Miguel Torga

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Miguel Torga
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Miguel Torga, pseudónimo de Adolfo Correia da Rocha (12 de Agosto de 1907, em São Martinho de Anta, concelho de Sabrosa, Trás-os-Montes, Portugal - 17 de Janeiro de 1995, em Coimbra, Portugal), médico, poeta, escritor e ensaísta português. Obras principais: Bichos, Contos da Montanha, Diário, A Criação do Mundo e Portugal.


  • "Que belo e que natural é ter um amigo!"
- Diário‎, volume I - Página 17, de Miguel Torga - Publicado por Coimbra Editora, 1953
  • "A unidade de uma pessoa é tal, que basta um gesto para revelar um homem."
- Diário‎, volume II - Página 64, de Miguel Torga - Publicado por Coimbra Editora, 1953
  • "Todo o semeador semeia contra o presente"
- Nihil sibi: poesia‎ - Página 21, de Miguel Torga - 1956 - 80 páginas
  • "Não há céu que me queira depois disto,
Nem deus capaz de ouvir-me.
Um homem firme
É firme até no céu,
E até diante
Do Criador!
É o que eu diria se, ressuscitado,
Fosse chamado
A depor!"
- Penas do purgatório: poemas‎ - Página 72, de Miguel Torga - Publicado por Coimbra Editora, 1954 - 78 páginas
  • "Mais um ano. Mais um palmo a separar-me dos outros, já que a vida não passa de um progressivo distanciamento de tudo e de todos, que a morte remata."
- in Diário de Miguel Torga, Volume XII (12 de Agosto de 1974)
  • "A Velhice é isto: ou se chora sem motivo, ou os olhos ficam secos de lucidez."
- in Diário XII (1 de maio de 1974)
  • "Ter um destino é não caber no berço onde o corpo nasceu, é transpor as fronteiras uma a uma e morrer sem nenhuma."
- Miguel Torga In Fernão de Magalhães, Antologia Poética. Lisboa: Dom Quixote, 1999.
  • "Vou tentar ser bom marido, cumpridor. Mas quero que saibas, enquanto é tempo, que em todas as circunstâncias te troco por um verso."
- Miguel Torga in A Criação do Mundo, V.

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  • "O que sou toda a gente é capaz de ver; Mas o que ninguém é capaz de imaginar é até onde sou e como." [carece de fontes?]
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