Robert Taylor

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Robert Taylor, nome artístico de Spangler Arlinghton Brugh (5 de agosto de 1911 - 8 de junho de 1969) foi um dos mais populares atores norte americano do cinema da década de 30, 40 e 50. Trabalhou em mais de 70 filmes, interpretando, geralmente, galãs(é considerado um dos atores mais bonitos que Hollywood já teve). Entre seus filmes de maior destaque estão A Dama das Camélias(1936), A Ponte de Warteloo(1941), Quo Vadis(1951), e Ivanhoé(1952). Embora conhecesse a limitação de suas atuações, Bob(como era conhecido)era tido como um profissional disciplinado, e sua vida foi livre de escândalos, embora tivesse casos amorosos fora das telas com atrizes como Ava Gardner e Eleanor Parker. Foi casado com a atriz Barbara Stanwyck, entre 1939 a 1951. Robert Taylor faleceu de câncer, no dia 8 de junho de 1969, aos 57 anos.


  • "Tenho mais de 50 anos de idade. Meus cabelos ainda não estão grisalhos, mas as rugas já começam a aparecer. Cirurgia Plástica, nunca farei. Como gosto de trabalhar, aceito todo papel que venham a me oferecer, seja importante ou não, mas Galã, nunca mais. Detestaria me passar por ridículo".
- 1966.
  • "Trabalhar com ela foi uma experiência mágica. Eu era apenas um jovem e inexperiente rapaz de 25 anos, e ela estava com seus 31, e em plena florescência, e já uma lenda do cinema. Algumas pessoas disseram que minha atuação em "Camillie"(A Dama das Camélias)é a melhor de todas, e se for verdade mesmo, devo agradecer a ela e a George Cukor. Não se pode trabalhar com uma mulher como aquela sem captar um lampejo dela, e Cukor é um mestre em extrair o melhor de um ator".
- sobre sua colega Greta Garbo e o diretor George Cukor, sobre o filme "A Dama das Camélias".
  • "Ela era ardente, talvez um pouco assanhada, mas profundamente gentil, longe de ser aquele monstro que alguns jornalistas fizeram dela"
- sobre sua colega, a atriz Jean Harlow (a 1ª loura platinada de Hollywood), em entrevista concedida em 1957.

Sobre[editar]

  • "Robert Taylor era o homem mais bonito do mundo, e além do mais, personificava talvez o último galã, o amoroso perfeito e bem amado de todas as mulheres, num tipo que o cinema moderno não produz mais hoje em dia.
- Dinah Silveira de Queiroz, escritora.
  • "Faz tanto tempo, meu Deus...nós vinhamos do Cine Metro, com aquela impressão de beleza de A Dama das Camélias, em que a grande Garbo esplendia com seu mistério jamais igualado, ao lado de Robert Taylor. Então, uma amiga, depois de um silêncio, deu uma gostosa risada e disse:
- Quando vejo Robert Taylor, nem gosto de voltar para casa.
- Por que? - perguntei-lhe sem atinar aquele sorriso.
- Porque, depois de ver um homem como Robert Taylor, acho meu marido muito feio.
Dizer que Robert Taylor era predominantemente um rosto lindo soa de forma suspeitosa como a que depreciá-lo. A verdade é que o rosto, a voz e o excelente físico foram seus trunfos mais valiosos.
- Dinah Silveira de Queiroz, escritora brasileira.
  • "Em 1936, almocei com Robert Taylor, quando seu namoro com Barbara Stanwyck era o assunto em todas as rodas. Logo, o Bob foi perguntando:
- De que vamos falar?
- Nada receie - respondi - Não vou lhe pedir para que fale de Barbara.
Rindo muito, exclamou o ator:
- Meu Deus! até que enfim! Apareceu um que não quer se meter em minha vida privada.
- Gilberto Souto, correspondente brasileiro de Hollywood na década de 1930, que entrevistou Robert Taylor. Foi cronista do Jornal O Globo em sua coluna Cinema, Ontem e Hoje.
  • "Um sonho...simplesmente um sonho".
- Janet Gaynor, atriz americana, sobre Robert Taylor.
  • "Talvez cada um de nós tenha sobre ele lembranças próprias e diferentes, porém, de alguma forma, todas elas nos levam a um homem fino, delicado, e gentil".
- Ronald Reagan, ator e político, no necrológio durante o funeral de Robert Taylor, em junho de 1969.