todos exploram, era condição essencial de prosperidade e de harmonia no Brasil.
:Pinheiro Machado sabia conciliar; mas, antes de tudo, era um afirmativo dos seus princípios. Em relação a estes, nunca transigiu, jamais transigiria."
:-''[[Alcides Maya]]'', [[Ficheiro:Laurel_wreathOlive wreath.svg|20px]] da Academia Brasileira de Letras - ''em Revista da Semana''
 
* "Era um patriota. Combateu pelo Brasil. Era um republicano. Deixou uma cadeira no Senado para bater-se dois anos pela legalidade republicana, que muitos naquele tempo achavam ilegal. E, usando de todos os poderes, a fascinação pessoal, a tentação da força, a placidez irresistível, a generosidade e a secura, o esmagamento e a brandura, continuou de querer. O seu espírito via claramente os valores, a coragem de uns, a energia de outros, a inteligência de mais outros, as capacidades recônditas para o mal e para o bem de cada alma. Nunca em público a sua palavra atacou injustamente o inimigo. Avaliava. Avaliava para exigir a seu serviço todos. Havia políticos de valor? Deviam ser seus. Havia jornalistas de mérito? Deviam ser seus. Haviam escritores de talento? Deviam ser seus. E o serviço que lhes exigia era o de reconhecerem nele o tremendo valor que era de fato."
:- ''[[João do Rio]]'', [[Ficheiro:Laurel_wreathOlive wreath.svg|20px]] da Academia Brasileira de Letras - em ''"No Tempo de Wencesláo" - página 45 - Villas-Boas & Cia. - Rio de Janeiro, 1917''
 
* "O heroico Pinheiro Machado foi a maior força política nacional a sustentar, em todos os transes e vicissitudes do regime, as suas instituições fundamentais condensadas na federação e no presidencialismo."
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