Vladimir Nabokov

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Vladimir Nabokov
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Vladimir Vladimirovich Nabokov (Владимир Владимирович Набоков) (22 de abril de 1899- 2 de julho de 1977) nasceu em São Petersburgo (Rússia), numa família da antiga aristocracia. Em 1919, a instabilidade produzida pela revolução bolchevique obrigou a família a abandonar a União Soviética. Estudou em Cambridge e licenciou-se em literatura russa e francesa. Mudou-se para Berlim, onde iniciou sua produção literária e intenso trabalho como tradutor.



Obras[editar]

Riso no escuro[editar]

  • "Era uma vez um homem que se chamava Albinus e vivia em Berlim. Era rico, respeitável, feliz; certo dia abandonou a mulher por causa de uma jovem amante; amou, não foi amado; e sua vida acabou em desastre."
  • “Deu-se conta então de que, se não quisesse passar a vida num estado de permanente tortura, tinha de apagar da memória a imagem da família e abandonar-se por inteiro à paixão intensa, quase mórbida, que lhe inspirava a alegria descontraída de Margot.”

Lolita[editar]

  • "Sou suficientemente orgulhoso de saber alguma coisa para ter a modéstia de admitir que não sei tudo."
  • "Lolita, luz da minha vida, labareda em minha carne. Minha alma, minha lama. Lo-li-ta: a ponta da língua descendo em três saltos pelo o céu da boca para tropeçar de leve, no terceiro, contra os dentes. Lo. Li.Ta."
  • Entre os limites de idade de nove e catorze anos, virgens há que revelam a certos viajores enfeitiçados, bastante mais velhos do que elas, sua verdadeira natureza — que não é humana, mas nínfica (isto é, diabólica). A essas criaturas singulares proponho dar o nome de 'ninfetas'.
- Lolita, 1955.


Frases[editar]