Diferenças entre edições de "Vergílio Ferreira"

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:- ''"Um escritor apresenta-se" - página 79, Por Vergílio Ferreira, Maria da Glória Padrão, Colaborador Maria da Glória Padrão, Publicado por Imprensa Nacional, Casa da Moeda, 1981 456 páginas''
 
*"Quando se apanha um mentiroso, ele pode perguntar-nos perguntar: "e o que é [[verdade]]?" E o mais provável é termos de o deixar seguir".{{carece de fontes}}
==Atribuídas==
::- ''Escrever‎ - Página 34, Vergílio Ferreira - Bertrand Editora, 2001, ISBN 9722512056, 9789722512053 - 280 páginas
{{sem fontes}}
 
*"Não se pode verdadeiramente admirar senão quem está longe. Porque só a distância nos garante que não cheire mal da boca".{{carece de fontes}}
*"Quando se apanha um mentiroso, ele pode nos perguntar: "e o que é [[verdade]]?" E o mais provável é termos de o deixar seguir".{{carece de fontes}}
::- ''Pensar‎ - Página 344, Vergílio Ferreira - Bertrand Editora, 1992, ISBN 9722506706, 9789722506700, 3a. ed. - 373 páginas
 
*"De vez em quando a [[eternidade]] sai do teu interior e a contingência substitui-a com o seu pânico. São os [[amigo]]s e conhecidos que vão desaparecendo e deixam um vazio irrespirável. Não é a sua 'falta' que falta, é o desmentido de que tu não morres".{{carece de fontes}}
*"Não se pode verdadeiramente admirar senão quem está longe. Porque só a distância nos garante que não cheire mal da boca".{{carece de fontes}}
::- ''Escrever‎ - Página 21, Vergílio Ferreira - Bertrand Editora, 2001, ISBN 9722512056, 9789722512053 - 280 páginas
 
*"Os dois grandes monumentos do [[romance]] que o século passado (XIX) nos legou, ou seja aqueles em que poderemos reconhecer-nos, foram os erguidos por [[Tolstoi]] e por [[Dostoievski]]. Mas se a lição do primeiro foi facilmente assimilada, a do segundo levou [[tempo]] - e tanto, que só hoje acabamos de entendê-la bem."{{carece de fontes}}
*"De vez em quando a [[eternidade]] sai do teu interior e a contingência substitui-a com o seu pânico. São os [[amigo]]s e conhecidos que vão desaparecendo e deixam um vazio irrespirável. Não é a sua 'falta' que falta, é o desmentido de que tu não morres".{{carece de fontes}}
::- ''Vergílio Ferreira, in 'Situação Actual do Romance', Março 1964
 
*"Somos um [[paíspovo]] de [[analfabeto]]s. Destes alguns que não sabem [[ler]]."{{carece de fontes}}
*"Os dois grandes monumentos do [[romance]] que o século passado (XIX) nos legou, ou seja aqueles em que poderemos reconhecer-nos, foram os erguidos por [[Tolstoi]] e por [[Dostoievski]]. Mas se a lição do primeiro foi facilmente assimilada, a do segundo levou [[tempo]] - e tanto, que só hoje acabamos de entendê-la bem."{{carece de fontes}}
::- ''Conta-corrente, Volume 3‎ - Página 88, Vergílio Ferreira - Livraria Bertrand, 1981, 2a. ed. - 393 páginas
 
*"Há [[monumento]]s ao [[soldado]] desconhecido. Mas não há um só aos [[herói]]s a que não calhou poderem sê-lo."
*"Somos um [[país]] de [[analfabeto]]s. Destes alguns não sabem ler."{{carece de fontes}}
::- ''Pensar‎ - Página 160, Vergílio Ferreira - Bertrand Editora, 1992, ISBN 9722506706, 9789722506700, 3a. ed. - 373 páginas
 
*""Há [[monumento]]smuitos monumentos ao [[«soldado]] desconhecido». Houve mesmo a invocação de um «Deus Desconhecido". Mas não há nenhum umaltar ao aos"santo [[herói]]sdesconhecido" aou queuma nãoreferência calhouao poderem"artista sê-lodesconhecido"."{{carece de fontes}}
** ""Há muitos monumentos ao «soldado desconhecido». Houve mesmo a invocação de um «Deus Desconhecido". Mas não há nenhum altar ao "santo desconhecido" ou uma referência ao "artista desconhecido"."
::- ''Conta-corrente (1980-1981), p. 168, Por Vergílio Ferreira, Publicado por Livraria Bertrand, 1981''
 
*"O [[comunismo]] distingue-se fundamentalmente do [[fascismo]] porque foi o primeiro."{{carece de fontes}}
::- ''Pensar‎ - Página 264, Vergílio Ferreira - Bertrand Editora, 1992, ISBN 9722506706, 9789722506700, 3a. ed. - 373 páginas
 
*"O [[amor]] [...] é uma longa [[paciência]]."{{carece de fontes}}
::- ''Conta-corrente: 1982-1983‎ - Página 69, Vergílio Ferreira - 1980
 
==Atribuídas==
 
*"Da minha [[língua]] vê-se o [[mar]]." {{carece de fontes}}
::- ''citado em "Revista internacional de língua portuguesa", Edições 4-7‎ - Página 16, Associação das Universidades de Língua Portuguesa - 1991
 
*"Tenho tantas [[saudade]]s de ser eu."{{carece de fontes}}
 
*"O amor é uma longa paciência."{{carece de fontes}}
 
[[Categoria:Pessoas]]

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