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Anatole France

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Anatole France
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Prêmio Nobel de Literatura (1921)

Anatole France, pseudônimo de Jacques Anatole François Thibault (16 de abril de 1844 em Paris - 12 de outubro de 1924 em Saint-Cyr-sur-Loire) foi um escritor francês. Seus livros apresentam um tom céptico.



Obras[editar]

  • "Toda a arte de ensinar é apenas a arte de acordar a curiosidade natural nas mentes jovens, com o propósito de serem satisfeitas mais tarde, e a curiosidade é viva e saudável apenas nas mentes felizes.".
- L'art d'enseigner n'est que l'art d'éveiller la curiosité des jeunes âmes pour la satisfaire ensuite, et la curiosité n'est vive et saine que dans les esprits heureux.
- Le crime de Sylvestre Bonnard, membre de l'Institut - Volume 1 - Página 215, Anatole France - Calmann-Lévy, 1849 - 323 páginas
- L'avenir est caché même à ceux qui le font.
- Sur la Pierre Blanche - Página 162, Anatole France - Nelson, 1905, 285 páginas
- Le christianisme a beaucoup fait pour l’amour en en faisant un péché.
- Le Jardin D'Epicure (1894)
  • "Não há governos populares. Governar é descontentar."
- D'abord il n'y a pas de gouvernements populaires. Gouverner, c'est mécontenter.
- Anatole France; "Monsieur Bergeret à Paris", página 154; Publicado por Calmann-Lévy, 1910; 404 páginas
- La jeunesse a cela de beau qu'elle peut admirer sans comprendre.
- La vie littéraire‎ - v.4, Página 224, de Anatole France - Publicado por Calmann Lévy, 1923
  • "O pensamento é uma doença peculiar de certos indivíduos, que, a propagar-se, em breve acabaria com a espécie".
- La pensée est une maladie particulière à quelques individus et qui ne se propagerait pas sans amener promptement la fin de l'espèce.
- Les opinions de M. Jérôme Coignard, recueilliés par Jacques Tournebroche - página 141, Anatole France - Calmann-Lévy, 1923 - 256 páginas
- Le travail a ceci d excellent encore qu il amuse notre vanité, trompe notre impuissance et nous communique l espoir d un bon événement
- L'anneau d'améthyste - página 6, Anatole France - Sagittaire, 1924 - 419 páginas

O Crime de Sylvestre Bonnard[editar]

  • “Eu tinha calçado os chinelos e vestido o roupão.”
  • “Ao ouvir tais palavras, pensei que é um grande erro ser desgraçado e que esse erro não se perdoa aos que foram, por muito tempo, dignos de inveja. A queda deles vinga e dá prazer aos outros – todos impiedosos.”
  • “Ah! Na minha idade sabe-se demais como a vida é pouco inocente; sabe-se demais o que se perde, demorando neste mundo; e só se tem confiança na mocidade.”
  • "Preferi sempre a loucura das paixões à sabedoria da indiferença".
- J'ai toujours préféré la folie des passions à la sagesse de l'indifférence.
- Le crime de Sylvestre Bonnard, membre de l'Institut par Anatole France‎ - Página 194, Anatole France - Calmann Lévy, 1898 - 324 páginas

Atribuídas[editar]

  • "Estar triste é quase sempre pensar em si mesmo."
- Citado em Filosofia meditativa‎ - Página 61, Irmãos Pongetti, 1960 - 144 páginas